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5 medos da abdominoplastia esclarecidos neste guia
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3 anos atrásem
Abdominoplastia: esclarecendo 5 medos comuns sobre o procedimento em um guia informativo e tranquilizador
A abdominoplastia é um procedimento cirúrgico estético cujo objetivo é remodelar o abdômen, removendo o excesso de pele e gordura localizada. Apesar de ser uma cirurgia com resultados satisfatórios, muitas pessoas têm receios e medos em relação ao procedimento.
Neste guia, vamos esclarecer os principais medos relacionados à abdominoplastia e fornecer informações importantes para desmistificar essas preocupações. Prepare-se para aprender mais sobre a abdominoplastia e como superar os medos que a envolvem.
Medo 1: Complicações durante o pós-operatório
Uma das principais preocupações de quem considera realizar uma abdominoplastia é em relação às complicações que podem ocorrer durante o período de recuperação.
É importante destacar que, como qualquer cirurgia, existem riscos envolvidos. No entanto, seguindo as orientações do cirurgião plástico e cuidando adequadamente da região operada, a maioria das complicações pode ser evitada.
Durante o pós-operatório, é essencial seguir todas as recomendações médicas, como manter repouso, usar as medicações prescritas, utilizar corretamente a cinta compressiva e evitar esforços físicos excessivos.
Além disso, realizar os curativos adequadamente e comparecer às consultas de acompanhamento são medidas essenciais para prevenir complicações.
Medo 2: Cicatrizes visíveis e indesejáveis
Outro medo comum relacionado à abdominoplastia são as cicatrizes resultantes do procedimento. É importante compreender que toda cirurgia deixa cicatrizes, e a abdominoplastia não é uma exceção. No entanto, com os avanços da técnica cirúrgica e os cuidados adequados no pós-operatório, é possível minimizar a aparência das cicatrizes.
O cirurgião plástico utilizará técnicas precisas para posicionar as incisões de forma estratégica, geralmente na região abaixo do biquíni, para ficarem disfarçadas quando você estiver vestido.
Além disso, seguir as orientações médicas para cuidar das cicatrizes, como utilizar pomadas recomendadas, evitar exposição solar direta e realizar massagens suaves, pode ajudar a minimizar sua visibilidade ao longo do tempo.
Medo 3: Resultados insatisfatórios
Um medo frequente relacionado à abdominoplastia é o receio de não obter os resultados desejados. É fundamental ter expectativas realistas e compreender que o procedimento procura melhorar a aparência do abdômen, mas não é capaz de realizar transformações extremas ou proporcionar um corpo perfeito.
Antes de se submeter à cirurgia, é essencial conversar detalhadamente com o cirurgião plástico, discutindo seus objetivos e expectativas. Dessa forma, o profissional poderá avaliar sua condição física, explicar quais resultados são possíveis de serem alcançados e orientar sobre as limitações do procedimento.
O diálogo aberto e honesto é fundamental para evitar frustrações e garantir que você tenha um entendimento claro dos resultados esperados.
Medo 4: Complicações durante após-operatório
É compreensível ter preocupações em relação às complicações que podem surgir durante o pós-operatório da abdominoplastia. No entanto, é importante ressaltar que complicações graves são raras e a maioria dos pacientes se recupera sem problemas significativos.
Durante o período de recuperação, é essencial evitar esforços físicos intensos, manter uma alimentação saudável e equilibrada, tomar os medicamentos prescritos conforme as instruções, e comparecer às consultas de acompanhamento agendadas com o cirurgião plástico.
Além disso, estar ciente dos sinais de alerta, como febre, dor intensa ou inchaço excessivo, e entrar em contato imediatamente com o médico em caso de qualquer preocupação.
Medo 5: Insatisfação com a aparência após a cirurgia
É natural sentir preocupação em relação aos resultados estéticos após a abdominoplastia. Para evitar a insatisfação, é crucial ter expectativas realistas e compreender que o resultado pode levar algum tempo para ser totalmente apreciado.
O inchaço e a rigidez iniciais são normais e diminuirão gradualmente ao longo das semanas e meses seguintes à cirurgia.
Além disso, o acompanhamento pós-operatório é essencial para garantir que você esteja satisfeito com os resultados. Durante as consultas de acompanhamento, o cirurgião plástico avaliará seu progresso e poderá oferecer orientações adicionais para otimizar a cicatrização e a recuperação.
Nunca se esqueça de expressar suas preocupações e expectativas ao médico, para que ele possa oferecer o suporte necessário.
A abdominoplastia é um procedimento cirúrgico que pode trazer grandes benefícios estéticos e funcionais para aqueles que desejam remodelar o abdômen e alcançar uma aparência mais harmoniosa.
É natural ter medos e preocupações em relação à abdominoplastia, mas é importante lembrar que esses medos podem ser esclarecidos e superados por meio de informações adequadas e orientações médicas.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.