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7ª edição do Copão Comunitário se inicia neste domingo, em Rio Branco

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Com 138 equipes, o 7º Campeonato Municipal de Futebol, conhecido popularmente como Copão Comunitário, se inicia neste domingo, 25, às 8h, no estádio Arena da Floresta, com a concentração das equipes a partir das 7h. A atividade é uma iniciativa da Prefeitura de Rio Branco, por meio da Fundação de Cultura, Esporte e Lazer Garibaldi Brasil (FGB), com apoio do Grupo Star Motors, que sorteará uma moto Honda zero quilômetro para o público presente na grande final.

Ao todo, oito campos da capital recebem os jogos. São eles: Campo do Airton (Rodovia AC-40 – Vila Acre), Campo da Assembleia (Rua Luiz de Oliveira Bulhões, nº 209 – Bairro Floresta), Campo B da Federação (Estrada da Floresta, nº 3.689 – Bairro Floresta), Campo do Bacu (BR- 364 – Santa Cecília), Campo da Embrapa (Rodovia AC-40 – Bairro Vila da Amizade), Estádio José de Melo (Avenida Ceará – Centro), Campo do Vasco da Gama e Campo do São Francisco, além da Estádio Arena da Floresta, para a abertura.

O Copão 2019 terá categoria única (aberto), no naipe masculino. Os participantes deverão ter entre 16 e 35 anos. Pessoas com idade superior deverão apresentar atestado médico emitido no período da competição, ou assinar um termo de responsabilidade. Já os menores de 18, deverão apresentar uma autorização assinada pelos pais ou responsáveis.

O sistema de disputa será divido da seguinte forma: a 1ª fase terá a participação das 138 equipes divididas em 33 chaves, sendo classificados os primeiros e segundos lugares de cada chave, somatizando 70 equipes. Já na 2ª fase, apenas as 35 vencedoras e mais uma equipe considerada melhor perdedora pelo índice técnico seguem no campeonato.

A 3ª fase será no sistema “mata”, em que apenas 18 equipes continuam no Copão. Na 4ª, as dezoito se confrontarão e classificam-se nove vencedoras e mais uma equipe melhor perdedora. Na 5ª fase, cinco equipes vencedoras e três melhores perdedoras continuam competindo.

Na 6ª etapa, chamada de quartas de finais, oito equipes se confrontam através do sistema de “mata”, conforme sorteio. A 7ª fase é a semifinal, onde quatro times jogam entre si, também no sistema “mata”. A 8ª e última fase é a grande final, com a disputa entre as duas perdedoras da fase anterior, que estabelecerá o terceiro lugar, e as vencedoras da semifinal, onde será a decisão da grande campeã e vice-campeã do Copão Comunitário 2019.

A gestão municipal premiará com troféu e medalhas os três primeiros colocados, além de R$ 10 mil para a campeã, R$ 5 mil para a segunda colocada, e R$ 3 mil para a terceira. Também premiará com R$ 1 mil e troféu para o melhor artilheiro e melhor goleiro (escolhido pela coordenação da competição).

Já a motocicleta oferecida pelo Grupo Star Motors será sorteada na grande final para os torcedores. A cada jogo, o público receberá um cupom. O prêmio será entregue apenas se o sorteado estiver presente no dia da final.

“Essa é a maior competição de futebol realizada em Rio Branco. Os atletas passam meses se programando para o Copão, e todo ano atingimos um expressivo número de inscritos. A prefeita Socorro Neri entende a importância desse campeonato para nossa cidade, por isso, não mediu esforços para que não só o Copão, mas todo o Calendário Esportivo fosse realizado neste ano, mesmo em meio à crise econômica. Destaco também nosso grande parceiro de todo ano, que é o Grupo Star Motors, que oferece esse prêmio ao público presente”, relata o diretor de Esporte da FGB, Afrânio Moura, que também agradece ao Vereador Emerson Jarude pelo apoio ao Calendário Esportivo 2019.

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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