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9 ajustes para WhatsApp ficar mais seguro e ter privacidade

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O WhatsApp é a plataforma de mensagens mais usada no Brasil e se você quer mais segurança e privacidade para mexer no aplicativo, esses 9 ajustes tornam o app bem melhor e livre de invasores indesejáveis.

Com alguns passos simples você protege suas conversas e torna a experiência de uso mais tranquila. O primeiro deles é desativar o download automático de mídias.

Além de parar de ocupar espaço na memória do celular, esse recurso evita que você baixe itens enviados por suspeitos e terceiros. Veja a lista completa do que fazer abaixo!

Por que aumentar a segurança?

O WhatsApp é uma ferramenta muito poderosa. Hoje, o aplicativo é usado para tudo:  trabalho, reuniões, comércio, conversas íntimas, entre outros.

Assim, acaba se tornando também muito vistoso para invasores, que tentam roubar dados como cartões de crédito, usando brechas no app.

Nesse sentido, saber como se proteger é fundamental. Reproduzimos a seguir as dicas do TechTudo.

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9 dicas essenciais para melhorar a segurança do seu WhatsApp

  • Desativar download automático: para desativar o download automático, basta acessar “Armazenamento e dados”, nas configurações, e escolher “Nunca” para “Fotos, “Áudio, “Vídeos” e “Documentos.”. Pronto seu telefone não vai mais entupir de fotos dos outros.
  • Restringir visualização da foto de perfil: para proteger o seu app contra clonagem, restrinja a privacidade da sua foto de perfil. Assim, apenas seus contatos poderão vê-la. Vá em “Privacidade”, clique em “Foto do perfil” e escolha “Meus Contatos.
  • Trancar conversas: também é possível trancar suas conversas com senhas, garantindo que ninguém vá ler o que você escreveu. Para isso, pressione o chat e selecione “Trancar conversa”. Os chats trancados vão ficar em uma nova aba, que pode ser acessada apenas com a senha.
  • Ativar verificação em duas etapas: ao ativar a verificação em duas etapas, o WhatsApp vai exigir um código de confirmação ao logar no dispositivo. Para habilitá-la, vá em “Conta” e selecione “Confirmação em duas etapas.”
  • Desativar “Visto por último” e “Online”: o “visto por último” e o “online” podem ser removidos para aqueles que desejam mais privacidade. Para fazer isso, vá em “Privacidade”, toque em “Visto por último e online” e selecione “Ninguém.”
  • Proteger seu IP: proteger o endereço de IP é fundamental na internet, principalmente no WhatsApp. Clique em “Privacidade” nas configurações e selecione “Configurações avançadas”. Agora, toque em “Proteger endereço de IP nas ligações.”
  • Ativar Backup automático: ativar o backup automático salva suas conversas na nuvem e, em caso de perda do aparelho, evita que você perca tudo. Basta ir em “Conversar”, selecionar “Backup de conversar” e escolher a frequência desejada. Há uma opção diária, semanal ou mensal.
  • Configurar notificações: o WhatsApp permite que os usuários configurem o aplicativo da maneira que quiserem. Assim, você pode desativar as prévias de mensagens que surgem na tela e aumentar ainda mais a privacidade. Para isso, clique em “Notificações” e selecione da forma que te agrada.
  • Fotos HD: recentemente o app disponibiliza uma nova função, a de enviar fotos em HD sem perder a qualidade. Para isso, clique no ícone “HD” ao evitar uma imagem e selecione “Qualidade em alta definição”. Mas fique atento, o recurso gasta mais dados móveis!



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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