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a ascensão do feminino no mundo corporativo e sua influência no crescimento empresarial
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Da Redação
Por Cristiany Sales*
Nos últimos anos, a presença feminina no mundo corporativo tem experimentado um crescimento significativo, refletindo uma mudança estrutural em direção à igualdade de gênero no ambiente de trabalho. As mulheres têm se destacado em posições de liderança, gestão e inovação, provando que sua contribuição vai muito além das esferas tradicionais. Essa ascensão não é apenas um reflexo de uma busca por maior equidade, mas também uma estratégia inteligente que impacta positivamente no desempenho e crescimento das empresas. Mulheres como agentes de mudança estão moldando o futuro das corporações e influenciando diretamente os rumos das economias.
A ascensão das mulheres no mundo corporativo traz uma abordagem diferenciada de liderança e gestão. As mulheres são frequentemente descritas como líderes empáticas, colaborativas e orientadas para soluções, habilidades essenciais no contexto de um mercado global cada vez mais competitivo e interconectado. Elas tendem a adotar uma visão mais inclusiva e holística, considerando as necessidades e o bem-estar de suas equipes, o que resulta em maior motivação, produtividade e satisfação no ambiente de trabalho. Esse estilo de liderança não só melhora o clima organizacional, mas também cria um espaço onde a inovação e a criatividade florescem.
Além disso, o aumento da participação feminina nas empresas tem gerado impactos tangíveis no crescimento financeiro e na sustentabilidade dos negócios. Diversos estudos mostram que empresas com maior diversidade de gênero nos níveis de liderança têm desempenho superior em termos de lucratividade e valorização no mercado. A diversidade de perspectivas que as mulheres trazem para as decisões corporativas permite que as empresas se adaptem mais rapidamente às mudanças no mercado, desenvolvam produtos e serviços mais inclusivos e atinjam novos públicos. O feminino, portanto, é um motor de inovação e crescimento.
O empoderamento das mulheres no mundo corporativo também tem incentivado a criação de novas políticas organizacionais, com ênfase na igualdade de oportunidades e no equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Empresas que investem em programas de apoio à liderança feminina, como mentoria, desenvolvimento de habilidades e redes de apoio, criam um ciclo virtuoso onde mulheres talentosas são incentivadas a ocupar cargos de liderança. Essas ações são fundamentais para desmantelar as barreiras sistêmicas que ainda existem e para garantir que as próximas gerações de mulheres possam continuar avançando nas esferas empresariais e políticas.
Por fim, a ascensão do feminino no mundo corporativo é mais do que uma questão de equidade de gênero; trata-se de uma mudança cultural profunda que está alterando a dinâmica do mercado de trabalho. As mulheres têm mostrado que, ao assumirem o controle de seus destinos profissionais, não só contribuem para a evolução das empresas, mas também para a construção de um futuro mais inclusivo e justo. O papel das mulheres como agentes de mudança vai além da representatividade; é uma transformação que está moldando a economia global e abrindo portas para um mundo corporativo mais dinâmico, inovador e, acima de tudo, mais humano.
*Cristiany Sales é controladora interna da Agência de Negócios do Acre (Anac S.A.); pós-graduada em Auditoria Empresarial; Planejamento e Gestão; Pedagogia Empresarial com Ênfase em Gestão de Pessoas; Justiça Restaurativa e Mediação de Conflitos; graduada em Direito e Pedagogia
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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