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A cidade natal de Vance, em Ohio, faz pouco para comemorar o sucesso de seu filho famoso | JD Vance

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Stephen Starr in Middletown, Ohio

Normalmente, a cidade natal de um novo vice-presidente dos Estados Unidos deveria estar repleta de orgulho, vigor e celebração a um mês do seu grande dia.

Mas do outro lado de Middletown, cidade natal de JD Vance, no sudoeste de Ohio, você dificilmente saberia.

Suas ruas e vitrines estão repletas de alegria festiva; placa após placa aponta os motoristas na direção da famosa exibição de luzes de Natal da cidade.

Há poucos indícios de que, numa questão de semanas, o filho mais famoso desta cidade se tornará o segundo na linha de sucessão à presidência da nação mais poderosa do planeta.

Tal é a aparente indiferença em Middletown, que a mãe de Vance, Beverly Aikins, sentiu necessidade de comparecer e discursar numa recente reunião do conselho municipal para implorar que o seu filho fosse mais reconhecido.

“Eu ainda moro aqui e a irmã dele ainda mora em Middletown. (JD tem) duas sobrinhas que moram aqui e acho que seria bom se pudéssemos reconhecer que esta é a cidade natal dele e colocar algumas placas”, disse. ela disse.

A cidade de Middletown esperou um mês inteiro antes de reconhecer publicamente o sucesso eleitoral de Vance e Trump em sua página do Facebook. Um membro do conselho que apoia Vance chamou isso de “inaceitável”.

Os vereadores se recusaram a responder ao pedido da mãe de Vance naquele momento, embora a cidade tenha dito desde então que estava discutindo planos para marcar a nova posição de Vance, que incluem a construção de placas de rua.

Outros residentes de Middletown dizem que as razões para a resposta morna ao que deveria ser uma das conquistas de maior orgulho da cidade não são difíceis de descobrir.

Centro de Middletown, Ohio. Fotografia: The Washington Post/Getty Images

“Quando olho em volta e quero ver o que esse grande lançador financeiro fez por esta comunidade, ainda estou procurando”, diz a Dra. Celeste Didlick-Davis, chefe da filial de Middletown da NAACP.

“Outros indivíduos, uma variedade de pessoas que fizeram coisas substanciais, apoiaram o crescimento e a transformação (em Middletown). Para saber o que (Vance) fez por esta comunidade, eu teria que pesquisar muito, muito e não deveria ter que pesquisar muito, muito.

“Você foi senador por dois anos – já tivemos uma visita que beneficiou alguém?”

Vance alcançou a fama pela primeira vez como autor do livro Hillbilly Elegy de 2016, no qual retratou sua infância enraizada nos Apalaches, a vida com uma mãe lutando contra o vício em Middletown e uma avó que desempenhou um papel importante na criação dele e de sua irmã.

No livro, ele investiga a vida na cidade operária de cerca de 50 mil habitantes, que tem lutado com as consequências da terceirização da produção, a Grande Recessão e a epidemia de opioides. Desde então, Vance formulou uma carreira política alegando vir de uma família e cidade da classe trabalhadora, enquanto contava com o apoio de conservadores bilionários para ajudá-lo a vencer as eleições.

Trump escolheu Vance como seu companheiro de chapa em julho, apesar da Ohio nativo sendo visto como relativamente novato político e desconhecido por estar envolvido em qualquer aspecto da vida pública em sua cidade natal.

Pessoas esperam na fila do lado de fora da escola secundária de Middletown antes do início de um comício com o candidato republicano à vice-presidência, senador JD Vance, em 22 de julho de 2024. Fotografia: Scott Olson/Getty Images

Os moradores locais dizem que isso pode explicar por que em Middletown 38% dos eleitores escolheram outros candidatos além da chapa Trump-Vance nas eleições do mês passado. Participação eleitoral em muitos distritos de Middletown concorreu na faixa de 40-50% – até 20 pontos abaixo da taxa de participação eleitoral nacional.

“Ele volta quando precisa fazer um discurso político”, disse Scotty Robertson, membro do Partido Democrata local.

“Se alguém me levasse a algo que JD Vance melhorou em Middletown, eu retrataria tudo o que disse sobre ele.”

A retórica e as posições políticas de Vance, que incluem o apelo à deportação em massa de imigrantes, afastaram muitas pessoas nesta cidade predominantemente operária.

“Estou ouvindo pessoas que estão preocupadas com a possibilidade de sua avó ser deportada. Isso está realmente causando arrepios na espinha das pessoas”, disse Adriane Scherrer, proprietária de uma empresa que ajuda pessoas, incluindo imigrantes, a lançar e administrar organizações sem fins lucrativos.

“Não há nenhum sinal por parte (de Trump ou Vance) de que compreendam a importância da imigração no nosso país. O que mais preocupa as pessoas é que não há reconhecimento dos danos que as deportações causariam.”

Alguns residentes dizem que as pessoas da comunidade LGBTQ+ local contactaram familiares no estrangeiro para falar sobre deixar os EUA se o ambiente sob a nova administração piorar.

No entanto, outros acreditam que Vance e Trump farão grandes coisas por esta cidade de Ohio.

“Politicamente ele é a pessoa mais famosa de Middletown. Sempre sinto que poderíamos fazer mais”, disse Savannah Woolum, eleitora de Vance e Trump que administra um bar em Middletown. “É abrir muitos olhos ao perceber que você pode vir de uma cidade pequena como ele e chegar tão longe quanto ele.”

Ela disse que isso deu esperança às pessoas aqui, mas percebeu que nomear uma bebida ou prato com o nome do vice-presidente eleito poderia ser problemático.

“Talvez a cidade (funcionários) esteja com um pouco de medo de abraçar suas conquistas por causa das pessoas que não votaram nele.”

Banda marcial e líderes de torcida da escola secundária de Middletown foram convidados a Washington DC para o desfile de inauguração do próximo mês, com a cidade de Middletown contribuindo com US$ 10.000 para cobrir essas despesas.

A prefeita de Middletown, Elizabeth Slamka, disse que a adição de sinalização em toda a cidade reconhecendo a conquista de Vance estava em andamento.

Mas outros estão preocupados que, se Trump e Vance cumprirem as suas promessas de cortando o financiamento da educação e programas de vacinaçãopoderia ser devastador para muitos residentes de Middletown.

“Vejo apenas que a minha comunidade está a ser negligenciada e mal servida”, diz Didlick-Davis.



Leia Mais: The Guardian

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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.

As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.

Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva. 

Foto: Beatriz Guedes


A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.

A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares. 

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Demanda da comunidade

A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.

A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.

“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.

Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets. 

Foto: Beatriz Guedes


A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.

Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.

Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.

“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.

Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.

Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.

“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.

Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Foto: Beatriz Guedes

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.

A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.

Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações. 

Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.
Foto: Beatriz Guedes

Troca de experiências

Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.

“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.

A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.

Tecendo Teias de Aprendizagem

A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.

Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.

Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.

“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.

A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.
Foto: Beatriz Guedes

Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura. 

Foto: Aleta Dreves



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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