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a esquerda e os sindicatos denunciam um “sangramento” na educação

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Menos 4 mil cargos docentes: sindicatos denunciam “sangramento”

“Um verdadeiro derramamento de sangue”e “fuga da escola pública” : a eliminação de 4.000 cargos docentes no orçamento nacional da educação para 2025, principalmente nas escolas infantis e primárias, escandalizou sindicatos já pouco convencidos com os primeiros passos do novo ministro.

Rue de Grenelle justifica esta queda nos cargos docentes com “o declínio do número de alunos que deverá acelerar com menos 97.000 alunos no início do ano letivo de 2025”.

O orçamento prevê, por outro lado, o financiamento de 2.000 AESH adicionais (apoiantes de estudantes com deficiência).

Com uma queda global de cerca de 2.000 postos de trabalho, a educação nacional proporciona a maior parte dos cortes de empregos de funcionários públicos para o Estado e os seus operadores (2.201 no total).

No detalhe de menos cargos docentes, o primeiro nível público (creche e ensino fundamental) é o mais afetado com queda de 3.155 cargos. O nível secundário público (ensino fundamental e médio) perdeu 180 vagas, o nível primário privado 660 e finalmente o nível secundário privado 40, segundo o ministério.

Mal o orçamento tinha sido revelado, os sindicatos docentes, já pouco tranquilizados pela falta de experiência da nova ministra Anne Genetet, deixaram explodir a sua raiva.

Guislaine David, secretária geral da FSU-Snuipp, o primeiro sindicato de creches e ensino fundamental, denunciou uma “fuga da escola pública” na rede social. “Mas onde está a prioridade dada à escola? »ela perguntou.

“Um monstruoso derramamento de sangue para a Educação Nacional”, “uma vergonha absoluta”lamentou Snalc em um comunicado à imprensa.

Sophie Vénétitay, chefe do Snes-FSU, o primeiro sindicato de nível secundário, disse sobre que “Michel Barnier sacrifica as escolas públicas. Indigno e irresponsável! »

“4.000 posições é enorme. Estamos literalmente cara a cara, é escandaloso”protestou novamente à AFP Catherine Nave-Bekhti, secretária-geral da CFDT Educação.

Os sindicatos alertam regularmente para o facto de o objetivo declarado de colocar um professor à frente de cada turma estar longe de ser cumprido e insistem na necessidade de tornar a profissão mais atrativa, enquanto mais de 3.000 vagas não foram preenchidas em concursos públicos. e professores particulares este ano.

O líder rebelde Jean-Luc Mélenchon também reagiu fortemente a X: “Menos 4 mil vagas na Educação. Depois de espalhar a miséria, aqui está a organização da ignorância. Este orçamento é uma calamidade”, ele se rebelou.

“E ao mesmo tempo que estes cortes, pedimos aos professores do jardim de infância ou do ensino básico que estabeleçam uma meta de inclusão de alunos com deficiência. Falam-nos de mais 2.000 cargos na AESH mas sabemos muito bem que ninguém quer exercer esta profissão se não for suficientemente remunerado”apontou a Sra. Nave-Bekhti.

No ano passado, a lei de finanças de 2024 previa a eliminação de 2.500 cargos docentes, também justificada pelo declínio demográfico, estimado pelo ministério em menos 83 mil alunos no início do ano letivo de 2024. “choque de conhecimento”Gabriel Attal havia decidido cancelar a eliminação das 484 vagas previstas no ensino médio e criar 574.

Esses cargos docentes adicionais deveriam permitir priorizar a criação de grupos de níveis de francês e matemática. Anteriormente, o Estado havia eliminado 1.500 cargos em 2023, quase 2.000 cargos em 2022.

O orçamento da Educação para 2025 ascende a 63 mil milhões de euros, geralmente estável em comparação com 2024.

O ministério destaca um aumento “834 milhões de euros” em comparação com o orçamento de 2024, tal como era quando Anne Genetet, nomeada em setembro, tomou posse. Mas este aumento é de facto mais modesto se o compararmos com o orçamento original votado há um ano, porque entretanto o envelope foi reduzido em cerca de 700 milhões de euros em Fevereiro. O ministério garante que “a escola continuará sendo o primeiro orçamento do país”.



Leia Mais: Le Monde

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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre

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Entrega de notebooks e PCs (2).jpg

A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”

Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac propõe criação do curso de Psicologia no campus Floresta — Universidade Federal do Acre

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Reunião no DF-2026.08.25 (2).jpeg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com o secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Marcus Vinícius David, e a equipe da Secretaria de Educação Superior (Sesu), nessa terça-feira, 25, em Brasília. A pauta foi a formalização da proposta de criação do curso de Psicologia no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A expectativa da universidade é de que o curso possa ser ofertado a partir de 2027.

O reitor destacou que o Vale do Juruá não dispõe de formação superior com esse perfil e que profissionais que atuam na região muitas vezes vêm de Rio Branco ou de outros Estados. A avaliação da gestão é de que existe demanda por psicólogos tanto no atendimento pelo Sistema Único de Saúde quanto no setor privado.

A criação do curso integra as possibilidades do Programa Universidades Transformadoras e, de acordo com o reitor, foi uma das demandas apontadas durante o processo eleitoral da atual gestão “Seria uma oportunidade para os filhos, os jovens que estão saindo do ensino médio, que têm o sonho de caminhar nessa área da saúde e se formar em Psicologia”, pontuou Josimar.

Na agenda com o MEC, também foram apresentadas outras demandas da universidade. O reitor convidou formalmente Marcus Vinícius David para conhecer o campus Floresta e visitar obras da Ufac vinculadas ao Programa de Aceleração do Crescimento no campus Fronteira, em Brasileia.

Nesta quarta-feira, 26, Josimar também participou da 188ª Reunião Extraordinária do Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), realizada na sede da entidade, em Brasília. A participação integrou a agenda institucional da Ufac na capital federal.



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