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A meta de emissões perdidas da China representa um desafio para os esforços climáticos globais | Notícias climáticas
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Taipei, Taiwan – A falha da China em cumprir uma meta importante de emissões de carbono levantou preocupações sobre sua capacidade de alcançar a neutralidade do carbono, um fator potencialmente decisivo nos esforços globais para evitar os piores efeitos das mudanças climáticas.
A intensidade do carbono da China – uma medição de emissões de carbono por unidade de produto interno bruto (PIB) – caiu 3,4 % em 2024, com falta de alvo oficial de Pequim de 3,9 %, de acordo com o Bureau Nacional de Estatísticas.
A China também está por trás de sua meta de longo prazo de reduzir a intensidade do carbono em 18 % entre 2020 e 2025, conforme estabelecido pelo Partido Comunista Chinês (PCC) em seu mais recente plano de cinco anos.
Sob os “alvos duplos” da China, o presidente Xi Jinping prometeu atingir as emissões de pico antes do final da década e a neutralidade de carbono até 2060.
O progresso da China está sendo observado de perto em todo o mundo devido à sua posição paradoxal como o principal poluidor do mundo – responsável por cerca de 30 % das emissões globais – e o líder mundial em investimento em energia renovável.
O sucesso ou o fracasso do país em cumprir suas metas de emissões terão implicações importantes para os esforços da comunidade internacional para impedir que as temperaturas médias subam mais de 1,5 graus Celsius (2,7 graus Fahrenheit) acima dos níveis pré-industriais, uma referência estabelecida pelas Nações Unidas para aterir “catastróficos” dos efeitos climáticos.
As chances de o planeta poder manter abaixo do limite de 1,5 ° C a longo prazo já estão em dúvida, Depois de 2024, tornou -se o primeiro ano civil da história, onde as temperaturas violaram o limite.
Embora a intensidade do carbono seja apenas um dos benchmarks usados por Pequim, ela fornece informações importantes sobre como a descarbonização está ocorrendo em toda a economia, disse Muyi Yang, analista sênior de energia da Ember, um think tank global de energia com sede no Reino Unido.
“Embora a economia continuasse a crescer, a redução nas emissões em relação a esse crescimento não foi tão rápida quanto a pretendida”, disse Muyi à Al Jazeera.
A segunda maior economia do mundo baseou-se fortemente no crescimento industrial para sair da queda econômica causada pela pandemia covid-19, mas isso por sua vez levou a um recente aumento na demanda de energia, disse Muyi.
Enquanto a economia da China cresceu oficialmente 5 % em 2024, a demanda de eletricidade cresceu 6,8 % ano a ano, de acordo com dados do governo.
As emissões de carbono cresceram 0,8 % ano a ano.
As ondas de calor recordes representaram um desafio adicional aos esforços de redução de emissões, interrompendo a produção de energia em barragens hidrelétricas, forçando as autoridades a compensar o déficit com a energia do carvão.
Apesar dos contratempos, Pequim fez conquistas notáveis em energia renovável, de acordo com Eric Fishman, gerente sênior do Lantau Group, uma empresa de consultoria em energia em Hong Kong.
No ano passado, a China atendeu a 14,5 % de sua demanda total de energia com energia eólica e solar e outros 13,4 % com a hidrelétrica, de acordo com dados do governo.
O país também atendeu a cerca de 75 % de seu crescimento incremental na demanda de energia – 500 das 610 horas de terawatt – com energia renovável, disse Fishman, com base em uma análise dos dados do governo.
A figura representa “grandes quantidades de energia limpa” aproximadamente equivalentes ao consumo anual de energia da Alemanha, disse Fishman à Al Jazeera.
Grande parte desse crescimento foi impulsionada pelo apoio do governo, inclusive dos níveis mais altos do PCC.
O pensamento de Xi Jinping, a ideologia governante de Xi consagrada na Constituição chinesa, afirma que a China deve se esforçar para uma “civilização ecológica”.
Em 2021, Xi anunciou que “projetos de alto consumo de energia e alta emissão que não atendem aos requisitos devem ser resolutamente retirados”.
No mesmo ano, a China lançou seu esquema de negociação de emissões, o maior mercado de comércio de carbono do mundo, sob o qual as empresas que produzem menos emissões do que seu subsídio designado podem vender seus subsídios não utilizados para os poluidores que excedem seus limites.
Mais recentemente, Xi pediu que a China se concentrasse em “novas forças produtivas de qualidade” e na transição para uma fabricação mais sofisticada e orientada por inovação, disse Anika Patel, analista da China da Carbon Brief.
“(China) tem sido historicamente visto como a ‘fábrica do mundo’, mas com foco nos chamados ‘Antigos Três’, que são todos produtos de menor valor-aparelhos, roupas e brinquedos. Agora ele quer mudar para o crescimento verde e os ‘novos’, que são painéis solares, veículos elétricos e baterias de íons de lítio”, disse a Patel Al Jazera.
O CCP lançará sua mais nova rodada de metas de emissões de carbono para 2026 a 2030, juntamente com seu próximo plano de cinco anos no final deste ano, disse Patel, o que afetará a direção dos setores público e privado.
Yao Zhe, consultor de políticas globais do Greenpeace East Asia, disse que, enquanto a China está a caminho de atingir o pico de carbono antes de 2030, se pode deixar o carvão totalmente para trás a longo prazo é menos certo.
“A obtenção de neutralidade de carbono exigirá muito mais mudanças estruturais no setor de energia e na economia da China como um todo. E essas mudanças precisam começar logo após o pico”, disse Yao à Al Jazeera.
“Embora os formuladores de políticas chineses sejam bons em apoiar a indústria da CleanTech, eles tendem a adiar essas reformas estruturais para um período posterior – possivelmente posteriormente em 2035 – e isso é uma preocupação real”.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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