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“A mulher estava desesperada – não tinha comido nem feito cocó”: o que aconteceu quando um chapéu foi levado para um centro de resgate de ouriços? | Animais

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Kate McCusker

Marco 2024: um sonho febril dos orçamentos conservadores, Teorias da conspiração da Princesa de Gales e, er, ouriços que eram bolas de chapéu. Sim, quando Jeremy Hunt agarrou a caixa vermelha do orçamento pela última vez, uma história de boa vontade tomou conta dos nossos corações – a do bom samaritano que confundi um chapéu desonesto na calçada de Cheshire para um ouriço doente e o levou às pressas para o pronto-socorro de animais.

Perdido? O mesmo aconteceu com o garotinho em questão. Ele foi encontrado abandonado na rua no meio do dia, longe de sua família de ouriços (um grupo de ouriços é chamado de espinhos, para sua informação). Exceto, bem, não exatamente.

“A senhora que o trouxe estava muito desesperada e preocupada porque o guardou numa caixa de sapatos durante a noite, mas ele não tinha comido nem feito cocô”, diz Janet Kotze, gerente do Madeira de musgo inferior hospital de vida selvagem em Knutsford, Cheshire. A mulher forrou a caixa com jornal, deu-lhe uma bolsa de água quente e um pouco de comida úmida de gato para se alimentar. Kotze – surpreso com a leveza da caixa – examinou o pequeno monte marrom sob as luzes fortes da sala de triagem do hospital, apenas para descobrir que não era um ouriço, nem mesmo um animal – era, na verdade, a parte superior cortada de um chapéu.

O bom samaritano “não acreditou quando lhe contei”, diz Kotze. É certo que era cor de ouriço. Mas ela não ficou por aqui – após a observação de Kotze, ela pegou a caixa e saiu correndo. (Depois que Kotze tirou uma fotografia e a distribuiu aos colegas que a compartilhariam nas redes sociais, obviamente.) “Fiquei para trás, completamente atordoado”, diz Kotze.

O socorrista permaneceu anônimo, mas em poucos dias o hospital alcançou fama mundial. “Algumas pessoas me ligaram de minha terra natal, na África do Sul, perguntando: ‘O que está acontecendo?’”, diz Kotze. O não-ouriço foi batizado de Hedgebobble pela equipe do hospital e gerou dezenas de milhares de curtidas no Facebook e uma série de doações para o centro. Foi bem-vindo, diz Kotze.

Também abriu as comportas para uma onda de solidariedade ao estilo de Spartacus, com pessoas confessando os objetos mais estranhos que levaram para um hospital veterinário. Uma mulher pensou que um pão de frutas bicado por um pássaro em seu jardim era um animal, disse ela à BBC Breakfast. Outro pegou um pouco de esterco de cavalo no meio da estrada pensando que era outro ouriço doente.

Mas, como acontece com todas as notícias virais, o que sobe deve descer. “As doações foram ótimas por um tempo, mas a história meio que perdeu força”, diz Kotze. “Com os custos crescentes da energia e dos alimentos, ainda estamos em apuros.” Quanto ao hedgebobble, Kotze fica simplesmente confortado por saber que existem pessoas que se importam. “Há muita tristeza no resgate de animais selvagens, porque quando a maioria dos animais é internada já é tarde demais para salvá-los. Uma história comovente era muito necessária.”



Leia Mais: The Guardian

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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física-interna.jpg

A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos-interna.jpg

Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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Curso de Ciências Contáveis realiza evento sobre IA e deepfakes — Universidade Federal do Acre

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O curso e o Centro Acadêmico de Ciências Contábeis, da Ufac, promoveram o evento de extensão Inteligência Artificial (IA), Regulação de Deepfakes e Formação Cidadã, em 9 e 10 de julho, no bloco do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas. Nesse período, estudantes, professores e interessados no assunto realizaram troca de experiências, além de debates sobre temas atuais para cidadania e o exercício profissional.

A programação contou com palestra de Virgilio Viana, a qual proporcionou aos participantes reflexões sobre os desafios e as oportunidades decorrentes das transformações tecnológicas na sociedade contemporânea. Também ocorreram três oficinas: O Perfil Profissional para a Gestão Pública, ministrada por Esteferson Rocha; Cartão de Crédito: Aliado ou Vilão?, ministrada por Gilvanete Pereira; e Inteligência Emocional, ministrada por Jordeane Oliveira

Os professores Marconde Silva e Oleides Oliveira organizaram o evento, que, segundo eles, reafirmou o compromisso do curso de Ciências Contábeis com a promoção de ações de extensão que integram ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo o diálogo entre a universidade e a sociedade.

 



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