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“A Nissan julgou mal a sua vulnerabilidade ao desvendar a sua aliança com a Renault”

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RConstruir uma vida depois de um casamento fracassado não é fácil. Nissan e Renault, após vinte e cinco anos de convivência, estão vivenciando isso. A busca por um novo parceiro é aleatória, não havendo garantia de que será mais compatível que o anterior. Apesar de tudo, esta é a escolha da fabricante japonesa. No dia 23 de dezembro, ele anunciou que estava pronto para ceder aos avanços de sua compatriota Honda para tentar sair das dificuldades. Por seu lado, a Renault, nesta fase, prefere ficar sozinha. Mas a ilusão de uma liberdade recém-descoberta corre o risco de se transformar em vulnerabilidade num sector em plena transição para a electricidade e que exige cada vez mais investimentos.

O anúncio inesperado de uma fusão entre Nissan e Honda permite-nos afastar as últimas pretensões sobre a aliança formada em 1999 com a Renault. O desvio de que o CEO do grupo, Carlos Ghosn, foi acusado em 2018, a vontade da Nissan de assumir o controlo do seu destino e os erros da nova gestão da Renault abalaram as relações entre os dois grupos. O anúncio de um reequilíbrio de capital em fevereiro de 2023 “para levar sua parceria para o próximo nível” não tinha enganado ninguém. O esboço de alguns microprojetos conjuntos foi uma tentativa de salvar a face, mas todos entenderam que os dois grupos queriam principalmente avançar para outra coisa.

Durante muito tempo, a Nissan já não tolerava o controlo exercido pela Renault, que já não tinha realmente os meios para fazer esta aliança funcionar. Guiados por impulsos nacionalistas, os japoneses procuraram a todo custo reduzir a participação francesa na sua capital, a fim de recuperar a sua independência.

Dívida enorme

Mal este processo começou, a Nissan vê-se agora forçada a atirar-se nos braços da Honda. Porque desde o caso Ghosn a situação só piorou. A dívida é enorme. A sobrecapacidade industrial é gritante. A rentabilidade entrou em colapso. Financeiramente frágil e sem uma estratégia clara, vinte e cinco anos após o seu resgate graças à Renault, a Nissan está de volta à estaca zero.

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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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