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“A pobreza parou de diminuir em França há vinte anos e está até a aumentar”

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EUExistem mais de 9 milhões de pessoas pobres em França, ou 14,4% da população, e quase 10 milhões, incluindo os departamentos ultramarinos. E isto, apesar das despesas atribuídas ao combate à pobreza estimadas em 51 mil milhões de euros por ano, ou mesmo 90 mil milhões incluindo despesas indirectas na saúde, na educação ou na justiça em particular, e apesar da actividade das associações e da dedicação de centenas de milhares de voluntários em todo o território.

Há vinte anos que a pobreza parou de diminuir em França: um aumento lento mas inexorável começou em 2004, que os números do INSEE para 2022 acabam de confirmar.

As formas desta pobreza são elas próprias mais diversas e, para melhor compreender e agir, é agora mais relevante usar o plural e falar da “pobreza”. Mais complexa, a realidade exige uma política mais pró-activa e mais estruturada. A ação pública deve ser revista segundo uma abordagem global, transversal, participativa, clarificando responsabilidades e melhor gerida.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes O Observatório das Desigualdades documenta o “lento aumento da pobreza”

A estratégia actualmente seguida visa avançar para o pleno emprego. É louvável por si só. Mas devemos ter em mente que o emprego não garante uma saída para a pobreza e que um grande número de pessoas é impedido de trabalhar não por culpa sua, mas devido a obstáculos à integração: estruturas insuficientes de acolhimento de crianças, distância geográfica do emprego, analfabetismo ou analfabetismo.

Falta de uma abordagem global

As próprias autoridades públicas determinam, de facto, em grande medida, o nível de pobreza através de regulamentos (fixando o nível do salário mínimo, dos mínimos sociais, da remuneração dos contratos subsidiados), bem como pela data de reavaliação das pensões e benefícios. mínimos sociais. Contudo, as pessoas que vivem na pobreza são, por natureza, particularmente sensíveis às flutuações de preços.

O poder público também produz pobreza entre os seus próprios agentes (250 mil deles são trabalho a tempo parcialàs vezes com horários atípicos). A política de combate à pobreza carece de uma abordagem global, através da coerência de todas as políticas que para ela contribuem: habitação social, emprego, saúde, etc. Ainda mais sistematicamente, a noção de uma abordagem integrada (integração) envolve examinar todos os projetos em termos do seu efeito sobre os 10% mais pobres.

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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física-interna.jpg

A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos-interna.jpg

Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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Curso de Ciências Contáveis realiza evento sobre IA e deepfakes — Universidade Federal do Acre

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O curso e o Centro Acadêmico de Ciências Contábeis, da Ufac, promoveram o evento de extensão Inteligência Artificial (IA), Regulação de Deepfakes e Formação Cidadã, em 9 e 10 de julho, no bloco do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas. Nesse período, estudantes, professores e interessados no assunto realizaram troca de experiências, além de debates sobre temas atuais para cidadania e o exercício profissional.

A programação contou com palestra de Virgilio Viana, a qual proporcionou aos participantes reflexões sobre os desafios e as oportunidades decorrentes das transformações tecnológicas na sociedade contemporânea. Também ocorreram três oficinas: O Perfil Profissional para a Gestão Pública, ministrada por Esteferson Rocha; Cartão de Crédito: Aliado ou Vilão?, ministrada por Gilvanete Pereira; e Inteligência Emocional, ministrada por Jordeane Oliveira

Os professores Marconde Silva e Oleides Oliveira organizaram o evento, que, segundo eles, reafirmou o compromisso do curso de Ciências Contábeis com a promoção de ações de extensão que integram ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo o diálogo entre a universidade e a sociedade.

 



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