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A polícia do Reino Unido prende o homem por petroleiro e colisão de navios de carga no Mar do Norte | Notícias de envio

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A polícia do Reino Unido prende o homem por petroleiro e colisão de navios de carga no Mar do Norte | Notícias de envio

Um marinheiro presumiu morto após o acidente, o homem não identificado detinha por suspeita de ‘homicídio culposo’.

A polícia do Reino Unido prendeu um homem “por suspeita de homicídio culposo por negligência” após uma colisão no Mar do Norte entre um navio de carga e um navio -tanque.

A polícia de Humberside disse na terça-feira que o homem de 59 anos foi detido em conexão com o dia anterior colidir Entre o navio de carga português Solong e o tanque de petróleo Stena Imaculado, com bandeira dos EUA, que causou uma explosão e incendiou os navios.

O homem, que não foi nomeado pela polícia, não foi acusado.

O ministro dos Transportes Júnior, Mike Kane, disse no Parlamento que um membro da tripulação do Solong foi presumido morto e que era “improvável” que o navio de carga à deriva permanecesse à tona.

Os 36 tripulantes restantes dos dois navios foram trazidos em terra em segurança no porto de Grimsby, cerca de 240 quilômetros ao norte de Londres, sem ferimentos graves.

As autoridades e operadores dos navios ainda precisam oferecer uma explicação de como o acidente aconteceu ou por que vários sistemas de segurança a bordo de embarcações modernas não impediram o acidente.

O superintendente -chefe do detetive Craig Nicholson disse em comunicado que a polícia de Humberside estava desempenhando um papel de liderança na “investigação de possíveis crimes criminais que surgem da colisão”.

“Já foi realizado um extenso trabalho e estamos trabalhando em estreita colaboração com nossos parceiros para entender o que aconteceu e fornecer apoio a todos os afetados”, disse ele.

Na terça -feira, um porta -voz do primeiro -ministro britânico Keir Starmer havia dito que não parecia haver nenhuma sugestão de “jogo sujo”.

Danos ambientais

O Greenpeace UK expressou “preocupações graves” na terça -feira sobre danos ambientais da colisão, que ocorreu “perto de áreas ambientalmente sensíveis”.

O Stena Imaculate estava operando como parte do Programa de Segurança de Tanques do governo dos EUA, um grupo de navios comerciais que podem ser contratados para transportar combustível para os militares quando necessário.

Seu operador, a empresa de gerenciamento marítimo dos EUA, Crowley, disse que estava carregando 220.000 barris de combustível Jet-A1 em 16 tanques, pelo menos um dos quais foi rompido.

Teme -se que a carga de combustível a jato pudesse poluir o mar, prejudicando grandes colônias de aves marinhas protegidas na área, incluindo papagaios e gannets e os peixes em que alimentam.

Havia temores de que o Solong estivesse carregando cianeto de sódio, mas a empresa de navegação Ernst Russ, que gerencia o navio, disse que não era esse o caso.

Quatro recipientes vazios a bordo que “anteriormente continham o produto químico perigoso” continuarão sendo monitorados “, acrescentou.

A Agência da Guarda Costeira do Reino Unido disse na terça -feira que o Solong estava “ainda aceso”, enquanto o incêndio a bordo do Stena Imaculado “diminuiu bastante”.

Ele disse que o Solong estava flutuando para o sul, longe do tanque, e uma zona de exclusão de 800 metros (cerca de um quilômetro) foi implementada em torno de ambos os navios.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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