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A vencedora do gramado mais feio do mundo diz que deixa a rega para a Mãe Natureza | Água

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Priya Bharadia

Um gramado queimado pelo sol perto de Christchurch, em Nova Zelândiafoi coroado o gramado mais feio do mundo.

Agora em seu segundo ano, a competição do gramado mais feio do mundo recompensa os proprietários de gramados por não regarem a grama amarela ressecada e os canteiros de flores irregulares.

O gramado vencedor no assentamento de Birdlings Flat pertence a Leisa Elliott e é mantido bem aparado por ventos costeiros fortes e pouca chuva.

“Eu moro em uma pequena comunidade costeira”, disse Elliott. “Nossa água potável é bombeada de um poço próximo a Kaitorete Spit. Na minha opinião, água potável é água potável, não água para regar o gramado.”

O gramado vencedor de Leisa Elliott fica em Birdlings Flat, na região de Canterbury, na Nova Zelândia. Fotografia: Leisa Elliot

O concurso começou no município sueco de Gotland como uma manobra para promover a conservação da água na ilha. A proibição da irrigação em 2022 devido à escassez de água levou a uma competição entre os residentes, que rapidamente ganhou reconhecimento global.

Elliott disse: “Meu objetivo é criar um jardim que cuide principalmente de si mesmo, criando seu próprio ritmo natural”. Arbustos de cactos robustos e verdejantes cercam o gramado e são perfeitamente adequados ao clima quente.

“A Mãe Natureza rega aqui”, disse ela. “Quando chega a chuva, a transformação é impressionante. Um oásis depois de um deserto é um espetáculo para ser visto.”

A vida selvagem prospera sem ser perturbada, muitas vezes reunindo-se perto do lago de Elliott. “Muitas variedades de pássaros bebem e se banham nele. Bellbirds, fantails, olhos prateados, diferentes tipos de tentilhões, melros, estorninhos. A lista continua. Abelhas e lagartixas também chamam este lugar de lar.”

Elliott descobriu a competição em fevereiro, por meio de um programa matinal. “Estávamos enfrentando temperaturas de verão acima do normal e meu gramado certamente se enquadrava nos requisitos da competição.”

O júri, composto por residentes de Gotland, votou unanimemente a favor do gramado de Elliott após uma deliberação de uma hora. “Seu gramado pode não ganhar concursos de beleza, mas conquista corações por sua mensagem de sustentabilidade e adaptabilidade”, disseram. “O solo, ressecado e texturizado pelos elementos, é pontilhado por reentrâncias naturais esculpidas pelo clima e adornado com as cores suaves de uma paisagem que prospera sem interferência humana.”

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Mimmi Gibson, diretora de marca da agência de turismo Region Gotland, que ajuda a organizar o concurso, disse que a disputa pelo título foi acirrada. “Quero dizer, eles são todos tão ruins”, disse ela. “Eles são tão terríveis.”

Gibson disse esperar que o concurso anual continue a proporcionar às pessoas otimismo e ideias para ações pequenas e significativas que possam realizar durante a crise climática. Em Gotland, o concurso e outras iniciativas reduziram o consumo de água em 5% a 7% todos os anos desde 2022.

“Todos temos de canalizar esta ansiedade em relação às questões ambientais e aos desafios que enfrentamos como população global”, disse Gison. “E esta é uma maneira de fazer isso, não fazendo as pessoas se sentirem mal, mas fazendo-as sentir-se bem.

“No começo você fica de pé e ri e pensa: ‘Deus, o que é isso?’ Então você começa a pensar. Não é apenas uma coisa divertida, na verdade é economizar água. Acho que as pessoas gostam disso.”



Leia Mais: The Guardian

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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