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abertura de uma investigação após um vídeo alegando ser da Máfia DZ

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A promotoria anunciou a abertura de uma investigação na quarta-feira, 9 de outubro, após a transmissão de um vídeo bastante inusitado, onde homens encapuzados que afirmam ser da DZ Mafia, um clã de traficantes de drogas de Marselha, negam qualquer ligação com os dois últimos narchomicídios cometidos na cidade. . A investigação foi aberta “associação criminosa com vista à preparação de crimes e delitos relativos à criminalidade organizada”.

Neste vídeo, publicado nas redes sociais, um homem vestido de preto rodeado por cerca de quinze homens vestidos da mesma forma fala em frente a um púlpito coberto por um lençol branco onde se lê “DZ Mafia”. Sua voz mudou, ele “refuta o envolvimento desta organização nos assassinatos de um adolescente de 15 anos e de um motorista de VTC perpetrados entre 2 e 4 de outubro de 2024 em Marselha”disse a promotoria em um comunicado à imprensa.

Resta agora autenticar essas imagens e identificar as pessoas que estão por trás delas. As investigações foram confiadas à Polícia Judiciária e ao Gabinete Anti-Cibercrime (OFAC), com sede na região de Paris.

Além disso, o ministro do Interior, Bruno Retailleau, solicitou o encaminhamento para Pharos, plataforma de denúncia de conteúdos ilícitos na Internet, para que a publicação pudesse ser retirada, explicou. em uma entrevista diário O parisiense.

Uma comunicação que lembra a da FLNC

Este tipo de comunicação, sem precedentes no mundo do banditismo de drogas, era até agora mais comum nos círculos terroristas. O formato lembra notavelmente a comunicação do movimento clandestino da Frente de Libertação Nacional da Córsega, com a diferença de que os homens da FLNC aparecem armados.

Na semana passada, um recluso de 23 anos que afirmava fazer parte da Máfia DZ ordenou vingança a partir da sua cela em Aix-Luynes contra um concorrente, comissionando um adolescente de 15 anos. Mas o “CONTRATO” tinha ido muito mal na quarta-feira, 2 de outubro, já que este jovem foi finalmente morto em condições de “selvageria sem precedentes” segundo a acusação.

Para se vingar, este mesmo recluso recrutou então um assassino de aluguel de apenas 14 anos nas redes sociais, mas também aqui esta tentativa de vingança transformou-se numa tragédia com a morte, sexta-feira, 4 de outubro, de um motorista de VTC, uma família paterna totalmente estranha a este ambiente.

Neste vídeo, o homem acusa este detento de ser “mitomaníaco” e garante que “a criança de 14 anos e o uso do VTC para cometer um crime nada têm a ver com (deles) métodos »acrescentando: “Temos homens, veículos e meios suficientes para agir se formos obrigados a fazê-lo. »

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Esses comentários fizeram Jérémy Bacchi, senador comunista de Bouches-du-Rhône, pular, sobre : “A máfia em conferência. pressiona para “restaurar a verdade”: ela assume a responsabilidade pelos assassinatos, exceto o cometido pela criança de 14 anos. Gostaríamos de prejudicar a imagem deles! Alucinante! » O deputado (Rally Nacional) Franck Allisio ele exigiu “o estabelecimento do estado de emergência em todos os bairros assolados pelo tráfico”.

Desde Janeiro, dezassete pessoas morreram em Marselha devido a narcomicidas. No ano passado, a segunda cidade de França sofreu um banho de sangue com quarenta e nove mortes, a maioria ligada a um conflito entre a Máfia DZ e os seus concorrentes Yoda. Entre eles, sete menores perderam a vida, segundo a promotoria.

O mundo com AFP

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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