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AC confirma mais 4 mortes por Covid-19 neste domingo e taxa de ocupação de leitos de UTI sobe para 96%

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Mais quatro mortes por Covid-19 foram confirmadas no boletim da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) deste domingo (14). Todas as vítimas são homens com idades entre 46 e 88 anos. Também foram confirmados mais 107 novos casos de infecção pelo novo coronavírus, fazendo com que o número saltasse de 52.920 para 53.027 nas últimas 24 horas. O total de mortes no estado agora é de 921.

O número de exames de RT-PCR à espera de análise pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou pelo do Centro de Infectologia Charles Mérieux subiu para 1.009. Há 354 pessoas internadas, das quais 258 com teste positivo para a Covid-19.

O estado está em contaminação comunitária desde o dia 9 de abril, com uma taxa de incidência de 5.928 casos para cada 100 mil habitantes e a de mortalidade é de 103 para o mesmo grupo. Já a letalidade é de 1,7%.

Dos 96 leitos de UTI nos hospitais da rede SUS disponibilizados, 92 estão ocupados, fazendo com que a taxa de ocupação na UTI subisse para 96%. Os leitos de UTI estão concentrados em Rio Branco, com 70 vagas, e Cruzeiro do Sul, com 26.

Mortes por cidade

Cidades com óbitosÓbitos totaisNovos registros
Acrelândia140
Assis Brasil120
Brasiléia250
Bujari80
Capixaba80
Cruzeiro do Sul891
Epitaciolândia220
Feijó320
Jordão10
Mâncio Lima180
Manoel Urbano30
Marechal Thaumaturgo60
Plácido de Castro110
Porto Acre210
Porto Walter20
Rio Branco5682
Rodrigues Alves80
Santa Rosa do Purus30
Sena Madureira180
Senador Guiomard191
Tarauacá160
Xapuri170
Total9214

Números e mortes

 

Das 921 mortes registradas, 581 apresentavam algum tipo de comorbidade, segundo a Saúde, e 340 das vítimas não tinham outras doenças. Do total de mortos, 560 eram homens e 361 mulheres. Do total de vítimas, 650 tinham acima de 60 anos. Até o momento, o Acre registra 147.220 notificações de contaminação pela doença, sendo que 93.184 casos foram descartados.

As mortes registradas neste domingo ocorreram em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Senador Guiomard.

  • Rio Branco

A primeira vítima confirmada era morador de Rio Branco, de 62 anos. Ele deu entrada no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), no dia 8 de fevereiro e morreu no dia 10.

A outra vítima de Rio Branco tinha 46 anos. O homem deu entrada no Into-AC, no dia 2 de fevereiro e morreu nesse sábado (13).

  • Cruzeiro do Sul

 

A vítima de Cruzeiro do Sul tinha de 84 anos. O idoso deu entrada no Hospital Regional do Juruá no dia 4 e morreu no dia 11.

  • Senador Guiomard

 

O paciente de Senador Guiomard tinha 88 anos. Ele deu entrada no Into-AC, no dia 3 fevereiro e morreu no dia 12.

Maiores taxas de contaminação a cada 10 mil habitantes:

  • Assis Brasil – 1.353
  • Xapuri – 1.217
  • Tarauacá – 984
  • Mâncio Lima – 905
  • Sena Madureira – 724

 

Casos de Covid-19 por cidades

CidadesTotalCasos novos
Acrelândia7581
Assis Brasil1.0190
Brasiléia1.7931
Bujari5676
Capixaba3490
Cruzeiro do Sul5.0522
Epitaciolândia9760
Feijó1.87317
Jordão2880
Mâncio Lima1.7470
Manoel Urbano5450
Marechal Thaumaturgo7610
Plácido de Castro9970
Porto Acre8072
Porto Walter3880
Rio Branco23.56077
Rodrigues Alves3670
Santa Rosa do Purus4410
Sena Madureira3.3680
Senador Guiomard7411
Tarauacá4.2450
Xapuri2.3850
Total52.027107

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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