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Ação oferece atendimento de saúde e apresentações artísticas para pessoas em situação de rua em Rio Branco
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5 anos atrásem
Cortes de cabelo, atendimentos de saúde, lanches e apresentações artísticas foram disponibilizados para pessoas em situação de rua no Centro da capital acreana. A ação foi feita em frente ao Palácio Rio Branco pela Defensoria Pública do Acre e parceiros e marca o Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, celebrado nesta quinta-feira (19).
Atualmente, a capital acreana tem cerca de 283 pessoas em situação. O dado é do Centro de Referência Especializado para Atendimento à População em Situação de Rua (Centro POP), que está fazendo um novo recadastramento para atualizar os números.
O autônomo Marcos Aurélio Fontes de Lima, de 52 anos, esteve no local e aproveitou para cortar o cabelo. Ele disse que viveu durante muito tempo na rua, mas agora conseguiu alugar uma casa e ter uma condição de vida melhor. Lima é deficiente e costuma se alimentar no Centro Pop.
“Na época em que aconteceu esse negócio comigo, não pude mais ficar na rua por causa da minha perna porque a frieza dói muito. Aconteceu que eu morava com minha irmã, mas ela me expulsou de casa e fui morar na rua. Passei muito tempo morando na rua. Fui para o Centro Pop, sempre tomo café lá, pego comida e vim para cá”, disse.
A defensora pública Simone Santiago disse que a ação também é para conseguir mais parceiros para ajudar mais ainda essas pessoas que passam por situações de invisibilidade da sociedade e vulnerabilidade social. As equipes da DPE fizeram atendimentos jurídicos para quem compareceu ao local.
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Ação ofereceu atendimento jurídico e de saúde, lanche e apresentações artísticas — Foto: Lidson Almeida/Rede Amazônica Acre
“É um dia de reflexão sobre a situação de pessoas em situação de rua. Então, a Defensoria Pública é uma guardiã de direitos e temos nosso dever constitucional de estar buscando amparo a essas pessoas e também parceiros para nos ajudar no movimento e de ajuda social no movimento. Contamos com vários parceiros nessa ação, além do nosso atendimento jurídico que é um trabalho primeiro da defensoria”, pontuou.
A ação teve também apresentações do Circo da Broadway. Ainda segundo a defensora, com a volta do trabalho presencial, a Defensoria vai buscar, com apoio das Secretarias de Assistência Social e Direitos Humanos de Rio Branco e do Estado, reforçar o cumprimento e a criação de políticas públicas para ajudar essas pessoas.
“Temos que buscar políticas públicas e contribuir para levar essas políticas públicas para a retirada dessas pessoas e dar novas oportunidades. Precisamos estar em contato com elas para ver suas necessidades. Contribuir para levar essas políticas públicas para a retirada dessas pessoas e dar novas oportunidades. Precisamos estar em contato com elas para ver suas necessidades”, concluiu.
Colaborou o repórter Lidson Almeida, da Rede Amazônica Acre.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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