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Acre apresenta redução em crimes violentos e patrimoniais

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Ana Paula Xavier

A atuação da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) tem mostrado resultados positivos, com reduções significativas em diversos tipos de crimes no estado. De acordo com os dados de janeiro a outubro de 2024, o estado registrou uma redução de 18,64% nas mortes violentas intencionais (MVIs), em relação ao ano anterior, sendo que na capital, Rio Branco, a diminuição foi ainda mais acentuada, alcançando 25,81%. Apesar de Rio Branco concentrar 47,92% das mortes violentas do estado, as ações estratégicas para combater a criminalidade têm mostrado eficácia.

Acre apresenta reduções significativas em crimes violentos e patrimoniais: estado registrou uma redução de 18,64% nas mortes violentas intencionais. Foto: Dhárcules Pinheiro/Ascom Sejusp

Além disso, os dados indicam que 62% das MVIs na capital ocorreram na 2ª regional, e os homicídios têm se concentrado mais nas madrugadas de domingo, evidenciando a necessidade de uma atuação focada em horários e locais específicos. A violência com armas de fogo continua a ser uma preocupação, com 55,56% das mortes violentas no estado resultantes desse tipo de armamento, enquanto 26,39% foram causadas por arma branca. Contudo, o Acre também apresentou uma redução significativa em crimes patrimoniais, como roubos e furtos, que caíram 34,26% e 10,64%, respectivamente, no estado. Em Rio Branco, essa redução foi de 36,10% para roubos e 13,17% para furtos.

O secretário de Segurança, coronel José Américo Gaia, destacou os avanços alcançados, refletindo um esforço conjunto entre as forças de segurança e a sociedade. No entanto, é importante ressaltar que, entre as cinco naturezas de MVI, apenas os casos de lesão corporal seguida de morte não apresentaram redução. “Embora tenhamos reduzido significativamente os homicídios, precisamos continuar nosso trabalho para entender e combater as causas das lesões corporais que levam a mortes”, comentou.

O secretário de Segurança, coronel José Américo Gaia, destacou os avanços alcançados, refletindo um esforço conjunto entre as forças de segurança e a sociedade. Foto: Dhárcules Pinheiro/Ascom Sejusp

Os dados revelam que os roubos em outubro, assim como em setembro, ocorreram mais frequentemente durante o período noturno na capital, enquanto os furtos se concentraram nas madrugadas e noites de terça-feira. Além disso, o roubo de veículos teve uma redução de 37% e os furtos de veículos diminuíram 9%, com 27% dos veículos roubados e furtados sendo recuperados. Outro ponto a ser destacado é a redução de 30,16% no roubo de celulares no estado, embora os furtos tenham aumentado em 2,8%. Em Rio Branco, o roubo de celulares caiu 31,79%, enquanto os furtos aumentaram apenas 1,49%.

Em Rio Branco, essa redução foi de 36,10% para roubos e 13,17% para furtos. Foto: Dhárcules Pinheiro/ Ascom Sejusp

Por fim, o registro de crimes contra a mulher, conforme a Lei Maria da Penha, apresentou uma leve redução de 0,35% no estado e de 3,14% em Rio Branco, o que evidencia a continuidade do trabalho em defesa dos direitos das mulheres. O secretário enfatizou, ainda, a importância dessas reduções. “Os resultados positivos demonstram o comprometimento das nossas equipes e a eficácia das nossas estratégias. Contudo, não podemos relaxar; precisamos continuar a trabalhar para garantir a segurança de todos os cidadãos acreanos”, disse.

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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