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Acre continua na bandeira amarela, mas risco de 3ª onda não é descartada

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O governo do Acre realizou na manhã desta quarta-feira, 26, a 22ª coletiva de imprensa por videoconferência para divulgação da Classificação de Nível de Risco da Covid-19 no estado. Conforme o Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19, todas as três regionais continuam na Bandeira Amarela da pandemia, em nível de atenção. Entretanto, a estagnação por três semanas com cerca de 3 mil casos notificados não descarta o risco de uma preocupante terceira onda de contaminação pelo novo coronavírus.

De acordo com a coordenadora do grupo, Karolina Sabino, o comportamento de queda em alguns dos sete indicadores avaliados nas regionais não pode fazer com que a população se acostume com o cenário crítico de alto número de novos casos diários. “Houve uma queda importante se comparamos com o pico da segunda onda, mas se comprar o pico da primeira, é muito alto ainda. Estamos nos acostumando com o padrão elevado de novos casos”, destaca.

Uma possível terceira onda de contaminação do vírus pode apresentar um cenário ainda pior ao estado do Acre, por isso, o Comitê alerta que a população deve continuar seguindo todas as medidas contra a contaminação do coronavírus.

A projeção dos coletou os número registrados nas duas últimas semanas epidemiológicas, do dia 9 a 22 de maio de 2021. De forma geral, não houve grandes mudanças nos indicadores.

Alto Acre

Com relação aos 7 indicadores, a regional obteve nota final 11, com aumento no índice de isolamento social em 3%. A região também redução em 20% no índice de notificação por síndrome gripal, de 50% no índice de óbitos por Covid-19, além de queda na internação em leitos clínicos e UTI.

Baixo Acre

A regional onde se localiza a capital acreana também obteve nota 11 no geral, com aumento de 3% no isolamento social, aumento de 10% nas notificações por síndrome gripal e redução de 8% em novas internações por síndrome respiratória aguda grave. A região teve aumento nos casos de Covid-19 e redução em óbitos e ocupação em leitos clínicos e de UTI em 15%.

Juruá, Tarauacá e Envira

A regional do Juruá, Tarauacá, Envira obteve nota 10 no quadro geral, com aumento de 1% no isolamento, redução por síndrome respiratória aguda grave e de 57% nos óbitos e em ocupação em leitos clínicos e de UTI.

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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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