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Acredite em mim, a rainha do sono – microcochilos transformarão sua vida | Emma Brockes

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Emma Brockes

EUsou um grande cochilo. De classe mundial, na verdade. Posso ir do estado de vigília ao fundo do oceano em cinco minutos, como um mergulhador de um penhasco. É um talento antigo meu, mas tenho notado, ultimamente, que, ao contrário de outras instalações que diminuem com a meia-idade, minhas habilidades para dormir só estão ficando mais fortes. Houve tempos em que eu não ousaria tirar uma soneca a menos que tivesse uma hora limpa antes do próximo compromisso. Agora, faltando ainda 15 minutos – 10 em um empurrão absoluto – vou arriscar. Pode parecer narcolepsia, mas eu sei a verdade: que o microcochilo é o chave para tudo.

Quero dizer, nem tudo, obviamente. Mas é definitivamente a chave para a funcionalidade depois das 16h, o segundo turno, quando seus filhos chegam da escola e você os recompensa com sua energia esgotada depois do trabalho. Passa muito tempo na tela em minha casa porque a ideia de sentar no chão para brincar de Anarchy Pancakes ou Taco Cat Goat Cheese Pizza com meus filhos de nove anos parece um pedido para vestir calças de ferro e escalar uma colina íngreme. (E, como descobri, a única coisa pior do que não jogar é jogar de uma forma mole e meio maluca e depois cancelar o jogo após uma rodada com um brilhante “isso foi divertido!” que faz todo mundo franzir a testa.)

Mas os horários diários são apertados, especialmente no final do ano, quando os programas extracurriculares são interrompidos dias e semanas antes das aulas. A maioria de nós, em um dia normal, não tem a opção de desaparecer no abismo para o megacochilo de Natal (que dura duas ou mais horas), ou mesmo de atingir o suposto ponto ideal de cochilo que existe. entre 30 e 90 minutos. Estou aqui para lhe dizer, no entanto, que se você realmente se dedicar a isso, poderá transformar um fragmento de 10 minutos em um mergulho profundo e completo.

Existem algumas pesquisas sobre micro-cochilos, contrariamente à minha confiança inicial de que o havia inventado. O fenômeno dos microcochilos não deve ser confundido com algo chamado “microssono”, que é classificado como um distúrbio do sono – um efeito colateral da privação de sono ou do trabalho noturno que é medido em segundos – e ocorre espontaneamente, por exemplo enquanto dirige. Micro-cochilo é uma decisão consciente de bater no sofá e desligar a tomada por períodos de tempo relativamente pequenos, o que ainda pode ser benéfico.

O pesquisa indica que cochilos muito curtos de cinco a 10 minutos podem aumentar o estado de alerta mental de uma forma que cochilos mais longos não conseguem. Enquanto isso, todos os benefícios dos cochilos mais longos também se aplicam aos mini-cochilos, o que significa que podem aumentar a função executiva, melhorar a retenção da memória e melhorar a cognição.

Ainda assim, pelo menos no papel, o microcochilo pode causar ansiedade em duas frentes: primeiro, que você não adormecerá a tempo de aproveitar uma janela tão curta e, segundo, que adormecerá e sentirá falta do rampa de saída, acordando três horas depois e descobrindo que o serviço social está cuidando de seus filhos. Obviamente, você pode usar a função de alarme do seu telefone para impedir seu micro-cochilo, mas nunca achei necessário. Na minha experiência, quando você diz a si mesmo que tem apenas 10 minutos, algum tipo de relógio interno entra em ação, semelhante àquele que nos acorda a cada hora quando sabemos que temos um voo cedo para pegar. Nunca dormi demais.

Pelo contrário, saio da soneca para verificar a hora, às vezes duas ou três vezes nesse período de 10 minutos. O que é estranho na experiência do sono é que a sensação da passagem do tempo fica completamente distorcida; no final de um microcochilo, tenho a sensação de que poderia ter ficado fora por 20 minutos ou duas horas. A experiência de perder a consciência, mesmo que por três minutos, distorce o tempo de tal forma que parece que tive um sono muito mais longo.

Quanto à ansiedade de que o microcochilo demore muito para passar, recomendo que você simplesmente acredite em si mesmo. Você pode fazer isso. A qualquer momento, mas especialmente nesta época do ano, a maioria de nós está privada de sono, exausta, esgotada e esgotada. Você pode decidir olhar para o relógio e, como um apresentador de rádio diante dos longos minutos que antecedem o noticiário, mudar sua experiência do tempo, de modo que os segundos se tornem minutos, os minutos se tornem horas e o cochilo de 10 minutos se torne um sono significativo. quantidade de tempo para cair sob as ondas. Feliz Natal e boa soneca!

Emma Brockes é colunista do Guardian



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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