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Aí vem o endosso de celebridades nas eleições de 2024 nos EUA – mas eles importam? | Notícias das Eleições de 2024 nos EUA
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2 anos atrásem
As pessoas que ligaram ficaram tão irritadas que a segurança não quis correr nenhum risco.
Depois que o turno da noite terminou, eles escoltaram o apresentador noturno da rádio WIRK até seu carro, para que nenhum dos interlocutores cumprisse suas ameaças de “espancar” o apresentador por interpretar Dixie Chicks.
O ano era 2003, e a banda tinha acabado de criar um alvoroço nacional durante o Guerra do Iraque.
“Não queremos esta guerra, esta violência”, disse a cantora Natalie Maines à multidão do espectáculo em Londres, “e temos vergonha de o Presidente dos Estados Unidos ser do Texas”.
Esta repreensão ao presidente George W. Bush levou a boicotes massivos e, durante algum tempo, parecia que as Dixie Chicks nunca se recuperariam de se manifestarem contra a política e a guerra.
Agora, de acordo com vários especialistas, exatamente o oposto é verdadeiro. Espera-se que as celebridades dêem a conhecer as suas opiniões, como muitas fizeram durante a edição deste ano. Eleição presidencial dos EUA. Isso inclui a banda agora conhecida como The Chicks, que cantou o hino nacional americano na última noite da Convenção Nacional Democrata (DNC) deste ano.
“Os Chicks são o exemplo perfeito das nossas expectativas culturais em mudança”, disse David Schultz, autor e professor de ciências políticas na Universidade Hamline, no Minnesota. “Costumava ser ‘cale a boca e cante’”, observou ele, referindo-se ao título de um livro da comentarista conservadora Laura Ingraham. “Agora é: ‘queremos ouvir você cantar, mas também queremos saber sua posição’”.
Desde endossos de celebridades à escala actual são um fenómeno relativamente novo, continua a não ser claro que impacto – se houver – podem ter no resultado de uma eleição.
No entanto, cada resquício de influência pode ser importante em uma corrida tão acirrada.
“Digamos que Bad Bunny ou LeBron James possam atrair de 5.000 a 10.000 eleitores em Nevada ou na Pensilvânia”, disse Schultz à Al Jazeera, referindo-se ao cantor porto-riquenho e ao jogador de basquete americano. “Supondo que eles movam pessoas, isso poderia mudar o estado.”
Participação de condução
Vários especialistas entrevistados para esta história concordaram que celebridades não mudará a opinião das pessoas sobre a política. Pelo contrário, o seu impacto mais significativo será provavelmente observado na participação eleitoral.
UM Taylor Swift ou os fãs de Bad Bunny podem não estar planejando votar, mas o fato de seu artista favorito os encorajar pode ser suficiente para levar as pessoas às urnas.
Por exemplo, depois que Swift usou o Instagram para apoiar a candidata presidencial democrata Kamala Harris em setembro, cerca de 400 mil pessoas clicaram no site de informações eleitorais ao qual ela colocou um link em sua postagem. Não está claro quantas dessas pessoas realmente se registraram, mas em 2023, o site Vote.org registrou mais de 35.000 novos eleitores após uma postagem de Swift vinculada ao seu site.
Quando questionada sobre o impacto do endosso de Swift em 2024, Karen Hult, cientista política da Virginia Tech University, disse: “Isso poderia fazer a diferença”, especialmente dada a popularidade de Swift junto ao principal grupo demográfico de mulheres de 18 a 30 anos. Schultz dá crédito a Oprah Winfrey por ajudar Barack Obama a conquistar mulheres suburbanas em sua primeira corrida presidencial.
No entanto, também há evidências que sugerem que os democratas estão andando na corda bamba. Eles querem explorar as bases de fãs das celebridades, mas querem livrar-se da etiqueta “elitista” que os republicanos ficam muito felizes em atribuir a eles sempre que uma celebridade como Swift ou Winfrey se manifesta a favor de Harris.
“Patriota, o camarada Kamala está a montar uma EQUIPA DE SONHO DE ESQUERDA RADICAL”, escreveu o candidato presidencial republicano Donald Trump – ele próprio uma celebridade de longa data – num e-mail de angariação de fundos em Setembro. “Ela tem HACKS DE HOLLYWOOD como Oprah Winfrey e Jamie Lee Curtis arrecadando MILHÕES para sua campanha.”
Durante a Convenção Nacional Democrata, a equipe de Harris enfatizou aos repórteres que as celebridades não conduziram a campanha. No seu discurso na convenção, Obama observou que a cultura americana “valoriza coisas que não duram – dinheiro, fama, estatuto, gostos”.
Porém, nestes últimos dias de campanha, as celebridades estiveram na vanguarda de ambas as campanhas.
Bilionário Elon Musk tem sido difícil para Trump (e deu pelo menos 132 milhões de dólares ao ex-presidente e a políticos republicanos). Ao mesmo tempo, comentários racistas feitas por um comediante falando em um comício de Trump levaram as estrelas porto-riquenhas Bad Bunny, Jennifer Lopez, Ricky Martin e Luis Fonsi a apoiar publicamente Harris – com Lopez aparecendo em um comício dias antes da eleição.
Nenhuma das campanhas respondeu a um pedido de comentário da Al Jazeera. Ainda assim, todos os observadores e especialistas entrevistados para esta história concordaram que os endossos são talvez mais valiosos como um indicador da tentativa de identidade de uma campanha.
Além disso, acreditam que o crescente domínio do apoio de celebridades proporciona uma ideia do rumo que as campanhas presidenciais irão tomar no futuro.

Uma janela para a estratégia
A campanha de Trump pode ser liderada por um empresário que estrelou um dos programas mais populares da televisão norte-americana, O Aprendiz, até 2015, mas carece de poder de estrela em comparação com os Democratas.
Trump tem alguns apoiadores de celebridades, principalmente do mundo das artes marciais mistas, como o chefe do Ultimate Fighting Championship (UFC), Dana White, e celebridades um pouco desbotadas, como o lutador Hulk Hogan e o cantor Kid Rock. O popular comediante e apresentador de podcast Joe Rogan não endossou oficialmente Trump, mas tem aprovado amplamente nas últimas semanas.
Mas o que falta a Trump nas celebridades tradicionais, ele tem compensado com magnatas da tecnologia como Musk.
Mark Shanahan, professor de engajamento político na Universidade de Surrey, está prestando muita atenção ao contingente de “manos da tecnologia” que se uniu à campanha de Trump. Além de Musk, este contingente inclui David Sacks, Marc Andreessen e o companheiro de chapa de Trump, JD Vance – todos celebridades à sua maneira. Eles também são potencialmente atraentes para um tipo específico de eleitor.
“Os tech bros são um tipo diferente de celebridade, mas para milhões e milhões de eleitores longe dos estados costeiros, longe dos assentos do poder, essas pessoas podem muito bem pensar que alguém como Peter Thiel oferece uma solução e lhes dá uma oportunidade de ser um dia, um milionário ou bilionário”, disse Shanahan à Al Jazeera.
O veterano cientista político acrescentou que é “notável” que a campanha de Harris tenha trazido o bilionário Mark Cuban para aparições no final da campanha. Cuban, talvez mais conhecido por ser dono do Dallas Mavericks da NBA e estrelar como jurado no reality show “Shark Tank”, fez fortuna pela primeira vez na tecnologia e no boom das pontocom. Para Harris, argumenta Shanahan, Cuban poderia ser uma força de equilíbrio e um sinal de que ela também tem amigos e apoiadores nos círculos empresariais de elite.
Hult, o professor da Virginia Tech, também tem observado os laços de “irmãos tecnológicos” que Trump cultivou. Ela acha que o tiro pode sair pela culatra, mobilizando as pessoas contra o candidato. Afinal, ela ressalta, Musk é uma figura altamente polêmica.
Mas a consideração mais interessante, diz ela, é a estratégia por trás destes laços. Por exemplo, ela diz que já tinha ouvido “conversas” de que a campanha de Harris cobiçava o endosso de LeBron James. A ideia, diz ela, é que James poderia ajudar a aumentar a participação entre Homens negrosum grupo demográfico em que Trump está a ganhar terreno. James, a quem Laura Ingraham, apresentadora da Fox News, certa vez disse para “calar a boca e driblar”, apoiou Harris nos últimos dias da campanha.
Hult também diz que ambos os partidos políticos podem tender à “microssegmentação” em seu futuro cortejo de endossos de celebridades. Mais especificamente, eles podem passar mais tempo trabalhando para garantir o apoio dos influenciadores das redes sociais.
Já existem sinais claros disso – esta eleição foi referida como “a eleição do podcast” – e alguns estudos indicam que os influenciadores das redes sociais têm maior probabilidade de mobilizar os eleitores do que uma celebridade.
Por enquanto, está claro que ambas as campanhas precisam de qualquer tipo de vantagem que possam obter, seja uma celebridade, um podcaster ou a reação negativa a alguém de um desses campos.
Shanahan observou que as margens são estreitas e os riscos são altos.
“Se Trump entrar, todas as apostas serão canceladas”, disse ele. “Os EUA abandonarão a NATO? No comércio, a única ferramenta que utiliza é a guerra. Portanto, provavelmente estamos perante um realinhamento na geopolítica global.”
E os Democratas usarão tudo o que estiverem ao seu alcance – incluindo o apoio de celebridades – para impedir isso.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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