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Alemanha e Dinamarca dizem que a Europa deve endurecer – DW – 28/01/2025

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Alemanha e Dinamarca’s Líderes políticos se reuniram na terça -feira em uma demonstração de unidade em meio a preocupações com a guerra híbrida russa no Mar Báltico e possível Projetos dos EUA sobre a anexação da Groenlândia.

Primeiro -ministro dinamarquês Mette Frederiksen e Chanceler alemão Olaf Scholz abordou a ameaça representada à segurança européia, mais imediatamente pela Rússia e pela China.

O que os líderes disseram

Scholz se referiu aos danos mais recentes aos cabos submarinos no mar Báltico que muitos atribuíram à Rússia e seu Frota de sombra de navios de sanções.

“Ontem, houve outro relatório de que outro cabo submarino havia sido danificado. Isso mostra a ameaça representada pela frota sombra russa”.

O chanceler se referiu a uma missão recentemente lançada pela Aliança Militar da OTAN para proteger a infraestrutura submarina no Báltico.

“Com a operação da OTAN ‘Báltico Sentry’, melhoraremos a proteção do Mar Báltico e a infraestrutura crítica no fundo do mar”. É claro que a OTAN permanece “o garante de nossa segurança comum”, acrescentou Scholz, argumentando que é por isso que muitos aliados aumentaram significativamente seus gastos com defesa nos últimos anos.

O chanceler alemão não mencionou diretamente o interesse renovado do presidente dos EUA, Donald Trump, em fazer da Groenlândia parte dos Estados Unidos. No entanto, ele parecia sugerir durante a conferência de imprensa.

“As fronteiras não podem ser movidas pela força: para quem possa interessar!” Ele disse.

A OTAN se move para proteger os cabos do mar Báltico

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Mette sublinhou a noção de que a Europa precisava assumir a responsabilidade por sua própria segurança.

“Precisamos avançar na Europa, precisamos de uma Europa mais forte e mais resoluta cada vez mais por si só, capaz de defender e promover a Europa e os interesses europeus”, disse ela. “Cabe à Europa definir o futuro do nosso continente. E acho que temos que assumir mais responsabilidade por nossa própria segurança, fortalecendo nossa indústria de defesa”.

O que está por trás dos comentários?

Os comentários do par vieram depois de um cabo sob o mar do Báltico, entre Suécia e Letônia foi cortado em um ato suspeito de sabotagem. A Letônia implantou um navio de guerra logo após e afirmou que o dano provavelmente foi causado por “influência externa”.

Um navio búlgaro que partiu da Rússia dias antes foi apreendido pelas autoridades suecas enquanto uma investigação ocorre.

Foi o mais recente de uma série de incidentes que levantaram temores de sabotagem e espionagem russa na região estratégica.

Lançado no início deste mês, a operação da Baltic Sentry envolve fragatas, aeronaves de patrulha marítima e uma frota de drones navais para fornecer “vigilância e dissuasão aprimoradas” para proteger a infraestrutura submarina.

O presidente que entra no Donald Trump ameaça mudar o mapa

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Mette estava visitando Berlim como parte de uma excursão pelas principais capitais européias, com o continente enfrentando o que ela chamou de “uma realidade mais incerta”.

Na segunda -feira à noite, seu governo anunciou um contrato de aproximadamente 14,6 bilhões de kroner (quase US $ 2 bilhões; € 1,92 bilhão) Com partidos, incluindo os governos da Groenlândia e as Ilhas Faeroe, para reforçar sua presença militar na Groenlândia.

A mudança ocorreu depois que Trump repetiu seu interesse em fazer da Groenlândia parte dos Estados Unidos. Acredita-se que a ilha, que é amplamente autônoma sob a coroa dinamarquesa, com defesa e assuntos externos fornecidos pela Dinamarca, possui vastos recursos naturais e está estrategicamente situado para o controle do Ártico.

rc/rmt (AFP, AP, dpa, Reuters)



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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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