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Alexander Volkanovski: Jon Jones must fight Tom Aspinall to be ‘proper double champ’

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Alexander Volkanovski is adding his name to the list of fighters signing off on a future Jon Jones vs. Tom Aspinall fight.

Though Jones defends his heavyweight title against Stipe Miocic at UFC 309 this Saturday, it’s interim champion Aspinall who has claimed many of the headlines as he has pursued a fight with Jones for the past year. Jones and Miocic were originally scheduled to fight at UFC 295 in November 2024, but when a pectoral injury forced Jones out of the contest, Aspinall and Sergei Pavlovich were called upon to fight for an interim title. Aspinall went on to defeat Pavlovich by 69-second knocokut.

Since then, there have been calls for Jones to fight Aspinall in a unification bout—much to Jones’ chagrin—but he and the UFC prioritized the Miocic re-booking. Breaking down the UFC 309 main event on his YouTube channel, Volkanovski made the case for Jones having to fight Aspinall should he defeat Miocic.

“I’m sure Jon Jones is sick of hearing this, but the Tom Aspinall fight is the fight everyone wants to see,” Volkanovski said. “You want to be a heavyweight champion, you want to claim that crown—that might sound wrong, because you did claim it. It was a vacant belt and you fought [Ciryl] Gane for it and you got it, but it’s going to be hard to convince me you’re defending champ if you don’t fight Tom Aspinall while he’s the interim champ and the biggest threat.

“Does Jon Jones even need to do this? No, he’s already got an incredible legacy. But if you want to claim the heavyweight division, so you were a proper double champ… you’ve got to fight Tom Aspinall. If you really want that on your résumé saying that I’m the best heavyweight while I was here, you have to fight Tom Aspinall. I think he is definitely the biggest threat. The wrestling, everywhere, he can be dangerous everywhere, and he’s a legit heavyweight. Explosive, fast. That’s the fight that I hope to see.”

Rather than discuss a potential fight with Aspinall, Jones has mentioned light heavyweight champion Alex Pereira as an opponent he’d like to face. In short time, Pereira has become one of the UFC’s most popular fighters, winning titles at 185 and 205 pounds, and flirting with the idea of jumping up one more division to become the promotion’s first triple champion.

Volkanovski sees the appeal in Jones vs. Pereira, but still wants to see interim champion get the fight that he deserves.

“What he gets out of beating [Aspinall] would be, I think for most of us, the guys that are in the know, that would be huge,” Volkanovski said. “But when you’re talking money and things like that and star power, I win over Pereira right now would be massive. That’s probably one of the biggest fights you could do right now, so I can see why he’s pointed there, but get rid of the heavyweight belt then. … The interim champ’s there, you need to fight him and that’s just how it is.”

As for how the action unfolds on fight night, Volkanovski is going with the favored Jones to take care of business. In 29 pro bouts, Jones’ only blemishes are disqualification loss to Matt Hamill in a bout that he dominated from start to finish, and a July 2017 bout with Daniel Cormier that was overturned from a Jones knockout win to a no-contest when Jones later tested positive for a banned substance.

Miocic also brings an impressive list of accolades with him to Madison Square Garden. The Cleveland native holds the record for most successful UFC heavyweight title defenses (4) and has knocked out a list of legends, including Daniel Cormier, Junior dos Santos, Fabricio Werdum, Andrei Arlovski, and Mark Hunt. However, Miocic has not competed since a knockout loss to Francis Ngannou in March 2021 and at 42 years old, his best days are behind him.

In a battle of legends, Volkanovski sees Jones coming out on top in convincing fashion.

“I love Stipe, but Jon Jones is going to be too good in this one,” Volkanovski said. “You can’t bet against him, and I think it probably will be a finish. Could be a submission, could be a TKO. Do I think it’s a one-punch knockout? No. Does he hurt him? Knees to the body, just breaking him properly down, like buckle his legs, knees, or bust his ribs, just painful TKO if that makes sense.

“Like, boom, boom, boom, and then trying to protect himself because he’s really hurt and the ref has to just stop it. I can see something like that happen. And I can see that happening maybe in the first few rounds, first couple of rounds even, maybe second-round TKO for Jon Jones.”

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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