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Alunos do 1º ao 5º ano voltam às aulas em Rio Branco após mais de uma semana de suspensão

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Os alunos do 1º a 5º ano da rede pública de Rio Branco voltaram às aulas nesta quarta-feira (22) após mais de uma semana com as atividades suspensas. Conforme a Secretaria de Educação Municipal (Seme), os alunos das creches só voltam à sala de aula no próximo dia 27.

Logo cedo, a enfermeira Antônia Cyntia Sussuarana levou as filhas Lívia e Alice, de 10 e 7 anos, para a Escola Anice Dib Jatene, na Rua Valdomiro Lopes. Ela se disse tranquila com o retorno das aulas e contou que procura fazer sua parte e orientar as filhas sobre os cuidados que devem ter para evitar doenças respiratórias.

“Fico bem tranquila, porque na verdade procuro fazer minha parte. A gente sabe que sozinho o estado não é capaz de fazer muito por nós, então temos que caminhar de mãos dadas, fazendo nossa parte, vacinando as crianças, orientando quanto ao uso da máscara, higiene das mãos, porque a educação e saúde são o carro-chefe. Sou enfermeira e procuro pôr em prática todo meu conhecimento, não negligenciar a educação das crianças e orientá-las quanto a importância dos cuidados. Elas colaboram, tomam a vacina, não reclamam, assim que abre vacina a gente vai e em casa procuro fazer lavagem nasal nelas”, disse Cyntia.

Agente de portaria Gessé Almeida levou o filho Nicollas para escola nesta quarta (22) — Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica

Agente de portaria Gessé Almeida levou o filho Nicollas para escola nesta quarta (22) — Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica

O agente de portaria Gessé Almeida é pai de Nicollas Almeida, de 11 anos e também se disse seguro com a volta das atividades escolares.

“Na verdade, a gente precisa priorizar a educação, na minha opinião, penso que se a gente tomar boas medidas como a lavagem das mãos, seria bom esse retorno. Porque a gente não pode deixar as crianças pagarem por esse tipo de processo. O período de pandemia foi muito longo e as crianças perderam muito tempo e as vezes se atrasaram na escola. Então, será um período experimental, acredito que as autoridades vão analisar se vai dar certo ou não, mas que seja um experimento positivo pra criançada”, afirmou o pai.

A suspensão ocorreu devido o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre crianças no estado. Ao todo, 10 crianças morreram vítima da síndrome em dois meses no estado. As aulas foram suspensas no último dia 13 até o dia 17.

Na sexta (17), a Secretaria de Educação Municipal chegou a anunciar que as aulas continuariam suspensas por mais uma semana, de 20 a 24. Já nessa segunda (20), a pasta disse que reavaliou a suspensão das atividades escolares e decidiu pelo retorno porque os estudantes de 1º ao 5º compõem um público menos afetado.

“Recomendamos que, como medidas protetivas, todos (pais, professores, funcionários e alunos) devem usar máscaras facial, realizar a higienização das mãos regularmente e evitar o compartilhamento de objetos no ambiente escolar”, destaca o comunicado.

Comitê de acompanhamento

O governado publicou no último dia 15 o decreto 11.071 de criação do Comitê de Acompanhamento Especial das Síndromes Respiratórias (Caerp) no estado.

Esse aumento dos casos expôs a falta de estrutura dos hospitais para atender crianças, já que o PS é a referência para atendimentos graves na capital.

Pais das crianças que morreram com a doença acusam o estado de negligência e denunciam falta de estrutura e medicamentos nessas unidades. Por isso, no último dia 10, o Conselho Regional de Medicina do Acre (CRM-AC) fez uma fiscalização no PS da capital.

Colaborou Andryo Amaral, da Rede Amazônica Acre.

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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