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Alzheimer: brasileira ganha prêmio internacional por estudo revolucionário

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A adolescente Juliana, de 13 anos, reuniu a turma da classe e fez um desabafo sobre o autismo. Nas redes sociais, a menina, que mora em Marabá, PA, foi aplaudida. - Foto: @ julietefs_andrade

A ciência do Brasil acaba de ganhar mais um motivo de orgulho! A jovem brasileira Giovanna Carello Collar, doutoranda da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ganhou um prêmio internacional com uma pesquisa inovadora sobre Alzheimer.

Premiada pela Alzheimer’s Association International Conference (AAIC) com o prestigiado título “One to Watch”, que reconhece talentos da neurociência no mundo, Giovanna começou a estudar a doença depois que a avó foi diagnosticada.

Hoje, a estudante se debruça sobre os fatores de proteção e resiliência no cérebro. O objetivo dela é encontrar caminhos para diagnósticos mais precoces e tratamentos mais eficazes.

Reconhecimento internacional

A indicação ao prêmio, que ocorreu em Indianápolis, Estados Unidos, foi feita por Pedro Rosa-Neto, pesquisador renomado da Universidade McGill, no Canadá.

Ao lado de outros dois jovens cientistas, Giovanna subiu ao palco da conferência AAIC Neuroscience Next como uma das futuras líderes mundiais no combate ao Alzheimer.

“Como mulher cientista, nascida e criada em um país emergente como o Brasil, reconheço o privilégio de poder optar por permanecer na academia. De fato, apenas 0,1% das mulheres brasileiras conseguem obter um título de doutorado aqui – o que é comparável à porcentagem da população mundial que completa uma maratona a cada ano! Mas sempre soube que eu queria ir além da mera existência na vida. Quero preencher os espaços que, historicamente, a maioria das mulheres latino-americanas não pôde ocupar””, disse em entrevista à UFRGS.

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Outras vitórias

Mas essa não foi a única honraria dela.

A estudante de doutorado de Bioquímica já recebeu mais de 15 bolsas de instituições nacionais e internacionais, foi embaixadora da ISTAART, é membro do comitê executivo da AWARE PIA e liderou a AAIC Neuroscience Next – Hub Porto Alegre.

Um verdadeiro fenômeno da ciência brasileira!

Do Brasil para o mundo

Giovanna começou a jornada científica ainda na graduação.

Bolsista de iniciação científica, a jovem se apaixonou pelo mundo da pesquisa.

Depois, fez um intercâmbio em Portugal, na Universidade de Coimbra, e não parou mais.

Com mestrado e doutorado em Bioquímica pela UFRGS, ela tem aprofundado o trabalho ao lado do professor Eduardo Zimmer, um dos maiores especialistas da área.

Vai pra Harvard

Giovanna é autora e coautora de artigos científicos em revistas prestigiadas, como Nature Neuroscience e Molecular Psychiatry.

Além disso, orienta alunos de graduação e ajuda a formar uma nova geração de pesquisadores.

Para 2025, um novo capítulo já está sendo escrito. A jovem foi selecionada para uma bolsa Fulbright, que permite a realização de parte do doutorado na Harvard Medical School, nos Estados Unidos.

Giovanna está de malas prontas para os EUA. Ela vai para Harvard! - Foto: RBS TV Giovanna está de malas prontas para os EUA. Ela vai para Harvard! – Foto: RBS TV



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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