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Ameaças de bomba em série da Air India: Por que isso é significativo em meio às tensões no Canadá? | Notícias da Aviação
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Uma série de ameaças de bomba contra várias companhias aéreas indianas abalou o país esta semana, colocando as autoridades locais e de cinco outros países numa corrida para investigar ameaças em meio a longos atrasos e desvios de voos.
A principal companhia aérea da Índia, a Air India, foi alvo de mais de uma dúzia de avisos desde segunda-feira, juntamente com ameaças contra transportadoras privadas locais.
Até agora, as ameaças revelaram-se fraudes. No entanto, ocorrem em meio a tensões crescentes entre a Índia e o Canadá devido à presença de longo prazo de separatistas Sikh no país.
É uma combinação fatal: os separatistas Sikh, a Índia e o Canadá têm uma história mortal ligada a um dos piores desastres aéreos alguma vez registados.
Aqui está o que você precisa saber sobre as ameaças de bomba e por que elas são importantes na rivalidade entre Índia e Canadá:
Que ameaças de bomba foram recebidas?
Pelo menos 19 ameaças de bomba foram emitidas em sites de redes sociais como o X contra aeronaves no país no espaço de três dias, incluindo voos da Air India e três transportadoras privadas.
Ameaças de bomba são comuns, mas vários ataques contra um país em poucos dias são incomuns.
Na segunda-feira, as autoridades divulgaram que três voos internacionais foram desviados ou atrasados após ameaças de bombardeamento, incluindo um voo da Air India de Nova Deli para Chicago, que foi forçado a aterrar num aeroporto remoto no Canadá. Na quarta-feira, autoridades canadenses enviaram um avião da Força Aérea para transportar mais de 200 passageiros para Chicago.
Outra série de ameaças ocorreu na terça-feira, incluindo uma contra um voo da Air India Express de Madurai, no sul da Índia, para Cingapura. A força aérea do país do Sudeste Asiático enviou dois caças F-15SG para escoltar a aeronave até uma baía pouco povoada no Aeroporto de Changi, disseram autoridades.
Várias ameaças também foram registradas na quarta-feira, visando os voos da transportadora privada IndiGo de Mumbai para Cingapura, Mumbai para Nova Delhi e Riade para Mumbai. Dois voos da SpiceJet e outro voo da Akasa também foram afetados.
Air Índia disse na segunda-feira que havia recebido diversas ameaças nos últimos dias. As autoridades indianas também afirmam que estão investigando os incidentes. Pelo menos um menor foi preso em conexão com algumas das ameaças, dizem as autoridades.
Na quarta-feira, o ministro da Aviação da Índia, Ram Mohan Naidu Kinjarapu, condenou as ameaças num discurso declaração sobre X. “Estou profundamente preocupado com os recentes atos perturbadores que visam as companhias aéreas indianas, afetando as operações nacionais e internacionais. Tais ações maliciosas e ilegais são motivo de grande preocupação e condeno veementemente qualquer tentativa de comprometer a segurança, a proteção e a integridade operacional do nosso setor da aviação.”
Por que essas ameaças são historicamente significativas?
Em 23 de junho de 1985, um voo da Air India que ia do Canadá para a Índia via Londres explodiu na costa irlandesa, matando todas as 329 pessoas a bordo. Eram 307 passageiros – a maioria cidadãos canadenses de origem indiana – e 22 tripulantes. Foi o pior desastre aéreo do mundo antes dos ataques de 11 de setembro nos Estados Unidos. Continua a ser o pior desastre aéreo do Canadá até à data.
No mesmo dia, outra bomba explodiu num aeroporto de Tóquio, matando dois carregadores japoneses. Acredita-se que a bomba tenha como alvo outro voo da Air India para Bangkok antes de explodir prematuramente.
Os investigadores culparam os separatistas Sikh, que se acreditava estarem em busca de vingança pelo ataque mortal do Exército Indiano ao Templo Dourado, no estado de Punjab, um ano antes. Na altura, o movimento por uma nação Sikh separada, formada a partir do Punjab indiano – chamada Khalistan – ganhou impulso na Índia. Desde então, o movimento Khalistan morreu em grande parte na Índia, mas tem um forte apoio entre sectores da diáspora Sikh no Canadá, nos EUA, no Reino Unido e na Austrália.
Embora várias pessoas tenham sido acusadas e acusadas pelos atentados de 1985, apenas uma foi condenada: Inderjit Singh Reyat, um eletricista anglo-canadense, cumpriu penas no Canadá e no Reino Unido entre 1991 e 2016. Ele é agora um homem livre.
Talwinder Singh Parmar, um líder separatista sikh canadense, foi julgado ao lado de Reyat, mas posteriormente libertado porque a promotoria não conseguiu provar seu caso.
A polícia canadense, em 2000, também prendeu o rico empresário de Vancouver, Ripudaman Singh Malik, e Ajaib Singh Bagri, um operário da Colúmbia Britânica, sob acusações que incluíam assassinato em massa e conspiração. Ambos também foram liberados.
As famílias das vítimas há muito acusam as autoridades canadenses de não fazerem o suficiente para prender os perpetradores. Em 2010, um inquérito de quatro anos levado a cabo por investigadores canadianos concluiu que as autoridades tinham conduzido mal as investigações e que uma série de erros tinha permitido que os ataques acontecessem.
Houve ameaças mais recentes?
No final de 2023, Gurpatwant Singh Pannuum líder separatista sikh baseado nos EUA, alertou as pessoas em um vídeo postado nas redes sociais para ficarem longe dos voos da Air India a partir de 19 de novembro de 2023. O alerta veio depois que surgiram relatos de um plano de assassinato frustrado para matá-lo em solo americano.
Pannun, uma imigração advogadoé líder do grupo Sikhs pela Justiça (SFJ), com sede nos EUA, que é proibido na Índia. Ele é conhecido por sua defesa separatista vocal e violenta de Khalistan e por vídeos anti-Índia nas redes sociais, onde às vezes incentiva as pessoas a desfigurar a bandeira indiana ou a rabiscar grafites anti-Índia. Ele foi acusado de terrorismo e conspiração na Índia. Em Outubro de 2023, ameaçou realizar um ataque “semelhante ao do Hamas” contra a Índia, na sequência dos ataques mortais do Hamas contra Israel.
Um agente do serviço secreto indiano dirigiu um plano para assassinar Pannun, de acordo com uma acusação divulgada pelo Departamento de Justiça dos EUA em Novembro passado. O agente também estava ligado a um assassinato separado de um líder separatista Sikh no Canadá – também em 2023.
A operação dos EUA foi frustrada depois Nikhil Gupta, um empresário de Nova Delhi contratado pelo agente indiano, sem saber, fez parceria com um informante do serviço secreto dos EUA para cometer o assassinato, levando à sua prisão, segundo as autoridades dos EUA. Os advogados de Gupta devem se reunir com os promotores na quinta-feira para buscar um acordo judicial.
Qual é o motivo da atual crise Índia-Canadá?
As tensões desencadeadas pelas ameaças de bomba surgem em meio a uma disputa cada vez mais profunda entre a Índia e o Canadá, que fez com que ambos os lados expulsassem ou retirassem dezenas de diplomatas no ano passado.
Em Setembro de 2023, o presidente canadiano Justin Trudeau, falando no parlamento, acusou pela primeira vez a Índia do assassinato do líder separatista Sikh Hardeep Singh Nijjar, que foi morto a tiro à porta de um templo em Surrey, um subúrbio de Vancouver, em 18 de Junho.
O governo da Índia rejeitou as alegações como “absurdas” e pediu ao Canadá que reprimisse os grupos anti-Índia que operam a partir do seu território. Durante anos, a Índia acusou o Canadá de abrigar separatistas Sikh, embora o Canadá negue.
Grupos Sikh realizaram referendos não oficiais sobre Khalistan no Canadá. Nijjar, 45 anos, era procurado na Índia por um suposto ataque a um padre hindu no país.
Quatro cidadãos indianos, que as autoridades canadianas dizem estar ligados a um notório Chefe do crime indiano, foi preso por seu assassinato.
Por que as tensões aumentaram?
Na segunda-feira, a briga aumentou depois que autoridades canadenses expulsaram o Alto Comissário da Índia, Sanjay Kumar Verma, e cinco outros diplomatas indianos, acusando-os de envolvimento no assassinato de Nijjar e em outros “atos de violência” contra separatistas Sikh.
Trudeau disse que a polícia canadense descobriu evidências “claras e convincentes” do envolvimento do governo indiano na morte de Nijjar e no ataque a outras pessoas.
“Isso inclui técnicas clandestinas de coleta de informações, comportamento coercitivo contra canadenses do sul da Ásia e envolvimento em mais de uma dúzia de atos ameaçadores e violentos, incluindo assassinato”, disse Trudeau a repórteres em entrevista coletiva.
Na quarta-feira, o primeiro-ministro canadense dobrou as acusações durante um inquérito sobre interferência estrangeira no país, ditado A Índia cometeu um “erro horrível” ao violar a soberania do Canadá.
A Índia também expulsou na segunda-feira seis diplomatas canadenses, incluindo o alto comissário interino do Canadá em Delhi, Stewart Ross Wheeler, de acordo com um comunicado do Ministério de Relações Exteriores da Índia.
O Ministério das Relações Exteriores do país disse ter “recebido uma comunicação diplomática do Canadá sugerindo que o Alto Comissário indiano e outros diplomatas são pessoas de interesse” na investigação em curso sobre o assassinato de Nijjar.
“Esta última etapa segue interações que testemunharam novamente afirmações sem quaisquer fatos. Isto deixa poucas dúvidas de que, sob o pretexto de uma investigação, existe uma estratégia deliberada de difamar a Índia para obter ganhos políticos”, dizia a declaração.
“A Índia reserva-se agora o direito de tomar novas medidas em resposta a estes últimos esforços do governo canadiano para inventar alegações contra diplomatas indianos.”
Vina Nadjibulla, diretora de pesquisa da Fundação Ásia-Pacífico do Canadá, disse à Al Jazeera que as expulsões de segunda-feira marcaram “uma séria escalada nas tensões diplomáticas” que já duram mais de um ano.
“Estamos a assistir a uma ruptura diplomática”, disse Nadjibulla. “O Canadá continua a apelar à Índia para cooperar com a investigação, mas a Índia recusou-se a fazê-lo.”
“O que será decisivo nisso serão as opiniões dos nossos principais aliados e parceiros”, acrescentou o analista, referindo-se a uma possível resposta dos EUA e de outras nações do Grupo dos 7, do qual o Canadá é membro.
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Ufac sedia encontro nacional de estudantes de Nutrição — Universidade Federal do Acre
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30 de outubro de 2026A Ufac sedia, a partir desta sexta-feira, 30, até domingo, 1, no campus-sede, a Reunião de Órgãos da Executiva Nacional dos Estudantes de Nutrição (Enen) e o 13º Encontro Nacional de Centros e Diretorias Acadêmicas de Nutrição (Roneban). Realizado pela primeira vez no Acre, o encontro reúne estudantes de diferentes instituições do país.
A solenidade de abertura teve a participação do reitor Josimar Ferreira. Ele destacou o apoio institucional às iniciativas estudantis, a participação dos acadêmicos nas discussões sobre os rumos da universidade e disse que a gestão tem priorizado o diálogo com a comunidade acadêmica e o fortalecimento dos espaços de representação dos estudantes.
Josimar também abordou a ampliação do quadro docente e a criação de condições para a oferta de pós-graduação em Nutrição, além de ressaltar a importância estratégica da nutrição para a Amazônia, considerando as possibilidades de pesquisa sobre alimentação regional e políticas públicas.
A programação inclui apresentação de trabalhos científicos, mesas de debate, rodas de conversa, oficinas, atividades formativas e espaços de deliberação e integração estudantil. Os trabalhos são apresentados nas modalidades de resumo simples, resumo expandido e relato de experiência.
As apresentações contemplam nutrição clínica, alimentação coletiva, saúde coletiva, ensino, pesquisa, extensão e movimento estudantil. Entre os temas estão o Sistema Único de Saúde, a segurança alimentar e nutricional, a educação, a ciência e os desafios da formação profissional. O encontro também busca fortalecer a articulação entre centros e diretórios acadêmicos e ampliar a participação estudantil nas discussões sobre políticas relacionadas à nutrição.
A presidente do Centro Acadêmico de Nutrição Josué de Castro (Canutri), Érica de Paiva, destacou a importância de receber um encontro nacional no Acre e de aproximar os estudantes, especialmente os calouros, das discussões do movimento estudantil. Ela também ressaltou o papel do Canutri na representação dos alunos e na interlocução com a coordenação do curso para encaminhar suas demandas.
A representante da região Norte na reunião da Enen, Lauane Rodrigues Saraiva, destacou a dimensão nacional da entidade, que, segundo relatou, atua em diferentes estados a cada ano. Lauane defendeu o fortalecimento da representação estudantil nas diversas regiões do país e a participação de acadêmicos de instituições públicas e privadas. “O movimento estudantil não é só da rede pública, é de todos os estudantes.”
Formação e participação
A pró-reitora de Graduação, Danila Torres, destacou que a participação nas entidades estudantis contribui para uma formação que vai além dos conhecimentos técnicos adquiridos em sala de aula.
“A universidade é muito diversa, não é só ensino, pesquisa e extensão. Ela é política, é social, precisa dessa referência.” Segundo Danila, as experiências de organização e representação estudantil contribuem para o amadurecimento acadêmico e para a formação de profissionais mais preparados para o mercado de trabalho.
A coordenadora do curso de Nutrição da Ufac, Flávia Santos Batista Dias, reforçou a importância do protagonismo estudantil e da participação dos acadêmicos em espaços de discussão e construção coletiva. “A universidade não é só um campo de formação, mas também de desenvolvimento do senso crítico, da discussão crítica, da participação social, desse protagonismo estudantil juntamente com as entidades.”
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Ufac promove recepção de alunos ingressantes no 2º semestre — Universidade Federal do Acre
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30 de outubro de 2026A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), da Ufac, promoveu, nessa quinta-feira, 29, e nesta sexta-feira, 30, a recepção dos estudantes que ingressam no segundo semestre letivo de 2026, dos cursos de Nutrição, Música, Jornalismo, Filosofia, Medicina, Engenharia Florestal, Engenharia Elétrica, Saúde Coletiva e Letras/Espanhol. A programação ocorreu nas salas de aula, com acolhimento musical, dinâmicas de entrosamento e espaços de diálogo aberto sobre as expectativas e os desafios da vida universitária.
Os discentes receberam o kit estudantil da Ufac, com personalizações exclusivas de acordo com a identidade de cada curso, desenvolvidas por veteranos. O evento também abriu espaço para a participação de estudantes indígenas, promovendo debates sobre interculturalidade, inclusão e valorização da diversidade no ambiente universitário.
O reitor Josimar Ferreira destacou o programa Reitoria de Portas Abertas, que visa garantir uma escuta qualificada para aproximar os alunos das demandas acadêmicas. “É um dia feliz de entender que o sonho deles de chegar à universidade virou realidade e que o nosso papel enquanto gestão é cultivar esse sonho, oportunizando a assistência estudantil, uma alimentação mais adequada e salas de aula apropriadas ao ensino-aprendizado.”
A pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli, disse que o momento é um marco fundamental no percurso acadêmico dos ingressantes. “Recebemos esses estudantes mostrando que eles enfrentaram muitos desafios para chegar até aqui, conquistaram com mérito sua vaga e agora podem contar com toda a estrutura da universidade, com as pró-reitorias e com a administração superior para concluir o curso.”
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Ufac celebra Dia do Servidor com entrega de crachás institucionais — Universidade Federal do Acre
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30 de outubro de 2026A Ufac entregou crachás institucionais nessa quinta-feira, 29, durante a comemoração do Dia do Servidor Público (28 de outubro), no Teatro Universitário, campus-sede. Seis servidores com mais tempo de casa, das diferentes categorias profissionais da universidade, receberam os documentos de forma simbólica.
A Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep) escolheu os homenageados pelo critério de antiguidade. A iniciativa buscou reconhecer a trajetória dos trabalhadores e apresentar os novos documentos de identificação como símbolo de pertencimento à instituição.
Entre os técnico-administrativos, foram homenageados Maria Perpétua Socorro Noronha Mendonça, servidora desde 1978, e Carlos Araújo de Assis, desde 1979. No magistério superior, os representantes foram os professores Lindinalva Messias do Nascimento Chaves, docente desde 1980, e Manoel Coracy Saboia Dias, desde 1989. Os docentes do ensino básico, técnico e tecnológico foram representados pelos professores Simone Delgado Tojal, desde 2004, e Arivaldo d’Ávila de Oliveira, desde 2012.
“Hoje é um dia histórico. Comemoramos o Dia do Servidor e, ao mesmo tempo, a conquista do nosso adicional de fronteira. É uma comemoração em dose dupla”, disse o reitor Josimar Ferreira. Ele se referiu à medida provisória n.º 1.375/2026, aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado nos dias 27 e 28, que inclui docentes e técnico-administrativos das instituições federais de ensino entre os beneficiários do adicional, pago a servidores em localidades estratégicas, como municípios da Amazônia Legal. O texto aguarda sanção presidencial.
Segundo o reitor, a medida reconhece a necessidade de fixar profissionais em regiões de fronteira e de difícil acesso, como o Acre. “A partir de agora, vamos atrair muitos servidores interessados em vir para a Amazônia, em especial para as regiões de fronteira, já que esse adicional fortalece a permanência e a fixação de profissionais”, afirmou.
Para o técnico-administrativo em educação Gilvan Martins do Nascimento, a data também é uma oportunidade de reconhecer o trabalho feito diariamente pelos profissionais da universidade. Ele destacou a satisfação de contribuir com a instituição e com a comunidade universitária. “Sou muito grato por poder servir sempre, da melhor forma possível.”
A programação teve recepção aos servidores, café da manhã, exibição de vídeo em homenagem aos trabalhadores da instituição, pronunciamentos de representantes da comunidade universitária e sorteios. Também participaram da comemoração integrantes da gestão superior da Ufac e representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do 3º Grau do Acre.
Galeria de fotos Dia do Servidor Público, 2026: campus Floresta
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