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Amigos fazem plaquinha para impedir roubo de cachorrinha de morador em situação de rua; vídeo

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A mãe de Gabrielly Miguel, ex-Casal Maloka, ganhou implantes dentários, em São Paulo, e voltou a ter autoestima! - Foto: @dra.ariadiny/Instagram

Inconformados com a constante ameaça de “sequestro” de uma determinada dog, amigos liderados por um veterinário se uniram para ajudar um homem alvo de preconceito. Assim, Jhonny, um morador em situação de rua, e Manhosa, a cachorrinha e fiel escudeira, sob ameaça de roubo, ganharam uma plaquinha de “proteção” que avisa que a pequena tem tutor e lar. Fixado no carrinho, o aviso está ali como alerta.

“Não me leve embora, eu já tenho casa”, diz a plaquinha, que informa que a Manhosa vive com Jhonny, ambos em situação de rua, mas que ela, embora com necessidades especiais, é atendida pelo Hospital Público Veterinário de Belo Horizonte, MG. Também há vários números de telefone e uma série de informações complementares.

Salva ainda bebê por Jhonny, Manhosa foi abandonada em uma caçamba de lixo com cinomose – vírus que pode comprometer o sistema nervoso -, doença que a deixou sem o movimento das patas.

Vídeo viralizou

Amigo de Jhonny, o médico veterinário Aldair Junio Woyames Pinto, de 37 anos, resolveu contar a história de Manhosa e o eterno risco de ser sequestrada. O vídeo, compartilhado nas redes, rapidamente viralizou.

Diretor do Complexo Público Veterinário de BH e coordenador do Grupo de Resgates de Animais da cidade (GRABH), Aldair detalhou que muitas pssoas teriam tentado “resgatar” a cadelinha pelo menos duas vezes nos últimos dias, o que acabou levando à implantação da placa de aviso.

“Pessoas passaram na rua e o Johnny estava fazendo o recolhimento de recicláveis. Eles acharam que a Manhosa estava abandonada e, até como uma forma de preconceito, acreditaram que ela estava mal cuidada, acusaram até o Johnny de estuprar a cachorra”, afirmou o veterinário.

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Atendimento no hospital

Diante da “suspeita” infundada, Manhosa foi atendida no hospital. “Fizemos os exames de corpo delito e verificamos que não tinha a menor possibilidade disso ter acontecido. Ela não tinha lesões e aí devolvemos ela para o Jhonny e fizemos um boletim de ocorrência”, disse Aldair, inconformado com o preconceito.

A partir de então, Jhonny e Manhosa passaram a ter mais tranquilidade para circularem juntos por onde andavam. Mesmo à distância, o médico veterinário segue como guardião e protetor do novo amigo e da dog.

Nas redes sociais, a história ganhou corações. “Jhonny e Manhosa são um exemplo de amor e lealdade. Que haja mais respeito e menos julgamentos”, afirmou um internauta. “Obrigado equipe do Hospital que sonha junto comigo nesta trajetória linda que é cuidar dos animais, seja ele de quem for”, acrescentou Aldair.

Agora, em situação de rua, Jhonny e Manhosa podem circular com mais liberdade, depois que a plaquinha contra roubo foi fixada no carrinho de trabalho do humano. Foto: @patologiadoprofaldair Agora, em situação de rua, Jhonny e Manhosa podem circular com mais liberdade, depois que a plaquinha contra roubo foi fixada no carrinho de trabalho do humano. Foto: @patologiadoprofaldair

Olhe só como ficou o carrinho do nosso amigo, depois da fixação da plaquinha de “proteção” da cachorrinha:



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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