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Anos de serviço público revelam histórias de cumplicidade e respeito entre servidores do turismo e empreendedorismo do Estado

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Karolini Oliveira

No Acre, os mais novos repercutem uma forma de tratamento respeitosa em relação aos mais velhos, dirigindo-lhes a palavra nomeando “senhor” ou “senhora” no início da conversa. O costume, no entanto, foi ganhando formas abreviadas e os ouvidos mais atentos podem escutar algo como “Seu menino” ou “Dona menina”, direcionados sempre com respeito.

Da mesma forma, neste 28 de outubro, Dia do Servidor Público, as celebrações chamam a atenção para servidores como o seu Luiz Cléber Lima Costa, figura conhecida e um dos primeiros a receber os visitantes na recepção da Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete), em Rio Branco. Há 46 anos no serviço público, seu Luiz Cléber revela ser tímido em relação às fotografias, mas concorda em falar brevemente sobre o trabalho na secretaria: “sou o servidor mais antigo da casa”, disse com orgulho.

Dona Maria Jucilene Almeida também está há anos no serviço público e passou por muitas mudanças de estruturas até a Sete chegar aonde está atualmente: “Sou servidora pública há anos, mas sempre trabalhando nessa área”, disse. Assim como dona Maria Jucilene e seu Cléber, muitos servidores da casa têm grandes histórias para contar, em anos de serviço público no Turismo e Empreendedorismo do Estado.

Andréia Nasserala, chefe do Departamento de Recursos Humanos (RH) da Sete, conta que na secretaria são 134 servidores, entre terceirizados, nomeados e servidores efetivos. Na pasta desde 2019, Andréia conta que tem uma atenção cuidadosa com o setor em que atua.

Andréia Nasserala tem carinho especial pelo setor de Recursos Humanos, onde atua. Foto: Marcos Rocha/Sete

“Eu tenho um carinho muito especial pela Sete. Estou há anos aqui e conheço todos os servidores da secretaria. Passamos por muita coisa, pela pandemia, mudanças de secretaria [antiga Seicetur – Secretaria de Estado da Indústria, Ciência, Comércio, Empreendedorismo e Turismo] e de gestão e mesmo com os desafios que passamos, tenho orgulho de ser servidora da Sete”, contou.

Para Andréia, o empenho dos servidores da casa representa o respeito e a solidariedade que o serviço público precisa: “A humildade, acima de tudo, é a forma como a gente consegue as coisas. Às vezes eu estou cheia de coisas pra fazer, mas eu tento desviar porque o RH é um dos setores mais importantes da secretaria, então precisamos tratar bem as pessoas”, disse.

Turismo e serviço público, uma profissão de carinho

Aos 62 anos, a servidora Irleide Maria Portela conta que iniciou no serviço público há 43 anos como datilógrafa. Atuando sempre no turismo, embora o segmento tenha migrado entre diferentes secretarias, Irleide buscou se especializar no curso de bacharelado em Turismo, formando-se na segunda turma da graduação, em 2007, na Faculdade da Amazônia Ocidental (FAAO).

“Eu fui fazer a faculdade porque já era do quadro e durante o curso fui vendo que é necessário que todo servidor entenda o que faz a secretaria porque todo mundo acha que a gente [o turismólogo] fez faculdade pra viajar, e não é assim, pra viajar basta ser turista, mas o turismólogo está preparado para fazer planejamento em cima de potencialidades e necessidades, e contribuir na geração de emprego e renda”, destacou a servidora.

Irleide Maria Portela é uma das servidoras mais antigas da casa. Foto: Marcos Rocha/Sete

Quando perguntada se gosta de trabalhar com o turismo, Irleide respondeu: “Eu gosto de trabalhar na área, do trabalho de campo, de falar e conscientizar as pessoas em relação às políticas do turismo, valores tradicionais e culturais. O meu trabalho de conclusão de curso foi educação ambiental, e eu milito na ideia de que a gente preserve tudo, desde as culturas tradicionais e o meio ambiente”.

Ainda segundo a servidora, o turismo é um dos três líderes mundiais em produtividade, em função da oferta de emprego e renda, contou apontando dados da Organização Mundial do Turismo. A partir disso, Irleide comentou sobre o desenvolvimento do turismo no estado:

“As pessoas têm o costume de dizer que no Acre não tem turismo quando, na verdade, todo lugar que tem uma história, que tem um povo, tem turismo. Nós, no Acre, competimos com o que já está consolidado em termos de turismo no Brasil e no mundo. Eu costumo sempre dizer assim: ‘nós temos 62 anos de Estado, então para competir com outras regiões a gente ainda é criança’, mas vamos continuar fazendo o dever de casa, desenvolvendo o turismo interno”, destacou.

Turismo, um amor para vida toda

Adalgisa Bandeira, de 64 anos, atua no segmento do turismo desde março de 1986. Ela conta que, embora já tenha passado do período para solicitar a aposentadoria, optou por continuar no setor que ama:

“Eu já passei cinco anos do meu período de aposentadoria, mas continuo aqui porque eu gosto de trabalhar no turismo. Quando eu comecei, o turismo era um departamento dentro da Secretaria de Indústria e Comércio, que era naquele prédio do INSS [Instituto Nacional de Seguridade Social], em frente à unidade da Ufac [Universidade Federal do Acre], no centro”, lembrou a servidora.

Servidora Adalgisa Bandeira optou continuar trabalhando com turismo mesmo após período de aposentadoria. Foto: Marcos Rocha/Sete

Natural de Boca do Acre, no Amazonas, Adalgisa compartilhou com carinho: “O Acre pode não ser meu estado de nascimento, mas ocupa um lugar especial em meu coração. Cheguei aqui com 18 anos, e aprendi a amar este lugar, onde meus filhos nasceram e cresceram”. Como mensagem especial às novas gerações de servidores, Adalgisa aconselha: “Procure demonstrar profissionalismo com a sua capacidade pessoal. Eu acredito que você fazer o seu trabalho dessa forma, antenado com o que se desenvolve no setor, é o melhor caminho”.

Empreendedorismo: geração de renda e promoção de negócios

Lara Cristina Rodrigues, responsável pelo Departamento de Economia Solidária da Sete, é uma das servidoras mais antigas a atuar no setor de empreendedorismo do Estado. A servidora pública ingressou na então Secretaria de Pequenas Negócios, logo após sua criação, em 2011: “Eu fui a primeira servidora efetiva na Secretaria de Estado de Pequenas Negócios e de lá pra cá a gente vem desenvolvendo muitos trabalhos lindos. A gente tirou muita gente da vulnerabilidade que até hoje trabalham com aquilo que começamos nos projetos”, contou.

Mesmo com mudanças na estrutura da secretaria, a servidora conta que os trabalhos para fomentar o empreendedorismo continuaram: “Eu continuei nos pequenos negócios que se transformou em empreendedorismo e até hoje eu estou nele trabalhando, fazendo o que eu gosto, porque eu gosto de trabalhar com atendimento, com as pessoas. Pra mim, é um prazer trabalhar nas feiras e ver as pessoas terem de onde tirar uma renda, porque muita gente sobrevive única e exclusivamente daquilo, daquela renda”.

Trabalhar com as pessoas é uma das coisas que a servidora Lara Cristina mais gosta. Foto: Pedro Devani/Secom

A servidora conta com carinho das lembranças que tem de pessoas que mudaram de vida com aprimoramentos para cabeleireiros e manicures, e nas feiras com carrinho de pipoca, cachorro quente e água de coco: “É muito gratificante, pra mim, quando a gente chega numa feira que a gente vê um senhor ou uma senhora com o mesmo carrinho, que continuou, valorizou aquele trabalho e reconhece a gente e diz: ‘olha que bom a senhora ainda tá aqui com a gente’. É muito gratificante”.

Para Lara, é motivador ver empreendedores prosperando com o trabalho que vem desenvolvendo em campo ao longo dos anos: “Eu tenho prazer em fazer o que eu faço, sou assistente social e eu acho que escolhi a profissão certa e trabalho no departamento que eu realmente me identifico”.

Orgulho de ser servidor

Aos 49 anos, o seu Francisco Chagas da Silva Rodrigues, é um dos servidores nomeados mais antigos da Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo. Conhecido por todos da pasta, é difícil quem o reconheça pelo seu nome de batismo. No entanto, se procurar pelo seu Noel, logo todos saberão de quem se trata: “Eu era assessor parlamentar, aí na época, aqui na Assembleia Legislativa, me apelidaram de Noel por causa do músico Noel Rosa que tinha um ‘queixinho’ assim. Isso tem uns trinta anos. Aí o nome pegou e ficou até hoje”, lembrou.

Seu Noel conta que gosta de servir ao público na Secretaria de Turismo e Empreendedorismo. Foto: Marcos Rocha/Sete

Na secretaria desde 2019, seu Noel explica que já passou por muitas gestões e tem orgulho de trabalhar com o transporte de materiais do artesanato, turismo e empreendedorismo, o que rende muitas histórias para contar. “A gente que já foi muito para o interior, eu e a minha colega motorista, a Léo Costa, temos muitas histórias com o caminhão nas estradas. E eu gosto muito da Sete, do meu trabalho, principalmente quando a gente vai pra Cruzeiro do Sul. Gosto muito de lá”, revelou.

Turismo e Empreendedorismo: uma união de respeito

Responsável pela pasta desde fevereiro de 2023, Marcelo Messias explica que a atuação com as equipes de Turismo e Empreendedorismo da Sete é um exercício de compreensão e cumplicidade diária: “São equipes diferentes, mas que se complementam entre si. Então temos feito um trabalho buscando sempre a união e o respeito entre os servidores”, destacou o secretário.

Equipes do empreendedorismo e artesanato, no 8º Salão do Turismo, em setembro de 2024. Foto: Marcos Vicentti/Secom

Na Diretoria de Empreendedorismo da Sete, as equipes trabalham com pequenos negócios, ambulantes, artesanato, trabalhos manuais, jardinagem, reciclagem, cadastramento e capacitação de profissionais em diversas frentes de atendimento ao público:

“O empreendedorismo é um dos lugares mais gratificantes que eu tive o prazer de trabalhar, porque você consegue ver diariamente o impacto na vida das pessoas, seja quando você oferta capacitação, aprimoramento pessoal, quando você entrega equipamentos, quando fornece um ambiente de comercialização para que a pessoa possa ganhar o seu próprio dinheiro, é muito gratificante você ver na prática a vida das pessoas mudando pelo que você tem feito, pelo que você tem desenvolvido no trabalho”, destacou a diretora de Empreendedorismo da Sete, Bianca Muniz.

Economia Solidária reúne diversos empreendimentos em feiras realizadas no estado. Foto: Neto Lucena/Secom

“É impressionante ver o potencial do empreendedorismo na nossa cidade, no nosso estado, ver como as pessoas conseguem se desenvolver e atingir o máximo do seu potencial se elas receberem um incentivo. E a nossa prática no empreendedorismo não existiria sem a nossa equipe multidisciplinar, tanto a equipe de montagem, os motoristas e toda a equipe administrativa que trabalha para que nós possamos desenvolver o nosso potencial no empreendedorismo. Essa equipe disciplinar é fundamental para que o beneficiário, que é o empreendedor, lá na ponta, alcance seus objetivos”, acrescentou Bianca.

Ainda segundo a diretora, a transformação social é um dos resultados positivos que o empreendedorismo tem alcançado: “Nós temos resultados muito positivos de pessoas que venceram a depressão, de pessoas que venceram situações de vulnerabilidade social, vulnerabilidade alimentar, através do empreendedorismo, da prática de desenvolvimento de seus pequenos negócios. Isso é muito emocionante para nós enquanto servidores públicos”, destacou.

Equipe de turismo da Sete levou trade turístico e membros da etnia Puyanawa no 8º Salão do Turismo. Foto: Marcos Vicentti/Secom

Na Diretoria de Turismo, o empenho dos servidores está voltado para estudos de potencialidades do turismo em todo o Acre, diálogo sobre destinos e meios de fomento e importância da conscientização e preservação da floresta. Celebrando o Dia do Servidor, a diretora de Turismo da Sete, Sirlânia Venturin, destacou a importância dos servidores da casa na promoção do desenvolvimento da atividade: “A atuação dos servidores da equipe de turismo é de suma importância na secretaria, porque eles que executam as estratégias que visam melhorar a competitividade da atividade no estado. Sem a dedicação e experiência deles não seria possível atingir os bons resultados que hoje a atividade econômica apresenta”, concluiu.

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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