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Antevisão do Brighton vs Arsenal; horário de início, notícias da equipe, como acompanhar, transmitir | Notícias de futebol

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Quem: Brighton x Arsenal
O que: Primeira Liga Inglesa
Onde: Estádio AMEX, Brighton, Reino Unido
Quando: 12h30 (12h30 GMT) de sábado
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Mikel Arteta diz que o Arsenal deve “lançar a moeda” em sua busca para ser coroado campeão da Inglaterra, após dois quase-acidentes agonizantes.

Os Gunners, segundos colocados e vice-campeões do Manchester City nas últimas duas temporadas, estão seis pontos atrás do furioso Liverpool de Arne Slot, que tem um jogo a menos, tendo disputado metade dos jogos do campeonato.

Arsenal venceu o Brentford por 3-1 em sua última partida na quarta-feira, mas tropeços em outubro e início de novembro significam que os Gunners estão tentando se recuperar e Arteta na sexta-feira pediu consistência de seus homens, que viajam para enfrentar o Brighton, no meio da tabela, no sábado.

“Temos que mostrar o mesmo nível de consistência e um pouco mais porque no ano passado fomos o melhor time do campeonato, quebramos vários recordes e ainda não ganhamos um troféu importante, então falta alguma coisa”, disse o Espanhol.

“Vai ser muito sutil, pequenos detalhes, você pode captar certos jogos e situações. Mas no final, estamos tão perto e só temos que jogar a moeda para o outro lado para que isso aconteça.

“Isso só vai acontecer se fizermos o que temos que fazer e o que podemos controlar. O resto está fora de nossas mãos.”

O Arsenal teve que se recuperar de um gol a menos para vencer em Brentford no dia de Ano Novo (David Klein/Reuters)

O Arsenal tenta conquistar seu primeiro título da Premier League desde 2004, mas deve ficar sem Bukayo Saka até março, depois que o extremo inglês sofreu uma lesão no tendão da coxa contra o Crystal Palace no mês passado.

“Não há um único jogador que jogue nove partidas seguidas nessa posição, é impossível”, disse Arteta.

Ele acrescentou: “Precisamos de mais ameaça, precisamos de mais jogadores adequados e rotativos nessa unidade. Em relação a isso, tomaremos decisões e também o desempenho dos jogadores – isso é simples.”

O técnico do Arsenal disse não ter certeza se o clube se fortalecerá na janela de transferências de janeiro.

“O foco está nos jogadores que temos”, disse ele. “Quando está no mercado algo que podemos pagar e acreditamos que terá um impacto real na equipe, temos que estar abertos a essa possibilidade.

“Temos a capacidade de mudar o elenco nas janelas, mas no momento o foco está no que temos.”

Notícias da equipe de Brighton

Danny Welbeck e Evan Ferguson continuam ausentes devido a lesões, enquanto o novo contratado, Diego Gomez, ainda está em boa forma.

Adam Webster retorna à equipe após uma lesão na coxa, enquanto Jack Hinshelwood também deve atuar, mas Pervis Estupinan enfrenta um teste físico tardio devido a doença.

Escalação prevista do Brighton:

Bart Verbruggen, Lamptey, Tariq van Hecke, Lewis Dunk, Igor Julio; Carlos Baleba, Yasin Ayari; Brajan Gruda, Julio Enciso, Simon Adingra; João Pedro.

Notícias do time Arsenal

O Arsenal dá as boas-vindas ao seu melhor marcador, Kai Havertz, devido a uma doença.

Jurrien Timber está de fora devido a uma suspensão de um jogo, com Raheem Sterling, Bukayo Saka, Ben White e Takehiro Tomiyasu ainda afastados devido a lesões.

Escalação prevista do Arsenal: David Raya; Jakub Kiwior, William Saliba, Gabriel Magalhães, Riccardo Calafiori; Martin Odegaard, Thomas Partey, Mikel Merino; Ethan Nwaneri, Gabriel Jesus, Gabriel Martinelli.

Frente a frente

O Brighton não conseguiu vencer nos últimos quatro jogos em casa contra o Arsenal, com os Gunners vencendo três desses jogos.

Os Seagulls conquistaram a vitória em três dos últimos sete encontros com os londrinos do norte – todas essas vitórias aconteceram no Emirates Stadium.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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