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Após a morte de Yahya Sinouar, os ataques aumentam de intensidade em Israel, Líbano e Gaza

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Ao norte de Tel Aviv, na tarde de sábado, 19 de outubro, os membros do Fórum das Famílias Reféns não têm mais coragem de ter esperança. Desde o anúncio da morte de Yahya Sinouar, dois dias antes, as esperanças de que o desaparecimento do líder do Hamas conduzisse a uma redução da intensidade dos conflitos em curso em Gaza, mas também, por extensão, no Líbano, foram seriamente reduzidas. Como todas as semanas no final do Shabat, estão previstas manifestações em todo o país. Estas são as primeiras desde a morte de Yahya Sinouar e ocorrerão mesmo que o seu desaparecimento não tenha conduzido a qualquer sinal discernível de que um acordo entre Israel e o Hamas, incluindo uma troca entre reféns e prisioneiros palestinos, tenha a menor chance de ser concluído . Os manifestantes reunidos aqui em Tzahala, a nordeste de Tel Aviv, sabem que os dias dos cativos em Gaza estão contados. A guerra liderada pelo exército israelense continua no enclave. Tal como continuam os ataques contra o Hezbollah no Líbano.

Até há algumas semanas, os manifestantes convenceram-se de que todo o país se juntaria à sua raiva e que, em breve, um milhão de pessoas estariam nas ruas. Foi uma ilusão. De agora em diante, é impossível não perceber que suas fileiras estão diminuindo, que sua voz tem menos peso do que nunca. Hoje, em Tzahala, há apenas cerca de cinquenta deles em frente à residência do presidente israelita, Isaac Herzog. As mobilizações, mesmo as mais espectaculares, nunca foram suficientemente massivas durante o último ano para “encarnar” um país que se opõe ao seu governo. Eles nunca se desviaram nem um pouco de sua maneira de travar a guerra. Desde a morte de Yahya Sinouar, o exército israelita continuou imperturbavelmente as operações no norte de Gaza e realizou ali ataques devastadores.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes A morte de Yahya Sinouar abre uma nova fase na guerra em Gaza

Em Tzahala, no meio das casas elegantes, Yehusa Cohen, pai do refém, a sua voz treme um pouco enquanto tenta dizer o que teme pelo seu filho, Nimrod, que tinha vinte anos em Gaza. Este último, um soldado, juntou-se, como parte do serviço militar, a uma unidade na base de Nahal Oz, nos arredores de Gaza, pouco antes de 7 de Outubro. Ele foi capturado lá quando o Hamas assumiu o controle da área.

Algumas famílias de reféns obstinadas demonstram

Com os cabelos grisalhos presos em um rabo de cavalo, o que lhe dá um ar de “pacifista” do tipo que enfurece os defensores da guerra a todo custo, esse engenheiro de computação, especialista em algoritmos, tenta ficar ainda indignado, oprimido pela terror de nunca mais ver seu filho vivo: “Depois da morte de Sinouar, tememos que seja cada um por si, no Hamas, e que liquidem os reféns. Imploramos que se chegue a um acordo, pedimos com todas as nossas forças, gritamos por isso. E então, (Primeiro Ministro Benyamin) Netanyahu venceu, certo? Ele poderia parar a guerra agora. Caso contrário, a continuação da luta é inteiramente sua responsabilidade. Já não pode dizer que é Sinouar quem está a bloquear as negociações de paz. ele tenta raciocinar.

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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