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Após denúncia, Imac e BPA apreendem materiais de pesca proibidos durante o período de defeso

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Da Redação

 

Após receber uma denúncia anônima, o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), em ação conjunta com o Batalhão de Policiamento Ambiental do Acre (BPA), realizou uma operação no Rio Iquiri, no município de Acrelândia, onde foram apreendidos petrechos pesqueiros – material utilizado para a pesca. A operação ocorreu nesta quarta-feira, 18.

A operação ocorreu em um rio no município de Acrelândia. Foto: Divulgação/Imac.

Aproveitando o Período do Defeso, que ocorre anualmente de 15 de novembro de 2024 a 15 de março de 2025, o Imac vem promovendo algumas linhas de ações, como capacitação de técnicos, reuniões com pescadores, assim como fiscalização e atendimento de denúncias referentes ao tema.

Foram apreendidas malhadeiras – redes de pesca, consideradas petrechos pesqueiros -, em observância aos regramentos normativos, Portaria do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) n° 8/96 e Instrução Normativa do Ibama n° 48/07, que se referem às proibições gerais de pesca e período do defeso nos rios da Bacia Amazônia, respectivamente. Também foi feita a notificação de um pescador profissional licenciado que, posteriormente, deve se apresentar para os devidos esclarecimentos.

Na oportunidade, o BPA flagrou, ainda, uma área de alteração/limpeza, que quando não autorizado pelo órgão ambiental, configura-se crime ambiental contra a flora, baseado no art. 48 do Decreto n° 6514/08, onde também foi feita a autuação.

A chefe da Divisão de Fauna do Imac, Paula Joseanny, explicou que durante a fiscalização fluvial foram identificadas as malhadeiras. Foto: Divulgação/Imac.

A bióloga e chefe da Divisão de Fauna do Imac, Paula Joseanny, explicou que durante a fiscalização fluvial foram identificadas as malhadeiras e que as mesmas encontravam-se em desacordo com a Portaria n° 8/96, do Ibama. Ainda durante a fiscalização, as equipes encontraram espécies de peixes protegidas pelo defeso.

“Como resultado, foram apreendidas nove redes, retiradas do rio e encaminhadas para destruição. Anualmente, trechos da Bacia Amazônica encontram-se com restrições para a atividade de pesca visando a proteção do período reprodutivo de, ao menos, 10 espécies de peixes que não devem ser pescadas para fins de comercialização, sendo concedido a essa modalidade de usuários o benefício pecuniário de um salário mínimo/mês pelo Ministério da Pesca, durante esses quatro meses em que há a proibição”, complementou.

Servidores do Imac realizaram ações de educação ambiental e sensibilização. Foto: Renata Mota/Imac.

Ações educativas

O Imac tem realizado ações de sensibilização nos municípios a fim de conscientizar profissionais da peca quanto ao período de defeso. Já foram feitas ações no Alto Acre e no Vale do Juruá, reforçando a proibição para a proteção das espécies.

A proibição de pesca no período se refere às espécies: dourada, caparari, surubim, mapará, jaraqui, pirapitinga, matrinxã, sardinha, aruanã, pacu e piraíba.

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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