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Após um ano foragido, quarto suspeito de fazer arrastão na Transacreana e matar pastor é preso no interior do AC
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Mais um dos suspeitos pela morte do pastor Raimundo de Araújo da Costa, em abril de 2021, foi preso nessa quinta-feira (22) pela Polícia Civil do Acre. Ele estava foragido há mais de ano e foi capturado no Seringal Veneza, na zona rural de Feijó, no interior do Acre.
A morte do pastor ocorreu durante um arrastão no km 70 da Estrada Transacreana, na Rodovia AC-90, zona rural da capital acreana, que terminou com o roubo de vários objetos.
Após o crime, três dos suspeitos foram presos. No dia 23 de setembro, a Justiça aceitou a denúncia oferecida do Ministério Público do Acre (MP-AC) contra Raimundo Nonato Nascimento Cavalcante, vulgo “Peteca”, Hualeson Peireira Cavalcante, vulgo “Ualan”, Gerson Feitosa Ferreira Júnior, e um adolescente de 17 anos.
Além deles, Clodoaldo Bruno de Oliveira, de 27 anos, vulgo “Bocão” também foi denunciado, mas seguia foragido e foi preso nessa quinta (22) pela Polícia Civil durante cumprimento de mandado de prisão expedido pela 1ª Vara do Tribunal do Júri.
“De acordo com a investigação, ele e outros criminosos utilizaram de farda do Exército Brasileiro, fizeram com que várias pessoas ficassem em cárcere privado, logo após, praticaram inúmeros roubos, incluindo de caminhonetes. Além desses crimes de cárcere privado e roubo, ele e os demais participaram do homicídio do pastor Raimundo. Segundo a investigação, o pastor foi alvejado com dois disparos, um na região do peito e outro no tórax, não resistiu e veio a óbito. Clodoaldo estava foragido da Justiça desde aquela época, foi para Feijó, onde foi encontrado no Seringal Veneza, local distante da zona urbana. Ele será encaminhado ao presídio de Rio Branco e ficará a disposição do poder judiciário”, disse o delegado de Feijó, Railson Ferreira.
Em novembro deste ano, Gerson Feitosa Ferreira Júnior, um dos acusados de participação nos crimes, teve o júri popular marcado, mas após pedido do Ministério Público do Acre (MP-AC), a 1ª Vara do Tribunal do Júri adiou o julgamento dele. O motivo para a solicitação do adiamento foi a ausência de uma testemunha considerada fundamental pela defesa do acusado.
De acordo com o processo, Clodoaldo Bruno, Hualeson Pereira Cavalcante, Raimundo Nonato Nascimento Cavalcante e um adolescente de 17 anos estavam em um carro conduzido por Gerson Feitosa Ferreira Júnior, quando decidiram matar o pastor.
Como Clodoaldo Bruno não tinha sido capturado até então, o processo dele foi desmembrado dos demais réus.
“Agindo em comunhão de desígnios entre si, impelidos por motivo torpe, empregando meio cruel e utilizando-se de recurso que dificultou a defesa do ofendido, mataram o idoso Raimundo de Araújo Costa ao desferir-lhe dois disparos de arma de fogo, além das pancadas na cabeça, causando as lesões, que foram a causa eficiente da morte da vítima”, diz a decisão assinada pela juíza Luana Campos.
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Local onde o pastor estava quando aconteceu o arrastão — Foto: Reprodução
Pastor assassinado
O pastor e colono Raimundo de Araújo Costa, de 62 anos, foi assassinado com um tiro ao ter a propriedade invadida na noite de 9 de abril de 2021 no km 70 da Estrada Transacreana, Rodovia AC-90, zona rural de Rio Branco. Os suspeitos do homicídio fizeram um arrastão e roubaram diversos moradores na rodovia.
A ação criminosa teria se estendido por dois dias. Um motorista de aplicativo foi preso na entrada do Ramal Macarajuba, no km 68 da rodovia. Na época, a polícia conseguiu recuperar alguns bens roubados no arrastão.
O grupo de criminosos fez 25 pessoas reféns em uma propriedade da Transacreana. Os bandidos levaram motocicletas, dinheiro, roupas, gerador de energia, eletrodomésticos, rifle de pressão, celulares, roçadeiras e armas.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
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11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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