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Aprenda a retirar medicamentos 100% gratuitos: Farmácia Popular

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Os videogames e aplicativos podem somar no tratamento contra a ansiedade. Alguns deles ajudam a acalmar o paciente. - Foto: iStock

Após o anúncio dos medicamentos gratuitos na Farmácia Popular do Brasil, o governo divulgou um novo comunicado ensinando o passo a passo para retirar os remédios, fraldas geriátricas e absorventes. Veja abaixo.

Agora, todos os 41 medicamentos e insumos do programa são 100% gratuitos para a população. Entre os itens incluídos estão medicamentos para doenças como diabetes, hipertensão, asma e até mesmo anticoncepcionais.

Para retirar, basta ir em uma das farmácias credenciadas, identificadas pelo símbolo do programa, e apresentar um documento oficial com foto, CPF e receita médica emitida pelo Sistema Único de Saúde ou serviços particulares.

Lista das credenciadas

O símbolo do programa é um adesivo que fica colado nas portas das farmácias credenciadas.

Além disso, é possível conferir uma lista completa dos estabelecimentos participantes.

Para isso, clique aqui e acesse o Portal do Ministério da Saúde!

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Passo a passo

O passo a passo para retirar os remédios é bem fácil.

Vá até uma farmácia credenciada pelo Ministério;

Apresente documento oficial com foto e CPF;

Tenha consigo a receita médica dentro do prazo de validade. O documento pode ser emitido pelo SUS ou rede privada.

Prontinho, com esses documentos em mãos você vai conseguir o medicamento 100% gratuito!

Retirar fraldas

No caso das fraldas, há requisitos específicos.

O beneficiário deve ter 60 anos ou mais, ou ser pessoa com deficiência (PcD).

É também preciso apresentar uma prescrição, laudo ou atestado médico que indique a necessidade do uso, com a Classificação Internacional de Doenças (CID).

Distribuição de absorventes

O programa Dignidade Menstrual também está incluído na iniciativa e vai distribuir absorventes para pessoas de 10 a 59 anos inscritas no Cadastro Único (CadÚnico).

Para ter direito ao benefício, a pessoa precisa se encaixar nos seguintes critérios:

  • Ser estudante da rede pública de ensino com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa; ou
  • Ter renda média por pessoa da família de até R$ 218; ou
  • Estar em situação de rua.

A retirada exige um documento com foto, CPF e a autorização do programa. Esta, pode ser emitida pelo aplicativo ou portal Meu SUS Digital.

Medicamentos gratuitos

Ao todo, são mais de 40 itens gratuitos para a população. Veja a lista abaixo!

Asma

  • Brometo de ipratrópio 0,02mg
  • Brometo de ipratrópio 0,25mg
  • Dipropionato de beclometasona 200mcg
  • Dipropionato de beclometasona 250mcg
  • Dipropionato de beclometasona 50mcg
  • Sulfato de salbutamol 100mcg
  • Sulfato de salbutamol 5mg

Diabetes

  • Cloridrato de metformina 500mg
  • Cloridrato de metformina 500mg – ação prolongada
  • Cloridrato de metformina 850mg
  • Glibenclamida 5mg
  • Insulina humana regular 100ui/ml
  • Insulina humana 100ui/ml

Hipertensão

  • Atenolol 25mg
  • Besilato de anlodipino 5mg
  • Captopril 25mg
  • Cloridrato de propranolol 40mg
  • Hidroclorotiazida 25mg
  • Losartana potássica 50mg
  • Maleato de enalapril 10mg
  • Espironolactona 25mg
  • Furosemida 40mg
  • Succinato de metoprolol 25mg

Anticoncepção

  • Acetato de medroxiprogesterona 150mg
  • Etinilestradiol 0,03mg + levonorgestrel 0,15mg
  • Noretisterona 0,35mg
  • Valerato de estradiol 5mg + enantato de noretisterona 50mg

Osteoporose

  • Alendronato de sódio 70mg
  • Dislipidemia
  • Sinvastatina 10mg
  • Sinvastatina 20mg
  • Sinvastatina 40mg

Parkinson

  • Carbidopa 25mg + levodopa 250mg
  • Cloridrato de benserazida 25mg + levodopa 100mg

Glaucoma

  • Maleato de timolol 2,5mg
  • Maleato de timolol 5mg

Rinite

  • Budesonida 32mcg
  • Budesonida 50mcg
  • Dipropionato de beclometasona 50mcg/dose

Diabetes mellitus + doença cardiovascular

Em 20 anos, mais de 70 milhões de cidadãos brasileiros foram beneficiados pelo programa Farmácia Popular. – Foto: Secom/PR



Leia Mais: Só Notícias Boas

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard - interna.jpg

Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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