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Árvore gigante entra para o Guinness; parece uma floresta e tem 650 anos

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A idosa Hilda, do Reino Unido, comemorou os 105 anos com uma festa rave, bebida e recebeu felicitações até do Rei Charles. - Foto: SWNS

Esta árvore é tão gigante que entrou para o Guinness Book, o livro dos recordes como a maior do mundo. A figueira é tão imensa que fica impossível saber onde termina. Ela se chama Thimmamma Marrimanu e tem mais de 19 quilômetros quadrados de extensão.

A árvore mede o equivalente a quatro vezes o tamanho de um campo de futebol. Os galhos e folhas se espalham e acabam invadindo outras espécies. É lindo de se ver.

Trata-se de uma figueira-de-bengala, que encanta não só pelo tamanho, mas pela beleza da copa. Com mais de 650 anos de idade, ela fica a 25 quilômetros e Kadiri, Andhra Pradesh, na Índia.

Cheia de lendas

Sua beleza é cercada de lendas, dizem que nasceu de uma mulher que perdeu seu amor. E, como era um sentimento tão nobre, floresceu frondosa.

No país das histórias orais, conta o folclore que a árvore brotou de um dos postes que sustentavam a pira funerária de um homem. Segundo a lenda, a mulher dele, não resistindo à sua morte, acabou se sacrificando, ali teria nascido a figueira, segundo as redes sociais da região de Andhra Pradesh.

A figueira está entre duas montanhas em um campo agrícola. É preservada pelo governo da Índia e está no catálogo de turismo de Andhra Pradesh. Os moradores locais a reverenciam.

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Análise técnica

Na Índia, as árvores de Banyan ancoram as comunidades hindus locais, as aéreas previnem a erosão do solo, e a copa espalhada mantém o sub-bosque úmido durante a estação seca. Para os hindus, essas espécies são sagradas.

Diferentemente das árvores normais, que crescem verticalmente de um tronco, a figueira-de-bengala se espalha em forma horizontal e faz cair raízes aéreas para ancorar os galhos com novas colunas lenhosas.

A árvore tem mais de 1.000 troncos. Apesar da beleza, tecnicamente esse tipo de espécie é considerada parasitária porque o interior dos troncos fica oco.

Sua concorrente

A sequoia General Sherman, a maior árvore da Terra em volume, fica na Califórnia, nos EUA.

Ela tem uma copa de 1.487 metros quadrados — nem um décimo do tamanho da figueira-de-bengala.

A árvore gigante está no Guiness Book, é reverenciada por hindus e cerca de lendas. Fica na Índia. Foto: @ Andhra Pradesh A árvore gigante está no Guiness Book, é reverenciada por hindus e cercada de lendas. Fica na Índia. – Foto: @ Andhra Pradesh//www.instagram.com/embed.js



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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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