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As ações do McDonald’s caem devido à E. coli, mesmo com o presidente dos EUA prometendo melhorar a segurança | Notícias de negócios e economia
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As ações do McDonald’s estavam a caminho de seu pior dia desde março de 2020 na quarta-feira, enquanto a gigante do fast-food lutava para limitar os danos de um surto de E. coli ligado aos hambúrgueres Quarter Pounder da rede em vários estados dos Estados Unidos que matou uma pessoa e adoeceu quase 50 outras pessoas.
O presidente do McDonald’s nos EUA, Joe Erlinger, disse na quarta-feira que a maior rede de fast-food do mundo poderia reconstruir a confiança do público enquanto trabalha para mitigar o impacto do surto de E. coli, que levou a uma morte e fez com que outras 49 adoecessem em partes do país. Oeste e Centro-Oeste dos EUA.
Surtos anteriores de E. coli nas principais cadeias de fast-food dos EUA fizeram com que os consumidores os evitassem durante meses.
Durante uma aparição no programa Today da NBC na quarta-feira, Erlinger apontou as medidas da empresa com sede em Chicago para retirar rapidamente o Quarter Pounder de seu menu nas áreas onde o surto ocorreu.
“Dados os acontecimentos recentes das últimas 24 horas, a nossa prioridade é reforçar a confiança dos consumidores americanos”, disse ele.
O surto pessoas adoeceram em 10 estados, com 10 hospitalizadas devido a complicações graves, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA. Um distúrbio renal grave conhecido como síndrome hemolítico-urêmica foi relatado em uma criança, disse o CDC.
O CDC e o McDonald’s disseram que estão examinando o fornecimento de cebolas em rodelas e hambúrgueres de carne Quarter Pounder enquanto investigam a causa do surto de E. coli.
Os fornecedores do McDonald’s testam frequentemente os seus produtos e, dentro do intervalo de datas fornecido pelo CDC para o surto, nenhum deles identificou esta estirpe de E. coli, de acordo com porta-vozes da empresa.
No início da tarde, as ações da empresa caíram 4,8 por cento, para US$ 299,51, já que porta-vozes observaram que ainda não haviam descartado a possibilidade de a carne bovina estar ligada ao surto. As ações do McDonald’s atingiram anteriormente uma mínima de US$ 290,88.
O McDonald’s disse na quarta-feira que um quinto de seus 14 mil restaurantes nos EUA não vendia mais Quarter Pounders. Eles foram retirados de seu menu nas áreas afetadas, abrangendo Colorado, Kansas, Utah, Wyoming e partes de Idaho, Iowa, Missouri, Montana, Nebraska, Nevada, Novo México e Oklahoma.
‘Lutando para impulsionar o crescimento’
“Este susto de saúde pública é a última coisa de que o McDonald’s precisa, dado que já tem lutado para impulsionar o crescimento”, disse Susannah Streeter, chefe de dinheiro e mercados da Hargreaves Lansdown.
No passado, dois surtos notáveis de E. coli noutras cadeias de fast-food – no Chipotle Mexican Grill em 2015 e no Jack in the Box em 1993 – prejudicaram significativamente as vendas nessas cadeias.
A Chipotle levou um ano e meio para se estabilizar, enquanto as vendas do Jack in the Box caíram por quatro trimestres consecutivos, disse Brian Vaccaro, analista da Raymond James.
As ações da Chipotle caíram quase 50% durante o período de 2015 a 2018, quando foram relatados casos de infecções por norovírus após o surto de E. coli.
Diz-se que a cepa de E. coli que levou ao surto do McDonald’s causa doenças graves. É o mesmo que uma cepa ligada a um incidente de 1993 no Jack in the Box que matou quatro crianças.
Analistas disseram que as vendas do McDonald’s no quarto trimestre podem enfrentar alguma pressão do surto, mas é muito cedo para determinar se será mais grave do que os dois casos anteriores de E. coli.
A decisão da empresa de identificar rapidamente a origem do surto e reabastecer os suprimentos deve resolver o problema, disseram analistas do JP Morgan.
O analista da BMO Capital Markets, Andrew Strelzik, disse que as vendas comparáveis do McDonald’s nos EUA acabaram de acelerar após o lançamento do Refeições com valor de $ 5.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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