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As agências da ONU reduzem as operações de ajuda após a suspensão de 90 dias de Trump | Nações Unidas

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Julian Borger in London and Andrew Roth in Washington

As agências da ONU começaram a reduzir suas operações de ajuda global após a suspensão de 90 dias de toda a assistência externa ordenado pelo governo Trump.

Filippo Grandi, chefe da agência de refugiados da ONU, ACNUR, responsável por fornecer assistência que salva vidas aos 122 milhões de pessoas deslocadas à força de suas casas em 136 países, enviou um e-mail noturno para os funcionários que ordenam um reclamação imediata sobre despesas, incluindo um Atraso de 90 dias em ordenar novos suprimentos, exceto em emergências, um congelamento de contratação e contrato e uma parada para todas as viagens aéreas internacionais, enquanto a agência tenta se adaptar ao congelamento de financiamento dos EUA.

Grandi disse que a maioria das agências da ONU e outras organizações de ajuda internacional foi afetada. Em todo o mundo, os programas de assistência humanitária foram forçados a demitir funcionários e desacelerar as operações após a suspensão sem precedentes dos EUA, ordenada por Trump, aguardando uma revisão de todos os programas de ajuda. Somente programas alimentares de emergência e ajuda militar a Aliados Israel e Egito foram isentos.

Em seu e-mail de todos os anos, Grandi disse: “Devemos prosseguir com muito cuidado nas próximas semanas para mitigar o impacto dessa incerteza de financiamento sobre refugiados e pessoas deslocadas, em nossas operações e em nossas equipes”.

“Essas etapas nos ajudarão a gerenciar recursos enquanto navegamos nesse período desafiador”, acrescentou. “O que está claro é que, mais do que nunca, devemos continuar demonstrando o impacto e a eficiência de nosso trabalho”.

Os EUA forneceram £ 2 bilhões em financiamento para o UNSPR, de acordo com os números mais recentes de 2024, um quinto do orçamento total da agência.

A suspensão de financiamento de Trump, ordenada pelo novo Secretário de Estado Marco Rubio, chega em um momento em que mais da população mundial do que qualquer momento desde a Segunda Guerra Mundial foi forçada a partir de suas casas por guerra ou agitação, seja como refugiados além da nação de sua nação limites ou deslocados em seus próprios países.

“Por muito tempo, a indústria de ajuda externa dos Estados Unidos e a burocracia não foram alinhadas com os interesses americanos e, em muitos casos, antitéticos aos valores americanos”, disse o porta -voz do Departamento de Estado, Tammy Bruce. “Eles servem para desestabilizar a paz mundial, promovendo idéias em países estrangeiros que são diretamente inversos a relações harmoniosas e estáveis ​​internas e entre os países.

“O povo americano exigiu o fim das políticas que prejudicaram nossa nação por muito tempo e esperam um retorno às iniciativas e prioridades do senso comum. O tempo para isso é agora ”, acrescentou Bruce.

O governo Trump colocou quase 60 altos funcionários Na Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID), de licença na segunda -feira, por suspeita, eles estavam ajudando as organizações humanitárias a lidar com o congelamento.

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“Identificamos várias ações da USAID que parecem ter sido projetadas para contornar as ordens executivas do presidente e o mandato do povo americano”, escreveu Jason Gray, administrador interino da agência, seu diretor de informações, em um email visto de acordo com o Agência de Notícias de Desenvolvimento de Devex. “Como resultado, colocamos vários funcionários da USAID em licença administrativa com pagamento e benefícios completos até aviso prévio enquanto concluímos nossa análise dessas ações”.

Atual e anterior USAID As autoridades alertaram que as ordens de parada que saíram ao redor do mundo poderiam colocar milhões em risco mortal, especialmente se juntamente com um desastre natural, como um terremoto ou inundação.

“Se houver um ciclone tropical que atinge o bazar de Cox amanhã, como você vai salvar todas essas pessoas e, em seguida, como se reconstruirá se houver uma ordem de trabalho de parada”, disse um ex -alto funcionário da USAID, referindo -se à cidade em Bangladesh onde mais de 1 milhão de refugiados rohingya estão vivendo. “Você poderia ter pessoas sentadas lá por 90 dias e sentadas e esperando o quê? É isso que se preocupa mais. ”

O Departamento de Estado disse na terça -feira que estaria investigando o “financiamento flagrante”, que incluiu US $ 102.236.000 para financiar o Corpo Médico Internacional em Gaza, US $ 16.840.876 para financiar contratados institucionais no Escritório de Desenvolvimento de Gênero e US $ 612.000 para financiar assistência técnica para o planejamento familiar na América Latina.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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