ACRE
As novas Cinzas? Como a rivalidade entre Austrália e Índia está atingindo novos patamares | Seleção australiana de críquete
PUBLICADO
2 anos atrásem
Jack Snape and Josh Nicholas
CAs autoridades australianas do raquitismo esperam atrair 90.000 fãs no Boxing Day deste ano, apenas pela segunda vez em um teste, como parte de um verão que finalmente coloca a Índia ao lado da Inglaterra como o rival de críquete mais importante da Austrália – e parceiro.
A série, que começa em Perth na sexta-feira, é a primeira competição de cinco testes entre os dois países desde 1991-92 e marca o início de um novo visual radical para os verões australianos. Os homens da Índia se tornarão um acompanhamento ainda mais regular, mas as melhores jogadoras da Austrália abandonarão sua terra natal na alta temporada de 2026 para jogar na florescente Women’s Premier League (WPL).
Na verdade, os melhores jogadores masculinos e femininos da Austrália – de acordo com os calendários atuais – jogarão na Índia em janeiro de 2027, fugindo no auge da temporada local de críquete.
CEO da Cricket Austrália, Nick Hockley diz que embora a programação seja um “equilíbrio”, a mudança é para o bem do esporte. “Estamos orgulhosos e super entusiasmados com o fato de a série Índia ser agora uma série de cinco testes, e toda a premissa disso era que o Border-Gavaskar estivesse em pé de igualdade com os Ashes”, diz ele.
As presenças e os retornos financeiros evidenciam a motivação do CA. A Índia tornou-se não só uma atração para multidões como o “velho inimigo” em Inglaterra, a transmissão inesperada dos confrontos Austrália-Índia irá sustentar a recuperação financeira da CA.
Hockley diz que o relacionamento com todos os conselhos de críquete é importante, mas em termos de “economia pura” uma viagem à Índia é “muito, muito significativa”. “Esta série está chegando, não são apenas os fãs indianos e australianos, todos os fãs de críquete em todo o mundo estão realmente interessados, e estamos vendo isso com a venda de ingressos. Há pessoas vindo dos EUA, Canadá, Europa, de todo o mundo para assistir a isso.”
Hockley espera que o número da multidão do Boxing Day “tenha um 8 ou um 9” na frente, o que levaria o comparecimento a uma companhia rara. A maior torcida de críquete do MCG compareceu à final da Copa do Mundo masculina de 2015, entre Austrália e Nova Zelândia, quando 93.013 assistiram aos anfitriões erguerem o troféu. As multidões do Boxing Day chegaram a 90.000 apenas uma vez, quando 91.112 compareceram ao concurso Ashes em 2013.
“Pense em Muhammad Ali durante sua carreira, é a luta dos pesos pesados que todo mundo quer ver”, diz Hockley.
Rakesh Patel, fundador do Exército Bharat – o equivalente indiano do Exército Barmy da Inglaterra – diz que o crescimento do interesse nas viagens de teste masculinas da Índia na Austrália pelo menos dobrou desde a última série não afetada pela pandemia em 2019, como parte de um longo prazo tendência.
“O time indiano parece ser mais competitivo em campo, tornando-se uma proposta um pouco mais atraente para os torcedores virem assistir o jogo de seu time, porque há uma chance de eles vencerem”, diz ele.
“Há pessoas que estão gastando mais dinheiro – especialmente a classe média – em experiências de críquete, e é por isso que temos visto um aumento maciço no número de viagens.
“E você olha para as gerações de indianos que emigraram para a Austrália ao longo dos anos. Agora eles também têm um pouco mais de renda disponível, estão um pouco mais estáveis, têm boas carreiras, seu poder de compra mudou e agora eles podem viajar, não apenas para assistir críquete em seu estado, mas fora de seu estado também.”
após a promoção do boletim informativo
As multidões do primeiro dia estão a caminho de chegar perto dos ingressos esgotados em Adelaide, Brisbane, Melbourne e Sydney. O interesse é um grande alívio para a Cricket Australia, que perdeu US$ 50 milhões nos últimos três anos e teve multidões durante as viagens mais recentes pela Inglaterra e Índia afetadas pelas restrições da Covid, que também exigiram novas despesas como quarentena. “Tivemos a infelicidade de a Covid ter surgido quando tínhamos a Índia e a Inglaterra, e não podíamos ter multidões durante os nossos grandes verões”, diz Hockley.
Mas, embora a receita anual de jogos da CA tenha caído pela metade, para US$ 18 milhões, entre as turnês da Índia em 2018-19 e a temporada 2020-21, afetada pela pandemia, as receitas de transmissão e marketing – apesar da ação legal do parceiro de transmissão, Canal 7 – se mantiveram, em mais de US$ 200 milhões por ano. ano. A discrepância também destaca a grande oportunidade para aumentar a quantidade de conteúdo sobre a Índia.
Hockley diz que as finanças do jogo sofrerão uma melhoria nos próximos dois anos graças a novos acordos de transmissão. “As partidas indianas atraem um prêmio, então você verá isso refletido nos próximos anos, mas ainda mais no próximo ano, porque temos um Ashes, e também tivemos oito jogos contra a Índia, todos em um ano ”, diz ele.
O acordo entre o Channel 7 e a Fox vale cerca de US$ 215 milhões por ano, enquanto a Disney Star paga à CA cerca de US$ 50 milhões por ano durante sete anos, principalmente pelo direito de exibir jogos envolvendo a Índia. “O críquete tem muita sorte de ter a Índia”, diz Hockley. “Brutalmente, o críquete não faria parte das Olimpíadas se o movimento olímpico não perseguisse um vírgula quatro bilhões de olhos.”
A outra implicação de jogar mais críquete de teste contra a Índia, juntamente com o compromisso de longo prazo da Austrália com os Ashes, é que há menos partidas contra outras equipes.
Em 2027, a seleção masculina da Austrália está programada para viajar para a Índia em meados de janeiro para uma série de cinco testes como parte de um verão que terminará com um teste MCG em março, comemorando 150 anos desde a partida de 1877 entre Austrália e Inglaterra .
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
17 horas atrásem
15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
Relacionado
ACRE
Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
Relacionado
ACRE
Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
7 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE7 dias agoAlunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
ACRE2 dias agoUfac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
ACRE17 horas agoUfac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login