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Astrologia: Mercúrio retrógrado pode trazer mais energia – 15/03/2025 – Astrologia

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Astrologia: Mercúrio retrógrado pode trazer mais energia - 15/03/2025 - Astrologia


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Já conhecemos as datas de Mercúrio retrógrado em 2025, assim como seu significado. O próximo passo é compreender como esse período pode se manifestar para cada signo.

Na astrologia, a retrogradação está associada a atrasos e imprevistos. No caso de Mercúrio, esses efeitos podem se refletir na comunicação, em falhas tecnológicas e na rotina. No entanto, a forma como cada pessoa percebe essa fase varia de acordo com seu mapa astral.

A seguir, veja como a energia de Mercúrio retrógrado pode impactar seu signo e quais estratégias adotar para lidar com essa fase.

SIGNOS MAIS IMPACTADOS POR MERCÚRIO RETRÓGRADO

Antes de tudo, é importante esclarecer: um planeta não “afeta” ninguém diretamente. Somos responsáveis por nossas escolhas e reações. No entanto, a retrogradação pode alterar a energia do período, e cabe a cada um decidir como lidar com isso.

Alguns signos podem sentir essa fase com mais intensidade, dependendo do signo onde Mercúrio está retrógrado. O primeiro Mercúrio retrógrado de 2025 acontece em áries, de 15 de março a 7 de abril, e pode impactar mais os seguintes signos:

  • Áries: como signo onde ocorre a retrogradação, pode enfrentar dificuldades em decisões rápidas e na comunicação. Impulsividade e mal-entendidos podem surgir.

  • Libra: sendo o oposto de áries, pode ter desafios nos relacionamentos e na busca pelo equilíbrio. Falhas na comunicação podem gerar conflitos em parcerias.

  • Câncer: a quadratura com áries pode trazer desafios emocionais e familiares. Conversas delicadas e decisões importantes exigem mais cuidado.

  • Capricórnio: também em quadratura com áries, pode sentir obstáculos no planejamento e na execução de metas de longo prazo.

Se você tem Sol, ascendente ou muitos planetas nesses signos, fique atenta! Para entender melhor, confira aqui uma análise do seu mapa astral.

MERCÚRIO RETRÓGRADO E OS OUTROS SIGNOS

Todos os signos sentem os efeitos de Mercúrio retrógrado, mas a intensidade varia. Tudo depende do seu horóscopo no período. Veja como cada signo pode perceber essa fase:

  • Touro: momento introspectivo. Revisão de questões emocionais e inconscientes. Atenção a segredos e padrões que limitam seu crescimento.

  • Gêmeos: possíveis confusões em conversas com amigos e ajustes em planos para o futuro. Antes de compartilhar ideias, certifique-se de que todos entenderam.

  • Leão: cuidado com viagens, estudos e crenças pessoais. Bom momento para revisar metas e resgatar aprendizados antigos.

  • Virgem: revisão de acordos e expectativas em parcerias. Comunicação pode ficar travada, exigindo mais paciência.

  • Escorpião: reavaliação de rotinas, trabalho e saúde. Ajuste hábitos e compromissos profissionais.

  • Sagitário: reflexão sobre projetos criativos, romances ou questões familiares. Resgate hobbies e paixões esquecidas.

  • Aquário: cautela com comunicação e negociações. Mal-entendidos podem surgir, exigindo mais clareza.

  • Peixes: revisão de finanças e segurança material. Evite decisões impulsivas e reorganize prioridades.

SEU HORÓSCOPO TEM A PREVISÃO MAIS PRECISA

Mercúrio retrógrado afeta cada pessoa de forma diferente, pois tudo depende do mapa astral. Ele é único e representa a posição dos astros no seu nascimento, mas os planetas continuam se movimentando e interagindo com ele – essa dinâmica forma o Horóscopo.

Duas pessoas de Virgem, por exemplo, podem viver essa fase de maneiras distintas. Para entender como será para você, acesse sua previsão exclusiva:

  1. Acesse aqui seu horóscopo personare grátis.

  2. Faça login ou crie uma conta com seus dados.

  3. Veja sua lista de trânsitos, que mostra em quais áreas da vida cada planeta está atuando.

  4. Procure Mercúrio e descubra em qual casa ele está retrógrado.

  5. Clique para ler a previsão detalhada sobre como esse momento impacta você.

APROVEITE O PERÍODO PARA…

Mercúrio retrógrado não precisa ser sinônimo de preocupação. Sabendo que podem ocorrer atrasos e falhas na comunicação, você pode se preparar e até aproveitar esse momento.

Aqui estão algumas coisas que Mercúrio retrógrado favorece:

  • Revisar: ajuste e releia planos, projetos e compromissos para corrigir possíveis erros.

  • Reavaliar metas: como estão seus objetivos? Esse é o momento ideal para ajustar a rota.

  • Concluir pendências: termine o que está inacabado, mas tenha paciência e clareza.

  • Organizar e limpar: renove seu espaço pessoal e profissional, eliminando energias estagnadas.

  • Revisar contratos: leia tudo com atenção e, se possível, adie assinaturas importantes.

  • Meditar: a introspecção ajuda a ganhar clareza mental e emocional.

  • Visitar lugares do passado: retornar a locais significativos pode trazer reflexões valiosas.

  • Praticar a paciência: aceite os imprevistos com calma e flexibilidade.

  • Reencontrar amigos: conversas sobre o passado podem trazer novas perspectivas.

  • Redefinir rotinas: pequenas mudanças no dia a dia podem gerar grandes benefícios.

Mercúrio retrógrado pode ser um período de aprendizado e crescimento. É você quem escolhe como vivê-lo!



Leia Mais: Folha

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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