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Atlético Acreano vai a Minas Gerais, empata com o Boa Esporte e segue sem vencer na Série C

Contilnet, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Boa Esporte x Atlético-AC, se enfrentaram na tarde deste domingo (12), em jogo válido pela 3ª rodada da Série C do Campeonato Brasileiro. A bola rolou à partir das 16 horas no Estádio Municipal de Varginha (MG). Após 90 minutos, o jogo acabou 0 a 0.

O primeiro tempo foi muito fraco tecnicamente no Melão, em Varginha. Com o Boa Esporte não se entendendo dentro de campo, as melhores chances foram criadas pelo Atlético. O personagem do primeiro tempo foi o goleiro Renan Rocha, que salvou duas chances reais do time acreano de abrir o placar. O primeiro aos 9 minutos, quando ele espalmou falta cobrada por Igor. E depois aos 36, quando Polaco bateu forte e o goleiro fez defesa em dois tempos.
No segundo tempo, o goleiro Renan Rocha seguiu salvando o Boa Esporte da derrota em Varginha. Aos 11 minutos, o técnico Paulo Foiani promoveu a estreia do recém-contratado atacante Danilo, no Boa. Logo aos 13, ele mesmo dominou e chutou com perigo, em uma das raras chances criadas pela equipe mineira.
Com o resultado ambas as equipes seguem sem vencer na competição nacional. O Galo está com dois pontos em três jogos disputados. Na próxima partida, o Atlético enfrenta o São José no Florestão.

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PAPO DE ACADEMIA

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Mesmo considerando as academias como serviço essencial, “não é o momento de reabri-las” diz empresários de Feijó e Tarauacá. (mais…)

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Mantida condenação de consumidor por litigância de má-fé

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização.

A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre negou provimento ao recurso de apelação, interposto por um consumidor, em desfavor da empresa de telefonia do qual ele tinha contrato de serviço e teve o nome no cadastro de inadimplentes por falta de pagamento.

Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização e mantiveram a condenação por litigância de má-fé.

O autor do processo interpôs recurso de apelação contra sentença de primeiro grau por ter negado indenização por danos morais a ele em um ação declaratória de inexistência de débito.

Nos autos, o consumidor alegou não ter sido informado da mudança da conta pré-paga para a modalidade pós-pago. Mesmo com algumas faturas pagas, o consumidor esclareceu que jamais pagou fatura da conta e que desconhece quem tenha efetuado o pagamento. Ele relatou ainda que a inscrição do seu nome, por outras contas sem pagamento, em cadastro de inadimplentes, se mostra ilegal e indevida.

Por outro lado, a empresa apresentou que o contrato foi efetivamente celebrado em de março de 2016 e resultou da migração do usuário de um plano para outro, que houve pagamento de algumas faturas e que as contratações ocorrem por meio virtual, tendo o recorrente fornecido todos os seus dados.

Ao decidir pela manutenção da sentença de primeiro grau, a relatora do processo, desembargadora Regina Ferrari, entendeu que os conteúdos de telas de sistema interno da operadora servem como indicativo de que o contrato foi efetivamente celebrado entre as partes e que o relatório pormenorizado de chamadas originadas da linha telefônica é elemento de prova.

“A ausência de impugnação específica na réplica – sobre os fatos impeditivos apresentados e provados pela parte ré autoriza a conclusão de que o negócio realmente foi celebrado entre as partes, cuja falta de pagamento de algumas contas mensais justifica a existência da dívida e a inserção do nome do devedor no cadastro de inadimplentes”, diz trecho do voto.

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