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‘Aura’ é a palavra juvenil alemã do ano de 2024 – DW – 20/10/2024
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Quando os adolescentes na Alemanha e em todo o mundo usam a palavra “aura”, não se trata de uma abordagem totalmente nova do original, que é a atmosfera ou essência distinta que envolve uma pessoa.
Mas a Geração Z e a Geração Alfa deram à aura um toque ligeiramente novo ao usar o termo como uma expressão positiva de ser legal ou praticar boas ações.
A palavra do ano da Juventude Alemã de 2024, anunciada na Feira do Livro de Frankfurt no sábado, também pode ser expressa como “pontos de aura”.
“Sua aura é a soma de seus pontos de aura”, explicou o professor de gírias juvenis do TikTok, Sr. Lindsay, em uma postagem recente. “Qual é a energia legal que (alguém) emite e o que você pode fazer, ou não, que vai acrescentar ou tirar sua aura?”
O uso contemporâneo do termo entre juventude diz-se que em todo o mundo se origina de um artigo de 2020 em O jornal New York Times sobre o astro do futebol holandês Virgil Van Dijk: “As soluções são caras. Uma aura não tem preço.”
“Aura” posteriormente se tornou uma palavra da moda no esporte antes de ser adotada no jargão juvenil. Hoje em dia é comum quantificar a aura de alguém.
‘Talahon’ e ‘Schere’ em segundo e terceiro muito próximos
As palavras dos jovens em segundo e terceiro lugares este ano incluíram “Talahon”, que é derivado do árabe e originalmente significa “venha aqui”.
“Talahon” foi adotado nas redes sociais como o TikTok por jovens negros que muitas vezes usam roupas de grife falsas da marca Gucci ou Lacoste e executam movimentos de rap ou boxe ao som de músicas de rappers alemães como Hassan.
Mas a palavra Talahon pode ser um termo depreciativo entre alguns grupos TikTok maioritariamente brancos, que a utilizam para zombar das pessoas com base na sua aparência e comportamento, e por vezes estigmatizando-as como migrantes e criminosos.
Enquanto isso, a última versão da palavra “Schere”, ou tesoura, vem do mundo dos jogos e expressa uma admissão de culpa ou uma confissão.
Crianças ansiosas para mostrar sua nova gíria
Votando para o palavra de gíria juvenil do ano atingiu novos patamares em 2024, com as submissões aumentando 11% em relação ao ano anterior para a fase final da votação.
“A participação activa dos jovens na formação da sua própria linguagem está a aumentar”, disse Patricia Kunth, gestora de marketing da Langenscheidt e gestora do projecto da campanha de palavra para jovens.
A editora Langenscheidt vem optando pela palavra juvenil do ano desde 2008, mas os jovens entre 11 e 20 anos decidem exclusivamente desde 2020.
“Estamos mais uma vez experimentando o quão viva é a linguagem dos jovens”, disse Nikolas Hoenig, chefe de marketing da Langenscheidt. “Foi a decisão certa colocar a escolha nas mãos dos jovens.”
No ano passado, a palavra jovem do ano foi “Pateta”, e a geração mais jovem da Alemanha usou o termo para dizer aos amigos que os considerava tolos ou excêntricos.
Editado por: Elizabeth Grenier
A Geração Z é preguiçosa ou está no caminho certo?
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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