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Austrália x Índia: terceiro teste de críquete masculino, terceiro dia – ao vivo | Seleção australiana de críquete
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1 ano atrásem
Geoff Lemon (now) and Rob Smyth (later)
Principais eventos
aaaaae está chovendo de novo. Obrigado Brisbane.
(É regra do críquete que fiquemos zangados com qualquer cidade em que chova.)
111º: Austrália 434-8 (Carey 63, Lyon 0) Quase esgotado! A bola vai para o midwicket e Carey sai correndo. O Lyon tem que mergulhar no chão na ponta do atacante. O bom para a Austrália foi que Jadeja estava jogando boliche, não em campo, então o arremesso de Gill acertou um pouco nos tocos e Pant teve que se recompor.
110º: Austrália 433-8 (Carey 62, Lyon 0) Akash Deep continua, Lyon rebatendo para a quinta bola e tentando um chute audacioso. Ele gosta disso. Perde esse tempo.
109º: Austrália 432-8 (Carey 61, Lyon 0) Jadeja queimando seus overs, ele está se divertindo um pouco agora. Solteiro.
108º: Austrália 431-8 (Carey 60, Lyon 0) Akash Deep substitui Bumrah depois de apenas alguns overs, e fica barulhento! Carey lança uma cobertura elevada de volta às arquibancadas! Meu Deus.
107º: Austrália 424-8 (Carey 53, Lyon 0) Jadeja continua e passa por um silêncio depois de uma única primeira bola de Carey.
POSTIGO! Starc c Pant c Bumrah 18, Austrália 423 por 8
106º: Austrália 423-8 (Carey 52) Bumrah ganha seis! Starc dá um tapa nele de quatro na perna quadrada para trás, um golpe torto que foi direcionado diretamente, mas a bola mais lenta de Bumrah leva Starc a cutucá-la e cortar para o goleiro a última bola do saldo.
105º: Austrália 419-7 (Carey 52, Starc 14) Bem, Starc gosta de girar! Uma vez, acertou um bando de seis durante um turno no MCG, e ele lançou seu primeiro neste turno, Jadeja bem acima do midwicket.
104º: Austrália 411-7 (Carey 51, Starc 7) Bumrah do outro lado, e talvez ele esteja um pouco lento para seguir em frente depois do esforço de ontem. Starc o defende com solidez.
Meio século! Alex Carey 51 de 53 bolas
103º: Austrália 411-7 (Carey 51, Starc 7) Não é um bom começo de dia vindo da Índia. Jadeja acerta uma bola nas almofadas que ele apela, mas fora isso há um pouco de campo lento que permite a Carey voltar para duas corridas depois de colocar uma bola na perna quadrada, em seguida, um campo errado na corda para quatro após uma raspagem vai bem. Carey consegue o teste cinquenta, número nove, para completar o cem até agora. Ajudaria se ele conseguisse bater na ordem superior!
Um pequeno atraso no início do jogo em Brisbane, no final do aquecimento, devido à chuva anterior.
Há outra partida de teste, é claro, sobre a vala na Nova Zelândia, onde a Inglaterra está lidando com uma reação Kiwi. Mas… está chovendo e o início do jogo foi adiado. Ainda assim, Rob Smyth está nas ferramentas e você pode se juntar a ele aqui:
Foi um grande momento para Smith ontem, depois de uma longa espera. Aqui está meu relatório do terreno.
Preâmbulo
Geoff Limão
Olá de Brisbane. Está cheio de vapor, está nublado, está úmido. A previsão é de aguaceiros, é só uma questão de quantos teremos no Gabba, depois de também termos perdido grande parte do primeiro dia.
A Índia ficará mais feliz com a chuva, visto que as coisas não correram tão bem para eles ontem. Século Steve Smith, século Travis Head, já disse o suficiente. Alex Carey esmagou a Austrália para 405 por tocos e será retomado com 45, mas não eliminado, junto com Mitchell Starc.
Então, presumivelmente, a Austrália vai resistir por um tempo, mas eles terão que pensar sobre quanto tempo resta para a partida, com três dias provavelmente afetados pela chuva.
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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