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Autoridades dos EUA investigam mensagens de texto invocando a escravização de negros | Notícias sobre racismo

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As autoridades dos Estados Unidos estão a investigar relatos de pessoas negras em todo o país que receberam mensagens de texto invocando a escravatura após a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais.

As mensagens de texto racistas foram denunciadas por pessoas em mais de uma dúzia de estados dos EUA, incluindo Califórnia, Pensilvânia, Nova Jersey, Michigan, Carolina do Norte, Virgínia e Alabama.

O texto das mensagens varia, mas segue o mesmo roteiro básico de informar ao destinatário que ele foi “selecionado para colher algodão na plantação mais próxima”, de acordo com notícias locais e publicações nas redes sociais.

Alguns dos textos foram rotulados como provenientes de um “apoiador de Trump” ou incluíam a hashtag #MAGA.

Frances Carmona, uma mulher nativa americana de Grand Rapids, Michigan, disse à mídia local que sua sobrinha de 15 anos havia recebido uma das mensagens, que dizia que ela deveria estar pronta para ser “revistada e revistada assim que entrar na plantação”. .

“Chateado é um eufemismo”, Carmona foi citado pela WOOD-TV, afiliada da NBC.

“Eu não sei o que está acontecendo. Eu sabia que as coisas iriam acontecer depois das eleições, mas não no dia seguinte. Você sabe, é meio assustador. É assustador.”

O FBI disse na quinta-feira que estava ciente das mensagens e em contato com o Departamento de Justiça e outras autoridades federais.

“Como sempre, encorajamos o público a denunciar ameaças de violência física às autoridades locais responsáveis ​​pela aplicação da lei”, afirmou a agência num comunicado.

A Comissão Federal de Comunicações disse que estava investigando os textos em conjunto com as autoridades federais e estaduais.

Procuradores-gerais de vários estados também confirmaram que estavam investigando o assunto.

“Essas mensagens são horríveis, inaceitáveis ​​e não serão toleradas”, disse o procurador-geral de Maryland, Anthony Brown.

“Se você recebeu um desses textos, peço que se apresente e denuncie. Estou empenhado em proteger os direitos de todos os habitantes de Maryland. Não há lar para o ódio em Maryland.”

A NAACP, uma das maiores organizações negras de direitos civis nos EUA, condenou as mensagens.

“A ameaça – e a menção à escravatura em 2024 – não é apenas profundamente perturbadora, mas perpetua um legado do mal que remonta a antes da era Jim Crow, e agora procura impedir que os negros americanos desfrutem da mesma liberdade para prosseguir a vida, liberdade e felicidade”, disse o presidente e CEO da NAACP, Derrick Johnson.

“Essas ações não são normais. E nos recusamos a permitir que sejam normalizados.”

O Southern Poverty Law Center (SPLC), outra organização de direitos civis, também expressou condenação, descrevendo as mensagens como um “espetáculo público de ódio e racismo que zomba da nossa história dos direitos civis”.

“Os líderes em todos os níveis devem condenar o racismo anti-negro, sob qualquer forma, sempre que o virmos – e devemos seguir as nossas palavras com ações que promovam a justiça racial e construam uma democracia inclusiva onde cada pessoa se sinta segura e bem-vinda na sua comunidade”, Margaret Huang, presidente e CEO da SPLC, em comunicado.

Cerca de um quinto dos crimes de ódio relatados nas principais cidades dos EUA em 2022 foram direcionados contra pessoas negras, de acordo com dados policiais analisados ​​pelo Centro para o Estudo do Ódio e do Extremismo da Universidade Estadual da Califórnia, San Bernardino.



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

Mais informações

 



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