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Biden estima danos a Milton em US$ 50 bilhões – DW – 11/10/2024

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Presidente dos EUA Joe Biden disse na sexta-feira durante uma reunião em a resposta ao furacão Milton que os danos da tempestade provavelmente atingiram a região de 50 mil milhões de dólares (cerca de 45 mil milhões de euros).

Este número estava numa faixa semelhante às primeiras estimativas das seguradoras depois que o furacão atravessou o estado, infligindo danos graves, mas numa escala ligeiramente menor do que se temia à medida que se aproximava.

Mais de 2 milhões de residências e empresas ainda estavam sem energia na sexta-feira, e algumas áreas no caminho da tempestade permaneciam inundadas.

Flórida, EUA: Uma vista aérea mostra pessoas remando por uma rua inundada em South Daytona, Flórida, após a passagem do furacão Milton em 11 de outubro de 2024.
Em algumas ruas de Daytona, remos e barco ainda são preferíveis a carros ou bicicletasImagem: MIGUEL J. RODRIGUEZ CARRILLOAFP

“Há lugares onde a água continua a subir”, disse o governador da Flórida, Ron DeSantis.

As equipes de resgate locais e federais estavam iniciando operações de limpeza para valer na sexta-feira, assim como muitos residentes em áreas onde isso já era possível – removendo escombros, árvores derrubadas ou até mesmo areia espalhada em casas próximas às praias no “Sunshine State”.

No total, 16 pessoas morreram desde que Milton cruzou o estado de oeste para leste, a maioria delas em tornados que surgiram em torno do furacão. As autoridades estatais apelaram aos habitantes locais para não correrem riscos desnecessários, por exemplo, indo eles próprios inspecionar os danos ou inundando-os.

Uma imagem de drone mostra uma casa coberta de areia depois que o furacão Milton atingiu Manasota Key, Flórida, EUA, em 11 de outubro de 2024.
Residências à beira-mar foram inundadas pela areia agitada pelos ventosImagem: Ricardo Arduengo/REUTERS

Biden planeja visita à Flórida no domingo, enquanto tempestades prejudicam a programação da campanha

Biden disse a repórteres na Casa Branca que visitaria a Flórida no domingo, já que as tempestades se tornaram uma característica dominante da campanha eleitoral dos EUA nas últimas semanas.

O presidente dos EUA já cancelou uma viagem planejada à Alemanha para conversações com vários apoiantes da Ucrânia e com o Presidente Volodymyr Zelenskyy a fim de ficar para trás para coordenar os esforços de socorro às enchentes.

O presidente dos EUA, Joe Biden, apresenta uma atualização sobre a resposta do governo federal aos furacões Milton e Helene ao lado do secretário de Segurança Interna, Alejandro Mayorkas, e da secretária de Energia, Jennifer Granholm, na Sala Rosevelt da Casa Branca em Washington, EUA, em 11 de outubro de 2024.
Biden organizou uma reunião de resposta na Casa Branca na sexta-feira, envolvendo também equipes de resgate no local que se juntaram via link de vídeoImagem: Nathan Howard/REUTERS

Isto segue críticas duras e muitas vezes infundadas do candidato presidencial republicano Donald Trump à resposta de Biden e da vice-presidente Kamala Harris, sua rival eleitoral em 5 de novembro, após o furacão Helene, mais prejudicial, no sudeste. Helene causou a maior parte dos danos apenas no norte da Flórida, na Geórgia e na Carolina do Norte.

Harris também participou virtualmente da reunião na Casa Branca, após uma parada de campanha em Phoenix, Arizona, buscando tranquilizar as vítimas na Flórida e em outros estados do leste atingidos por Helene.

“O resultado final é este: estamos nisso a longo prazo”, disse ela.

Biden foi questionado sobre a desinformação e as tentativas de usar os furacões para fins de campanha ultimamente.

Ele se recusou a culpar totalmente Trump, em vez disso disse que “ele é apenas o maior bocador” de desinformação, que descreveu como um “estado de ser permanente para algumas pessoas extremistas”. No entanto, Biden também disse acreditar que o país como um todo prefere ouvir os factos e testemunhar a cooperação política bipartidária em tais situações de emergência.

Furacão Milton deixa rastro de destruição na Flórida

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msh/lo (AFP, dpa, Reuters)



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação-interno.jpg

O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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