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Biden examina a destruição do furacão Milton na Flórida e promete apoio | Notícias de Joe Biden
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu fornecer apoio contínuo às comunidades da Flórida afetadas por Furacões Milton e Helene enquanto ele examinava a destruição relacionada à tempestade no estado do sudeste dos EUA.
Durante uma entrevista coletiva no domingo, Biden disse que as pessoas “perderam familiares (e) perderam todos os seus pertences pessoais” depois que as tempestades atingiram a Flórida nas últimas semanas.
“Bairros inteiros foram inundados e milhões – milhões – ficaram sem energia”, disse ele aos jornalistas em St Pete Beach, uma cidade turística numa ilha-barreira a oeste de São Petersburgo, na costa oeste da Florida.
“Os proprietários sofreram uma verdadeira surra em tempestades consecutivas e estão com o coração partido e exaustos, e as suas despesas estão a acumular-se”, disse Biden.
Embora o furacão Milton não tenha sido tão catastrófico como inicialmente previsto, a tempestade atingiu a Flórida com chuvas torrenciais e ventos perigosos na semana passada, matando pelo menos 18 pessoas e destruindo mais de 100 edifícios.
Milton acertou apenas duas semanas depois Furacão Helenaque atingiu a Flórida no final de setembro e abriu caminho para o interior, ao trazer perigosas inundações repentinas e ventos para vários estados dos EUA, incluindo Carolina do Norte duramente atingida.
Durante a visita de Biden à Flórida no domingo, as esquinas das ruas ficaram cheias de escombros ao lado de palmeiras derrubadas e casas com portas de garagem quebradas pintadas em tons pastéis enquanto o cheiro de materiais de construção mofados enchia o ar.
Montes de colchões, revestimentos, sofás, fornos de micro-ondas, travesseiros e armários de cozinha destruídos alinhavam-se nas estradas, alguns ainda cobertos por grandes manchas de areia, enquanto o presidente dos EUA passava com a equipe de emergência. Um álbum de fotos ainda estava espalhado pela rua.
“Sei que vocês estão preocupados com a remoção dos escombros e é óbvio o porquê”, disse ele durante entrevista coletiva em St. Pete Beach. “Há muito mais a fazer. Estamos fazendo tudo o que podemos.”
Espera-se que as inundações continuem ao redor da Baía de Tampa, bem como na área de Sanford, a nordeste de Orlando, à medida que as águas dos rios continuam a subir, de acordo com o Serviço Meteorológico Nacional.
Cerca de 75 por cento de A energia da Flórida está online novamentecom restauração total esperada para terça-feira à noite, disse a secretária de Energia, Jennifer Granholm, que viajou com Biden.
Mais locais de distribuição de gasolina também estão programados para abrir no domingo, de acordo com o centro de operações de emergência do estado.
Mas cinco dias após a chegada da tempestade, cerca de 927 mil clientes ainda não têm energia, de acordo com o rastreador online PowerOutage.us.
“Ainda está uma bagunça”, disse Liz Alpert, prefeita de Sarasota, uma cidade ao sul de Tampa, ao programa This Week da ABC News.
Alpert acrescentou, no entanto, que “é animador ver todo o apoio e ajuda que as pessoas têm oferecido”.
No domingo, Biden anunciou US$ 612 milhões em financiamento para seis projetos do Departamento de Energia em áreas afetadas por furacões para reforçar a rede elétrica da região.
O presidente democrata também reiterou o seu apelo aos legisladores dos EUA – em recesso até depois das eleições presidenciais de 5 de novembro – para que regressem a Washington, DC para aprovar mais apoio federal para ajuda pós-furacão.
O prefeito de St Pete Beach, Adrian Petrila, falando ao lado de Biden, repetiu o pedido de ajuda.
“Estamos preocupados com o futuro da nossa cidade”, disse Petrila.
“Precisamos de recursos federais contínuos e precisamos de um caminho a seguir para garantir que a nossa comunidade e todas as outras comunidades, todas as outras cidades que foram devastadas como esta cidade, possam emergir mais fortes do que nunca.”
A resposta da administração Biden aos furacões tornou-se uma questão política apenas semanas antes das eleiçõesque colocará a vice-presidente democrata Kamala Harris contra seu rival republicano, o ex-presidente Donald Trump.
Trump acusou Biden e Harris de não fazerem o suficiente para responder às tempestades.
“Muitos governadores fizeram um bom trabalho, mas a resposta da Casa Branca foi absolutamente terrível. A resposta (de Harris) foi absolutamente terrível”, disse o ex-presidente em entrevista à FOX News, que foi ao ar no domingo.
A administração Biden-Harris revidou Trump por promover falsidades sobre a resposta federal.
Falando em uma igreja predominantemente negra na Carolina do Norte no domingo, Harris criticou as pessoas que ela disse “não estarem agindo no espírito de comunidade”.
“Estou falando daqueles que literalmente não dizem a verdade, mentindo sobre pessoas que estão trabalhando duro para ajudar as pessoas necessitadas, espalhando desinformação quando a verdade e os fatos são necessários”, disse ela, sem mencionar o nome de Trump.
“O problema com isto, para além do óbvio, é que torna mais difícil obter informações que salvam vidas às pessoas se forem levadas a acreditar que não podem confiar”, disse Harris.
“E essa é a dor de tudo isto, que é a ideia de que aqueles que estão em necessidade foram de alguma forma convencidos de que as forças estão a trabalhar contra eles de uma forma que não procurariam ajuda.”
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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