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Biden inicia viagem histórica à floresta amazônica – DW – 17/11/2024

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Joe Biden tornou-se o primeiro presidente em exercício dos EUA a visitar o Floresta amazônica no domingo, quando seu sucessor, Donald Trump, prometeu abandonar medidas para combater mudanças climáticas.

Biden viajou do Peru, onde participou de sua última cúpula com líderes da Ásia-Pacífico, para a cidade de Manaus, em Brasilno coração da maior selva do mundo.

A Amazónia, que tem aproximadamente o tamanho da Austrália, armazena enormes quantidades de dióxido de carbono mundial, um gás com efeito de estufa que provoca alterações climáticas quando libertado na atmosfera. Mas a floresta tropical também é vulnerável à degradação ambiental que poderá agravar as alterações climáticas.

O presidente dos EUA, Joe Biden, sai do avião presidencial em Manaus, Brasil
Biden está no Brasil para cúpula de líderes do G20, que começa na segunda-feiraImagem: Saul Loeb/AFP/Getty Images

O que está na agenda de Biden durante a viagem à Amazônia?

Biden, de 81 anos, sobrevoou a floresta tropical de helicóptero e deveria visitar um museu antes de se encontrar com líderes indígenas e locais que trabalham para preservar a Amazônia.

A visita do presidente incluiu vistas da profundidade dos cursos de água da Amazônia como resultado de uma seca de dois anos e inspeção dos danos causados ​​por incêndios florestais e desmatamento em grande escala. Ele também deveria visitar um refúgio de vida selvagem.

Biden foi acompanhado por Carlos Nobre, cientista ganhador do Prêmio Nobel e especialista em como as mudanças climáticas estão impactando a Amazônia. Ele estava acompanhado pelo conselheiro climático da Casa Branca, John Podesta.

Antes da visita, a Casa Branca disse que Washington atingiu o seu objectivo de aumentar o financiamento climático bilateral para 11 mil milhões de dólares (10,44 mil milhões de euros) por ano. O montante era seis vezes superior ao que os EUA forneciam no início do mandato de Biden, em 2021, mas ainda aquém dos fundos disponibilizados pela UE.

Biden prometeu no ano passado impulsionar o governo brasileiro Fundo Amazônia em 500 milhões de dólares, mas até agora Washington entregou apenas um décimo do montante comprometido. No domingo, a Casa Branca confirmou que um segundo pagamento de US$ 50 milhões estava em andamento.

Após passagem por Manaus, Biden irá ao Rio de Janeiro para a edição deste ano G20 (Grupo de 20) cimeira de líderes, que começa segunda-feira. As mudanças climáticas serão uma das prioridades nas negociações, juntamente com o plano do Brasil para um novo imposto sobre os bilionários mais ricos do mundoque ajudará a financiar metas climáticas e de redução da pobreza.

Uma foto aérea mostra um campo de mineração ilegal no Brasil
Cientistas dizem que a devastação da Amazônia representa uma ameaça catastrófica para o planetaImagem: ALAN CHAVES/AFP via Getty Images

O que o Brasil está fazendo para impedir o desmatamento da Amazônia?

Um estudo recente mostrou que a Amazónia perdeu uma área do tamanho da Alemanha e da França combinada devido à desflorestação em quatro décadas.

Nos 12 meses até julho, cerca de 6.288 quilômetros quadrados (2.428 milhas quadradas) de floresta foram perdidos, como resultado de seca, incêndios florestais e limpeza de terras.

Presidente brasileiro Luiz Inacio Lula da Silva prometeu acabar com o desmatamento até 2030.

Seu antecessor, a extrema direita Jair Bolsonaro priorizou a expansão agrícola em detrimento da proteção florestal, ajudando o desmatamento a atingir o nível mais alto em 15 anos.

É improvável que a Amazônia receba muito apoio novo Donald Trump’s segundo mandato na Casa Branca. O político republicano já chamou as alterações climáticas de uma farsa.

O presidente eleito também prometeu retirar os EUA – o segundo maior poluidor do mundo – do acordo climático de Paris pela segunda vez..

Ele anunciou planos para aumentar a produção de petróleo e gás nos EUA e acabar com os subsídios para ajudar a desacostumar os motoristas norte-americanos a usarem veículos elétricos.

No sábado, Trump nomeou o magnata do fracking e destacou o cético em relação às mudanças climáticas, Chris Wright, como seu secretário de energia.

mm/dj (AFP, AP, Reuters)



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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