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Biden ‘preocupado’ com divulgação de arquivos sobre os planos de Israel de atacar o Irã | Notícias de Joe Biden

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A Casa Branca afirma que a aparente fuga de avaliações secretas dos EUA sobre os preparativos de Israel para o ataque é “inaceitável”.

A Casa Branca afirma que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, está “profundamente preocupado” com a aparente fuga de documentos do governo dos EUA que descrevem avaliações de inteligência sobre os preparativos de Israel para atacar o Irão.

Washington não tem certeza de como os documentos postados nas redes sociais plataforma Telegram na semana passada foram tornados públicos, disse o porta-voz da Casa Branca, John Kirby, aos repórteres na segunda-feira.

Não está claro se os arquivos foram vazados ou hackeados.

“O presidente continua profundamente preocupado com qualquer vazamento de informações confidenciais para o domínio público. Isso não deveria acontecer e é inaceitável quando acontece”, disse Kirby.

Os documentos classificados incluem uma análise de imagens de satélite das atividades militares israelenses.

Os ficheiros dizem que os militares israelitas “manipularam” mísseis balísticos lançados do ar – que são disparados de uma aeronave – e conduziram actividades secretas de drones no início deste mês “quase certamente” para um ataque ao Irão.

Mas a avaliação, que parece ter sido preparada pela Agência Nacional de Inteligência Geoespacial, acrescenta que a análise não pode “prever definitivamente a escala e o alcance”.

Vários meios de comunicação dos EUA citaram autoridades norte-americanas anônimas dizendo que os documentos secretos parecem autênticos.

Os arquivos apareceram pela primeira vez no canal Telegram Middle East Spectator, que publica notícias e comentários sobre a região. A conta partilha mensagens que apoiam o Irão e os seus aliados, mas refutou alegações de laços com o governo de Teerão.

Investigação em andamento

O presidente da Câmara dos EUA, Mike Johnson, confirmou no domingo que uma investigação sobre como os documentos se tornaram públicos está “em andamento”, dizendo que receberá instruções sobre o assunto.

Os EUA têm visto grandes vazamentos de informações secretas documentos governamentais nos últimos anos, incluindo avaliações confidenciais da inteligência militar que surgiram online em 2023, sendo a divulgação atribuída a um aviador da Guarda Nacional dos EUA.

Na sexta-feira, Biden expressou otimismo sobre as chances de conter as tensões entre o Irã e Israel, dizendo que há uma “oportunidade” de parar os ataques de ida e volta entre os dois países.

Acredita-se que Israel esteja a preparar um ataque contra o Irão e Teerão prometeu responder a qualquer novo ataque. “Estou ciente de como Israel planeja responder e do momento”, disse Biden a repórteres em uma viagem à Alemanha na semana passada, mas evitou dar mais detalhes.

Biden não revelou nenhuma iniciativa diplomática para impedir a escalada do conflito.

O Irão disparou um barragem de mísseis em alvos militares em Israel em 1º de outubro, em retaliação pelo assassinato do chefe do Hamas, Ismail Haniyeh, em Teerã, e pelos assassinatos do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, e de um general iraniano, em Beirute.

Biden sugeriu anteriormente que se opõe a um ataque israelense às instalações nucleares ou petrolíferas iranianas.

Questionado na sexta-feira se entende como e quando Israel responderá, Biden disse: “Sim e sim”.

Seus comentários provocaram raiva no Irã.

“Qualquer pessoa com conhecimento ou compreensão de ‘como e quando Israel iria atacar o Irão’, e/ou que fornecesse os meios e apoio para tal loucura, deveria logicamente ser responsabilizada por qualquer possível causalidade”, escreveu o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, no Twitter. mídia em resposta aos comentários de Biden.

Na segunda-feira, a agência de notícias iraniana Tasnim citou uma fonte militar dizendo que a resposta iraniana a qualquer ataque israelita seria “decisiva” e “além das estimativas dos sionistas”.

No início deste mês, a administração Biden sanções ampliadas nos sectores petrolífero e petroquímico do Irão devido aos lançamentos de mísseis contra Israel.





Leia Mais: Aljazeera

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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