POLÍTICA
Bocalom expõe gargalos da gestão municipal e apresenta soluções em entrevista à TV Gazeta
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5 anos atrásem
O candidato à Prefeitura da capital acreana, Tião Bocalom (Progressistas), explanou algumas das diversas propostas que construiu para Rio Branco em entrevista concedida ao jornalista Itaan Arruda no programa Gazeta Entrevista, da TV Gazeta, na sexta-feira, 2. Economia, saúde, educação, transporte público, produção agrícola e infraestrutura foram alguns dos diversos temas discutidos ao longo da conversa. O objetivo foi apresentar ao eleitorado rio-branquense ideias para a maior cidade do estado.
Ao iniciar a fala, o prefeiturável destacou que manterá parcerias com os governos Federal e do Estado para buscar os recursos necessários à execução dos projetos construídos, voltados para a população da capital. Segundo Bocalom, é fundamental uma união dos três poderes para melhorar diferentes cenários no pós-pandemia do novo coronavírus. “Gosto da inovação e de cuidar de gente. Isso é o que me guia neste processo”, disse.
Ao ser questionado sobre os gargalos do transporte público, o progressista afirmou que manterá a passagem a R$ 1 aos estudantes, buscará implantar o passe livre aos alunos da Rede Municipal de Ensino e convocará as empresas para cobrar melhorias. “Possuímos um dos piores sistemas do País nesta área. As linhas são irregulares, os veículos são velhos e não há humanidade na prestação do serviço. Caso seja eleito, iremos para cima das empresas! Quem não se adequar, vai embora”.
O candidato também destacou as condições do transporte oferecido para os alunos da zona rural da cidade, iniciativa que viabilizará como prefeito, e a melhora das estruturas física, pessoal e de gestão das unidades de ensino do Município. Ele afirmou que haverá uma reestruturação na carreira dos servidores da área para que a qualidade do trabalho avance, gerando melhores resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Outro compromisso assumido foi a ampliação de creches em tempo integral na capital para atender a alta demanda da população. Ao ser questionado sobre agricultura familiar, o candidato destacou que ela é essencial para gerar emprego e renda a partir do fomento que uma futura gestão dará para os produtores rurais. “A Prefeitura terá um plano eficiente nesta área com a oferta de assistência técnica, crédito e acessibilidade a todos os ramais, a fim de possibilitar o escoamento, além de reorganizar os espaços para o comércio desses produtos”.
Ao falar sobre saúde pública, Bocalom reafirmou as ideias de capacitação e valorização dos profissionais, reestruturação das unidades básicas – com funcionamento noturno dos locais de referência para ofertar um tempo maior de atendimento -, contratação de profissionais e construção de novos postos nas comunidades rurais. A entrevista completa pode ser conferida na página do Gazeta Entrevista no Facebook e canal da TV Gazeta no YouTube.
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POLÍTICA
A articulação para mudar quem define o teto de jur…
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7 meses atrásem
5 de maio de 2025Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.
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