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Braithwaite, JP e Villasanti, os destaques

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Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

Na corrida contra o rebaixamento, o Grêmio foi até Belo Horizonte e conseguiu um empate em 1 a 1 contra o Cruzeiro, na noite desta quarta-feira (27). Braithwaite abriu o placar para o Tricolor, que viu Matheus Pereira empatar ainda na primeira etapa. Confira como o Jogada10 avaliou o desempenho dos jogadores gremistas. (Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro)

Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

MARCHESIN – Apesar de não ser muito exigido, apareceu bem nas vezes em que a bola foi com perigo para o gol. No lance em que foi vazado, não teve responsabilidade. Nota: 6. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

JOÃO PEDRO – Foi um dos grandes destaques do Tricolor na partida. Mostrou uma presença ofensiva muito boa, dando assistência para o gol. Já na defesa, conseguiu aparecer bem e recuperou seis posses de bola. Nota: 7. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

RODRIGO CAIO – Grande novidade da escalação, conseguiu abafar as críticas com uma boa atuação. Seguro na defesa, foi uma arma importante na manutenção do empate. Nota: 6,5. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

JEMERSON – Outro zagueiro que teve uma boa atuação. Conseguiu aparecer bem nos cortes na área e prevaleceu perante os atacantes cruzeirenses. Nota: 6. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

REINALDO – Entre os jogadores da defesa, foi o que menos se destacou. Falhou no lance do gol, quando a bola foi lançada em suas costas. Na segunda etapa, até melhorou e fez cortes providenciais. Nota: 5. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

DODI – Teve uma presença fundamental na marcação no primeiro tempo. Entretanto, teve a chance para fazer o segundo gol e acabou desperdiçando a oportunidade de ampliar o marcador, que fez falta com o empate. Nota: 5,5. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Gremio

VILLASANTI – Outra peça importante no empate. Com o jogo moldado no contra-ataque, o paraguaio teve uma ampla atuação na conexão para o ataque, principalmente no primeiro tempo, fazendo uma boa triangulação com João Pedro e Aravena. Nota: 7. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

CRISTALDO – Pela opção dos contra-ataques e do jogo mais pelas laterais, o meia não conseguiu aparecer muito na partida, sendo pouco acionado ao longo da primeira etapa. Nota: 5. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

SOTELDO – O venezuelano voltou a ser titular e foi um dos motores do Grêmio na primeira etapa. Além de sua função ofensiva, cumpriu muito bem a função defensiva, vindo buscar o jogo no campo de defesa. Na segunda etapa cansou e foi substituído, mas poderia seguir em campo para gerar mais perigo. Nota: 6,5. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

ARAVENA – O chineno foi mais um que voltou ao time titular após ficar de fora por conta da Data Fifa. Foi uma importante via de escape pelo lado direito, atuando bastante no primeiro tempo. No segundo, cansou e foi substituído. Nota: 6,5. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

BRAITHWAITE – Artilheiro do Grêmio no Brasileirão, o atacante dinamarquês apareceu logo no começo da partida para fazer mais um. Além da presença no ataque, Braithwaite se mostrou importante como um líder dentro de campo, cobrando os companheiros a todo o momento e dialogando até com Marchesin. Nota: 7. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

MONSALVE – Entrou para acrescentar no meio de campo, em meio a partida ruim de Cristaldo. Auxiliou na manutenção da marcação do meio de campo e conseguiu aparecer no ataque em algumas oportunidades. Nota: 6. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

EDENÍLSON – Entrou para reforçar o setor de marcação nos minutos finais da partida. Como o ajuste funcionou e o Cruzeiro travou na marcação gremista, pode-se concluir que fez bem o seu papel. Nota: 6. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

DIEGO COSTA – Foi colocado no ataque para ser uma espécie de pivô, mas, em alguns momentos, apareceu mais na defesa, auxiliando na marcação. Nota: 5,5. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

PEPÊ – Entrou nos minutos finais e não conseguiu contribuir muito com a partida. Nota: 5. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

RENATO GAÚCHO – Alvo de críticas e polêmicas ao longo da semana, o treinador levou a melhor na aposta de Rodrigo Caio na defesa. Outro acerto do comandante gremista foram as alterações, que conseguiram segurar o ataque cruzeirense, que pouco ameaçou Marchesin. Nota: 6,5. (Foto: Lucas Uebel/ Grêmio)

Foto: Lucas Uebel/ Grêmio

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Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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