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Brasil diz que sites de mídia social devem respeitar leis nacionais – DW – 09/01/2025
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O juiz brasileiro Alexandre de Moraes disse que as empresas de mídia social precisariam cumprir as leis e legislações nacionais para continuar operando em Brasil. um dia depois do gigante da mídia Meta anunciou o abandono de seu programa de verificação de fatos.
O Supremo Tribunal do Brasil não permitirá que empresas de tecnologia explorem o uso do discurso de ódio para obter lucro, disse Moraes, acrescentando que as redes sociais “não se tornarão uma terra sem lei” no país.
“Eles só continuarão a operar se respeitarem a lei brasileira, independentemente das bravatas dos líderes irresponsáveis da Big Tech”, disse o juiz.
Moraes mantém verificações nas redes sociais
Embora Moraes não tenha mencionado o nome de nenhuma empresa em seus comentários de quarta-feira, eles ocorreram um dia depois que a Meta anunciou que abandonaria seu programa de verificação de fatos nos EUA, citando preocupações com preconceitos políticos.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, também criticou em sua declaração em vídeo o que ele disse serem atos de censura em várias regiões do mundo, criticando a América Latina, a Europa e a China.
Moraes é o juiz por trás da decisão do tribunal superior do ano passado suspender temporariamente a plataforma de mídia social Xde propriedade de Elon Muskno país.
O crescimento divergência entre autoridades brasileiras e Musk foi desencadeada pelo incumprimento por parte de X de ordens judiciais que exigiam que tomasse medidas contra a propagação do discurso de ódio. Musk denunciou tais ordens como censura.
Meta encerra verificação de fatos de terceiros no Facebook e Instagram
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Metanovas regras são ‘ruins para a democracia’, diz ministro
O recém-nomeado Ministro das Comunicações do Brasil, Sidonio Palmeira, criticou a decisão da Meta, chamando-a de “ruim para a democracia”.
“(Sem verificação de fatos) você não controla a disseminação de ódio, desinformação e notícias falsas”, disse ele, acrescentando que o Brasil precisa regulamentar as mídias sociais, de forma semelhante à Europa.
Zuckerberg disse que a Meta começaria eliminando os verificadores de fatos nos EUA. O Ministério Público deu à empresa 30 dias para esclarecer se pretende implementar as mudanças também no Brasil.
A ordem dos promotores estava relacionada a uma investigação em andamento das ações tomadas pelas plataformas de mídia social para combater a desinformação e a violência online no Brasil.
ftm/rmt (Reuters, AFP)
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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre
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4 horas atrásem
26 de março de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.
A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.
Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.
Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.
Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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