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Briefing de guerra na Ucrânia: Chefe da ONU ‘muito preocupado’ com relatos de tropas norte-coreanas na Rússia | Ucrânia
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O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse estar “muito preocupado” com relatos de que tropas norte-coreanas foram enviadas para a Rússiae em seus possível implantação na zona de conflito da Ucrânia. “O secretário-geral está muito preocupado com relatos de tropas da República Popular Democrática da Coreia enviadas para a Federação Russa”, disse Stephane Dujarric, porta-voz do chefe da ONU, no domingo. A inteligência dos EUA disse que as forças norte-coreanas se dirigiram para a região fronteiriça russa de Kursk, com Washington e Seul a instarem Pyongyang a retirar as suas tropas. A Coreia do Norte e a Rússia não negaram os relatórios de envio de tropas.
As forças russas atacaram Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia, no domingoferindo pelo menos cinco pessoas, disse o governador regional de Kharkiv, Oleh Syniehubov.
Syniehubov, escrevendo no aplicativo de mensagens Telegram, disse que uma bomba guiada russa atingiu um supermercado no distrito de Shevchenkivskyi, em Kharkiv, perto do centro da cidade. Quatro pessoas ficaram feridas. O prefeito Ihor Terekhov disse que o supermercado ficava próximo às residências. Um ataque anterior atingiu uma área florestal da cidade, disse ele.
O presidente pró-ocidental da Moldávia, Maia Sandu, ganhou um segundo mandato numa segunda volta presidencial crucial contra um adversário amigo da Rússia, numa corrida que foi ofuscada por alegações de interferência russa, fraude eleitoral e intimidação no país candidato à União Europeia.
A Europa terá de repensar o seu apoio à Ucrânia se Donald Trump for eleito presidente dos Estados Unidos, disse o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán no domingo, já que o continente “não conseguirá suportar sozinho o fardo da guerra”.
Orban opõe-se à ajuda militar à Ucrânia e deixou claro que pensa que Trump partilha os seus pontos de vista e negociaria um acordo de paz para a Ucrânia. Ele apoia o ex-presidente Trump, o candidato da República, para derrotar a candidata democrata Kamala Harris nas eleições de terça-feira nos EUA.
Luke Harding, do The Guardian, esteve em Kupanskonde Unidades de combate russas estão agora a menos de três quilômetros de distância. Um pouco ao sul, as tropas já alcançaram o rio Oskil, transformando o território controlado pela Ucrânia na margem esquerda em duas protuberâncias separadas e cada vez menores. As pontes sobre o rio são bombardeadas implacavelmente. O aparente plano de Moscovo é arrasar Kupiansk e depois reocupa-la.
Um segundo voluntário taiwanês que lutava ao lado de soldados ucranianos contra a Rússia foi mortodisse o Ministério das Relações Exteriores de Taiwan no domingo. O homem era membro da legião militar ucraniana de combatentes estrangeiros, disse o Ministério das Relações Exteriores em comunicado, expressando condolências à sua família, que não queria que ele fosse identificado publicamente. O ministério disse ter recebido relatos da morte do homem no sábado e que o escritório de representação de Taiwan na Polônia verificou isso junto à Legião Internacional da Ucrânia. Nenhum outro detalhe foi divulgado.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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