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Briefing de guerra na Ucrânia: Rússia promete retaliar após mídia estatal supostamente bloqueada no Telegram na UE | Rússia
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Guardian staff and agencies
A Rússia prometeu retaliar depois que os canais da sua mídia estatal foram aparentemente bloqueados na popular plataforma de mídia social Telegram na UE. No domingo, os canais da agência de notícias Ria Novosti, Rossiya 1, Pervyi Kanal e televisão NTV, e os jornais Izvestia e Rossiyskaya Gazeta não estavam acessíveis em vários países, incluindo França, Bélgica, Polónia, Grécia, Holanda e Itália, segundo relatos da mídia. . Nem o Telegram nem as fontes da UE comentaram ainda sobre a interrupção. Moscou classificou a medida como “um ato de censura”. “A limpeza sistemática de todas as fontes de informação indesejáveis do espaço de informação continua”, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova. A UE já havia proibido a distribuição de meios de comunicação estatais russos, como Ria Novosti, Izvestia e Rossiyskaya Gazeta, no bloco, acusando-os de disseminar propaganda.
O presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, disse no domingo que o avião comercial do Azerbaijão que caiu na semana passada foi abatido pela Rússia, embora sem querer, ao criticar Moscovo por tentar “abafar” a questão. “Podemos dizer com total clareza que o avião foi abatido pela Rússia… Não estamos a dizer que foi feito intencionalmente, mas foi feito”, disse ele à televisão estatal do Azerbaijão. Aliyev disse que o avião, que caiu no Cazaquistão na quarta-feira e matou 38 dos 67 a bordofoi atingido por fogo terrestre sobre a Rússia e “tornou-se incontrolável pela guerra eletrônica”. Aliyev acusou a Rússia de tentar “abafar” a questão durante vários dias, dizendo que estava “chateado e surpreendido” com as versões dos acontecimentos apresentadas pelas autoridades russas. O Kremlin disse que os sistemas de defesa aérea estavam disparando perto de Grozny, capital regional da república russa da Chechênia, onde o avião tentou pousar, para desviar um ataque de drone ucraniano.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse na segunda-feira que Jimmy Carter, que morreu aos 100 anos, serviu como presidente dos EUA quando a Ucrânia ainda não era independente, mas “o seu coração permaneceu firmemente connosco na nossa luta contínua pela liberdade”. “Apreciamos profundamente o seu compromisso inabalável com a fé cristã e os valores democráticos, bem como o seu apoio inabalável à Ucrânia face à agressão não provocada da Rússia”, disse Zelenskyy no X. “Hoje, lembremo-nos: a paz é importante, e o mundo deve permaneçam unidos na oposição àqueles que ameaçam esses valores”.
Uma investigação do cabo de energia sabotado do Mar Báltico descobriu uma trilha de arrasto que se estende por dezenas de quilômetros no fundo do mar, A polícia finlandesa disse no domingo. No dia de Natal, o cabo submarino Estlink 2 que transporta eletricidade da Finlândia para a Estónia foi desconectado da redepouco mais de um mês depois de dois cabos de telecomunicações terem sido cortados nas águas territoriais suecas no Báltico. As autoridades finlandesas têm investigado o petroleiro Eagle S que partiu de um porto russo por suspeita de “sabotagem”. A investigação revelou um “rastro arrastado” no fundo do mar, disse a polícia no domingo, acrescentando que o rasto foi identificado “do início ao fim”. A desconexão do cabo foi o mais recente de uma série de incidentes que as autoridades ocidentais acreditam serem atos de sabotagem ligados à invasão da Ucrânia pela Rússia.
Aleksei Bugayev, ex-membro da seleção russa de futebol que disputou a Euro 2004, foi morto na guerra de 34 meses na Ucrânia.a mídia russa citou seu pai e agente no domingo. “Infelizmente, a notícia da morte de Aleksei é verdadeira. Aconteceu hoje”, disse a agência de notícias TASS, citando o pai do jogador, Ivan Bugayev, ao canal de notícias Sport24.
A agência de notícias RIA citou o agente de Bugayev, Anton Smirnov, dizendo que os combates intensos tornaram impossível recuperar o corpo de Bugayev para o enterro. Em Setembro, Bugayev foi condenado por um tribunal no sul da Rússia a nove anos e meio de prisão por acusações de tráfico de droga. Mais tarde, ele declarou sua intenção de se alistar para lutar na guerra da Ucrânia. As autoridades russas recrutam ativamente nas prisões para o conflito.
A Geórgia empossou no domingo um leal ao partido governista de extrema direita, Mikhail Kavelashvili, como presidente, agravando uma crise política que já dura meses e tem assistido a enormes manifestações pró-União Europeia. Kavelashvili, ex-jogador de futebol profissional, é apoiado pelo partido Georgian Dream, que acusou o Ocidente de tentar arrastar Tbilisi para o conflito na Ucrânia.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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