ACRE
Cachorro avisa família e salva tutor que teve ataque cardíaco em casa
PUBLICADO
2 anos atrásem
O cachorro Bear é um verdadeiro bom menino, ele acordou a família e salvou o seu tutor de um ataque cardíaco. Segundo os médicos, se não fosse o cachorrinho, o caso teria terminado de forma trágica.
O acidente aconteceu em 2022, mas só foi divulgado pela mídia agora. O cão, uma mistura de husky siberiano com golden retriever, vive com a família em Ontário, Canadá. Era por volta das 4 da manhã quando Bear acordou Janice, esposa de Darren.
Uivando, ele pulou sobre a tutora, que tomou um susto e viu que o marido não estava na cama. Ao descer para procurar o esposo, viu Darren caído na sala. Imediatamente ela acionou a emergência e o homem ganhou uma nova chance!
Ataque cardíaco fulminante
Aquela noite vai ficar marcada para sempre em Darren, um veterano das Forças Armadas Canadense.
Ao se sentir mal, ele acordou 1 hora da manhã e foi até a cozinha preparar um café.
Nesse instante, sentiu tudo ficar embaçado e caiu. Era um ataque cardíaco grave!
Leia mais notícia boa
Cachorrinho ajudou
Mas graças a Bear, descendente de cães de serviço, o caso não ficaria daquela forma.
Vendo o tutor caído, o cão subiu as escadas e começou a uivar e a pular na cama.
“Eu me levantei. Pensei que ele talvez estivesse tomando um café sentado aqui assistindo TV”, contou a esposa.
Na sala, a mulher se deparou com Darren caído e saiu correndo para ligar para os paramédicos.
Mas se o infarto foi tão grave assim, como ele sobreviveu?
RCP animal!
Bear não só avisou a família, como também fez uma espécie de massagem cardíaca no tutor.
Quando Darren acordou, ele teve uma vaga lembrança dos momentos antes de desmaiar. Ao contar para os parentes, todos se surpreenderam!
“Lembro-me de estar na sala e ele pulando no meu peito. Ele não foi treinado para isso, apenas fez”, contou o tutor em entrevista ao CTV News.
Segundo a equipe médica, a única razão de Darren não ter falecido foi porque, além de avisar a família, o cão também prestou os primeiros socorros. Durante as três horas que ficou caído no chão, ele recebeu a massagem do amigão.
No hospital, o tutor passou por uma cirurgia que durou cinco horas. Apesar de ter ficado com algumas sequelas, ele passa bem.
Homenagem por feito
E o reencontro entre os dois, depois que tiveram alta do hospital, foi emocionante.
“Quando o vi pela primeira vez, quando cheguei em casa, ele veio até mim e pulou em meus braços, e eu comecei a chorar”, disse o tutor muito emocionado.
Bear também foi homenageado e entrou para o Purina Animal Hall of Fame de 2024, um ranking que reconhece atos heróicos realizados por animais.
“Se não fosse por ele, tudo seria diferente”, finalizou Darren.
Segundo a equipe médica que atendeu o caso, Darren só sobreviveu por conta do cachorro. – Foto: CTV News

Darren exibe com orgulho a medalha conquistada pelo amigo. – Foto: CTV News
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
3 dias atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
Relacionado
ACRE
Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
3 dias atrásem
15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
Relacionado
ACRE
UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
3 dias atrásem
15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login